{"id":25869,"date":"2015-05-06T09:17:08","date_gmt":"2015-05-06T09:17:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25869"},"modified":"2015-05-06T09:17:08","modified_gmt":"2015-05-06T09:17:08","slug":"manuel-assuncao-reitor-da-ua-a-universidade-de-aveiro-e-as-que-tem-taxas-de-empregabilidade-maiores-nos-se","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/manuel-assuncao-reitor-da-ua-a-universidade-de-aveiro-e-as-que-tem-taxas-de-empregabilidade-maiores-nos-se\/","title":{"rendered":"Manuel Assun\u00e7\u00e3o, Reitor da UA: &#8220;A Universidade de Aveiro \u00e9 as que tem taxas de empregabilidade maiores nos se"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_25872\" aria-describedby=\"caption-attachment-25872\" style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/reitor.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25872\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/reitor.jpg\" alt=\"Manuel Assun\u00e7\u00e3o: \u201cA aposta da descentraliza\u00e7\u00e3o, para ajudar a qualificar o tecido econ\u00f3mico, \u00e9 uma aposta ganha\u201d\" width=\"400\" height=\"390\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/reitor.jpg 400w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/reitor-300x292.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25872\" class=\"wp-caption-text\">Manuel Assun\u00e7\u00e3o: \u201cA aposta da descentraliza\u00e7\u00e3o, para ajudar a qualificar o tecido econ\u00f3mico, \u00e9 uma aposta ganha\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Manuel Assun\u00e7\u00e3o, reitor da Universidade de Aveiro, cumpre o segundo e \u00faltimo mandato. A institui\u00e7\u00e3o, que engloba ensino polit\u00e9cnico em \u00c1gueda e Oliveira de Azem\u00e9is, estabilizou nas licenciaturas e cresceu em doutoramentos. Entrevista conduzida por J\u00falio Almeida.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CORREIO DO VOUGA &#8211; O que \u00e9 a atual realidade humana da Universidade de Aveiro (UA), entre alunos, docentes e funcion\u00e1rios?<\/strong><br \/>\n<strong>MANUEL ASSUN\u00c7\u00c3O<\/strong> &#8211; S\u00e3o 14.500 alunos, 1100 docentes e investigadores, 750 funcion\u00e1rios, cerca de 300 bolseiros p\u00f3s-doutoramento. 110 milh\u00f5es de euros de or\u00e7amento anual. \u00c9 a nossa fotografia muito r\u00e1pida. Inclu\u00edmos o campus de Santiago, as instala\u00e7\u00f5es de \u00c1gueda e em Oliveira de Azem\u00e9is.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual tem sido a evolu\u00e7\u00e3o ao longo dos anos?<\/strong><br \/>\nTemos uma certa estabiliza\u00e7\u00e3o de facto nas licenciaturas, algum crescimento nos doutoramentos e decr\u00e9scimo nos alunos do segundo ciclo. Depois de uma subida bastante grande, n\u00e3o podemos esquecer que partimos do zero h\u00e1 40 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A UA promove-se hoje muito fora do campus, junto do secund\u00e1rio por exemplo, isso reflete a necessidade de atrair alunos?<\/strong><br \/>\nSim, obviamente que existe essa necessidade. Mas acima de tudo tamb\u00e9m fazemos esse marketing para ajudar a melhor decidirem o seu futuro e com a mensagem de que \u00e9 importante continuar a estudar. Insiste-se muito em Portugal que h\u00e1 excesso de vagas face \u00e0 procura e esquece-se que o n\u00famero de licenciados ainda est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia europeia, temos de continuar a sensibilizar, nomeadamente os pais, para que os filhos prossigam os estudos. Principalmente nas camadas socialmente menos favorecidas, \u00e9 fundamental. Quem n\u00e3o \u00e9 filho de algu\u00e9m que n\u00e3o estudou tem mais tend\u00eancia a n\u00e3o chegar \u00e0 licenciatura. Sabemos hoje que a capta\u00e7\u00e3o de estudantes para licenciaturas \u00e9 muito local. Os estudantes tendem, por v\u00e1rias raz\u00f5es, sociais e econ\u00f3micas, a ficar mais pr\u00f3ximos de casa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 que a universidade gere os cursos que precisam de alunos com menos candidatos?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o temos grandes quebras. Existem alguns fen\u00f3menos nacionais, da engenheira civil por exemplo. Mas fazemos uma afina\u00e7\u00e3o de vagas anuais. A Universidade de Aveiro \u00e9 das que tem taxas de empregabilidade maiores nos seus licenciados. Estamos no grupo da frente. Isso enche-nos de satisfa\u00e7\u00e3o, dando sentido ao que fazemos.<br \/>\nVivemos num quadro legal em que as institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem abrir mais vagas do que no ano anterior. H\u00e1 uma gest\u00e3o muito cuidadosa desta realidade, de transferir vagas, atendendo \u00e0 procura e empregabilidade. Isso \u00e9 um factor que nos leva a ter mais alunos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Os estudantes de cursos, de ensino de professores, em excesso, que foram reconvertidos para tradu\u00e7\u00e3o, por exemplo, com procura no mercado.<\/strong><br \/>\nEstamos a fazer um esfor\u00e7o grande na oferta de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, em particular de mestrados, com cursos que possam ser mais atrativos, com perfil mais necess\u00e1rio ao mercado de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O campus \u00e9 cada vez mais internacional, pelos alunos que v\u00e3o chegando?<\/strong><br \/>\nInfelizmente, por raz\u00f5es econ\u00f3micas, os que chegam s\u00e3o menos dos que os que partem. O n\u00famero de alunos de Eramus, de mobilidade, por um ou dois semestres, cresce muito mais mas em rela\u00e7\u00e3o aos que chegam. Temos crescido mais no segundo grupo, mais importante, dos alunos que chegam para ser alunos da universidade. Englobando professores e investigadores, \u00e9 um grupo muito significativo, j\u00e1 ronda os 11% da comunidade acad\u00e9mica, \u00e9 interessante, atendendo a que Lisboa e Porto t\u00eam maior poder.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nesta conjuntura dif\u00edcil, existem reflexos na cobran\u00e7a de propinas ou abandono escolar?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, as coisas est\u00e3o relativamente estabilizadas. Existe abandono. Um caso \u00e9 sempre preocupante, principalmente para quem \u00e9 afetado. Mas n\u00e3o tem havido nada que se possa dizer, pelo contr\u00e1rio, que estamos pior do que h\u00e1 dois ou tr\u00eas anos. Mas preocupa-nos. Temos medidas de apoio h\u00e1 muito tempo. Temos um fundo que tem receitas para alunos carenciados. Essa pol\u00edtica tem sido intensificada, na alimenta\u00e7\u00e3o, alojamento e m\u00e9rito social. Depois, temos uma particular incid\u00eancia junto dos alunos que ficam na fronteira das regras para beneficiar de bolsas. J\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o dentro dos crit\u00e9rios, mas est\u00e3o fragilizados porque ficaram muito perto. S\u00e3o centenas de milhar de euros que gastamos com estes alunos. N\u00e3o queremos que deixem de estudar por dificuldades econ\u00f3micas. Isso acontece por vezes porque n\u00e3o identificamos a tempo, nem os colegas despistam. N\u00e3o nos pedem ajuda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E o fen\u00f3meno do trabalhador estudante?<\/strong><br \/>\nPenso que n\u00e3o tem merecido evolu\u00e7\u00f5es significativas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A sa\u00edda de Alexandre Soares dos Santos da presid\u00eancia do Conselho Geral da Universidade de Aveiro refletiu dificuldades de coabita\u00e7\u00e3o entre pessoas das empresas e quem est\u00e1 nas universidades?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o. Agora \u00e9 evidente que s\u00e3o mundos que precisam de se aproximar mais, colher ensinamentos das duas partes. O presidente Alexandre Soares dos Santos instalou o novo modelo de governo e gest\u00e3o, que trouxe pela primeira vez pessoas externas, para, entre outras fun\u00e7\u00f5es, eleger o reitor e acompanhar a defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gica. F\u00ea-lo de forma equilibrada e exemplar. N\u00e3o houve tens\u00e3o entre as culturas empresariais e acad\u00e9micas. Foi humilde a aprender essas diferen\u00e7as. O consulado foi exemplar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Universidade de Aveiro tem um impacto brutal na cidade. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor hoje em dia?<\/strong><br \/>\nPerdeu-se demasiado tempo na cidade a perceber-se a import\u00e2ncia da universidade. Temos de olhar para a frente. Existem sinais muito positivos. A interpenetra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma realidade t\u00e3o grande que resulta disso uma identifica\u00e7\u00e3o das pessoas cada vez maior. As lideran\u00e7as s\u00e3o sempre importantes e alguns sinais tamb\u00e9m, por exemplo trazer as festas acad\u00e9micas para a cidade. Com algumas perturba\u00e7\u00f5es normais. O fundamental \u00e9 valorizar esta rela\u00e7\u00e3o. A pol\u00edtica de alojamento na cidade ajuda a maior integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<em>O ciclo de entrevistas \u201cAs Vozes da Ria\u201d \u00e9 uma parceria do seman\u00e1rio Correio do Vouga, CanalCentral.pt, R\u00e1dio Voz da Ria (90.2FM) e Not\u00edciasdeAveiro.pt.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6>\u201c11 por cento das receitas UA vem de servi\u00e7os prestados \u00e0s empresas, transfer\u00eancia<br \/>\nde tecnologia e patentes. \u00c9 significativo\u201d<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CORREIO DO VOUGA &#8211; A Universidade est\u00e1 com a Escola Superior de Gest\u00e3o, em \u00c1gueda, e o polo de Aveiro Norte, em Oliveira de Azem\u00e9is.<\/strong><br \/>\n<strong>MANUEL ASSUN\u00c7\u00c3O<\/strong> -Vamos mantendo e acho que se justifica plenamente. Queremos ser elementos influentes em redes. \u00c9 a nossa preocupa\u00e7\u00e3o mais global.<br \/>\nS\u00e3o v\u00e1rias as redes: as redes de cons\u00f3rcios com outras universidades em cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, j\u00e1 s\u00e3o mais de tr\u00eas dezenas; redes internacionais para investiga\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o determinantes; redes com pa\u00edses oficiais de l\u00edngua portuguesa como Timor e Cabo Verde.<br \/>\nNa regi\u00e3o de Aveiro, as escolas polit\u00e9cnicas protagonizam licenciaturas e mestrados. Protagonizaram os cursos especializa\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e agora os cursos de ensino superior curto profissionalizante. Criaram redes com as empresas em volta das tr\u00eas cidades, da nossa regi\u00e3o. Falamos mais de mil est\u00e1gios que existem por ano, com muitas rela\u00e7\u00f5es que se estabelecem. \u00c9 riqu\u00edssimo. A aposta desta descentraliza\u00e7\u00e3o com o prop\u00f3sito de ajudar a qualificar o tecido econ\u00f3mico foi uma aposta ganha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como v\u00ea o desempenho da Escola Superior de Sa\u00fade ?<\/strong><br \/>\nAs sa\u00eddas profissionais t\u00eam sido muito boas. O curso de enfermagem tem m\u00e9dias muito altas. Fisioterapia \u00e9 das melhores ofertas do pa\u00eds. Diz-me muito que os estudantes portugueses terminam os cursos e v\u00e3o l\u00e1 para fora. A nossa fun\u00e7\u00e3o \u00e9 qualificar, n\u00e3o a alternativa, que seria n\u00e3o qualificar. O que h\u00e1 a fazer \u00e9 o pa\u00eds crescer para absorver mais finalistas. Mas vivemos num mundo cada vez mais global. Mais gente a ir para fora. O grande desafio \u00e9 existir um equil\u00edbrio. Pior seria n\u00e3o arranjar emprego. Os alunos que saem do pa\u00eds, pelo que vemos s\u00e3o contratados. Isso reconhece a forma\u00e7\u00e3o da Universidade de Aveiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<strong>A medicina \u00e9 uma \u201cpedra no sapato\u201d?<\/strong><br \/>\nEstamos empenhados na sa\u00fade, como noutras \u00e1reas, em ter cada vez mais impacto. \u00c9 das mais transversais, das que fazemos mais investiga\u00e7\u00e3o, cri\u00e1mos uma unidade pr\u00f3pria, de biomedicina. Temos um conjunto de meios e din\u00e2micas para que seja cada vez mais importante na universidade e ajude o pa\u00eds. Cri\u00e1mos um doutoramento em cons\u00f3rcio com a Universidade Nova de Lisboa, que ser\u00e1 muito importante na qualifica\u00e7\u00e3o, que utiliza v\u00e1rias val\u00eancias, do diagn\u00f3stico ao tratamento. Estamos nesse desafio. As apostas estrat\u00e9gicas t\u00eam de ser modeladas \u00e0 medida das compet\u00eancias, das oportunidades e parcerias. Continuaremos atentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A UA incentiva muito a transfer\u00eancia da investiga\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n\u00c9 um desafio, mas onde se nota uma evolu\u00e7\u00e3o grande. 11 por cento das receitas UA vem de servi\u00e7os prestados \u00e0s empresas, transfer\u00eancia de tecnologia e patentes. \u00c9 significativo. A incubadora tem mais de 100 empregos diretos. Faturou quase 5 milh\u00f5es de euros em 2014. Temos as plataformas tecnol\u00f3gicas de compet\u00eancias comuns. S\u00e3o nove, que juntam as empresas. Temos crescido com estas din\u00e2micas e ferramentas. Estamos no bom caminho.<br \/>\nN\u00e3o nos esgotamos na regi\u00e3o, claro. \u00c9 uma grande diversidade de setores, esperando chegar \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o e desenvolvimento em cons\u00f3rcio. Penso que o novo quadro comunit\u00e1rio vai ajudar muito nessa vertente.<br \/>\nA investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 um grande desafio para as universidades, para al\u00e9m de qualificar as pessoas. \u00c9 a pedra basilar do edif\u00edcio. Sem a qual n\u00e3o h\u00e1 boas universidades. Uma parte da investiga\u00e7\u00e3o, a aplicada, mais pura, \u00e9 feita sem visar nada no curto prazo. Somos reconhecidos por isso pelos nossos pares internacionais. Mas tamb\u00e9m por sermos \u00fateis \u00e0s empresas.<br \/>\nA fus\u00e3o de unidades de investiga\u00e7\u00e3o das universidades da regi\u00e3o Centro est\u00e1 em curso envolvendo Aveiro?<br \/>\nO que n\u00f3s preparamos \u00e9 um cons\u00f3rcio entre as universidades. Tem muito trabalho pr\u00e9vio. Existem sete cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em conjunto. Temos interesses e iniciativas que podem ser comuns. Podemos fazer muito juntos. Desde logo para atrair estudantes, mas tamb\u00e9m na compra e partilha de equipamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em termos de desenvolvimento f\u00edsico, quais as prioridades do campus e fora? O Parque de Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o vai mostrar obra?<\/strong><br \/>\nA universidade \u00e9 muito conhecida pelo seu campus. Vai nascer o edif\u00edcio complementar ao edif\u00edcio de Comunica\u00e7\u00e3o e Arte, que \u00e9 das \u00e1reas que mais tem crescido em termos de alunos.<br \/>\nAs preocupa\u00e7\u00f5es nossas passam ainda por acabar o Ecomare, em \u00cdlhavo [Gafanha da Nazar\u00e9].<br \/>\nA manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 outra prioridade. No financiamento das universidades, Aveiro tem optado por manter o quadro de pessoal, cortando em outras despesas. Mas h\u00e1 limites. N\u00e3o se pode poupar sempre na manuten\u00e7\u00e3o do equipamento que precisa de ser recuperado. Os edif\u00edcios degradam-se. Temos de encontrar investimento para ter o campus em bom estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Algo de novo?<\/strong><br \/>\n\u00c0 partida ser\u00e3o resid\u00eancias, nomeadamente para estrangeiros. E j\u00e1 somos a segunda universidade em termos de oferta de camas. N\u00e3o havendo investimento espec\u00edfico, teremos de encontrar alternativas.<br \/>\nQuanto ao Parque de Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o, os acessos est\u00e3o a andar, os primeiros edif\u00edcios come\u00e7aram em breve.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manuel Assun\u00e7\u00e3o, reitor da Universidade de Aveiro, cumpre o segundo e \u00faltimo mandato. A institui\u00e7\u00e3o, que engloba ensino polit\u00e9cnico em \u00c1gueda e Oliveira de Azem\u00e9is, estabilizou nas licenciaturas e cresceu em doutoramentos. 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