{"id":25908,"date":"2015-06-04T14:11:21","date_gmt":"2015-06-04T14:11:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=25908"},"modified":"2015-06-04T14:18:55","modified_gmt":"2015-06-04T14:18:55","slug":"sinodo-diocesano-terminou-ha-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sinodo-diocesano-terminou-ha-20-anos\/","title":{"rendered":"S\u00ednodo diocesano terminou h\u00e1 20 anos"},"content":{"rendered":"<p><strong>P.e Georgino Rocha, art\u00edfice principal do segundo S\u00ednodo Diocesano de Aveiro (o primeiro foi em 1944), escreve sobre o importante acontecimento para a renova\u00e7\u00e3o da Diocese de Aveiro que foi a caminhada conclu\u00edda no dia 4 de junho de 1995 e refere alguns passos do p\u00f3s-s\u00ednodo.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_25909\" aria-describedby=\"caption-attachment-25909\" style=\"width: 450px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-25909\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodo.jpg\" alt=\"Interven\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio Marcelino em maio de 1992\" width=\"450\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodo.jpg 450w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodo-300x196.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25909\" class=\"wp-caption-text\">Interven\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio Marcelino em maio de 1992<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O II S\u00ednodo diocesano surge como um projeto de grande alcance pastoral que recolhe os esfor\u00e7os de renova\u00e7\u00e3o em curso, os sistematiza e relan\u00e7a, a partir da experi\u00eancia conjunta de participa\u00e7\u00e3o e da caminhada de reflex\u00e3o partilhada ao longo de cinco anos.<br \/>\nConvocado por D. Ant\u00f3nio Marcelino, em Janeiro de 1990, que oficializa sugest\u00f5es e an\u00fancios pr\u00e9vios, realiza-se em fases progressivas que d\u00e3o rosto \u00e0 comunh\u00e3o e vigor \u00e0 miss\u00e3o. Destas fases, destacam-se pela sua import\u00e2ncia: a do despertar a consci\u00eancia dos crist\u00e3os para a necessidade do trabalho sinodal, a de organizar as estruturas, animar os grupos e as sess\u00f5es de ora\u00e7\u00e3o e de estudo dos temas em ordem a obter o consenso poss\u00edvel, ap\u00f3s di\u00e1logo e questionamento entre os participantes, a da elabora\u00e7\u00e3o das orienta\u00e7\u00f5es pastorais e subsequentes Decis\u00f5es Sinodais que o bispo de Aveiro aprova com valor jur\u00eddico na solene concelebra\u00e7\u00e3o do Pentecostes de 1995.<br \/>\nPor determina\u00e7\u00e3o de D. Ant\u00f3nio Marcelino, segue-se a fase do p\u00f3s-s\u00ednodo que tem um per\u00edodo mais intenso at\u00e9 ao ano 2000 e, depois, se ramifica em outras iniciativas que chegam aos nossos dias. Aponto, com a clareza indispens\u00e1vel, os elementos principais da fase da realiza\u00e7\u00e3o e da implementa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO treino da din\u00e2mica sinodal intensifica-se na celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Igreja diocesana, celebra\u00e7\u00e3o para onde convergem os trabalhos pastorais de cada ano, mas experiencia-se de forma especial na fase da prepara\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima para o funcionamento org\u00e2nico dos grupos e das assembleias.<br \/>\nA boa vontade de tantas pessoas e a dedica\u00e7\u00e3o de numerosos colaboradores e animadores manifestam dons excelentes com que o Esp\u00edrito Santo acompanha a caminhada em curso. Tamb\u00e9m a palavra estimulante de D. Ant\u00f3nio Marcelino surge oportuna, n\u00e3o a cortar \u201casas a quem pretende voar\u201d, mas a indicar a dire\u00e7\u00e3o do voo a fazer em plena liberdade.<br \/>\nO primeiro ano do itiner\u00e1rio sinodal est\u00e1 centrado no tema da Igreja \u00e0 luz do Vaticano II e inspira-se na experi\u00eancia feita na diocese de Tortosa, Catalunha. \u00c9 tema p\u00f3rtico que sempre abre horizontes e lan\u00e7a pontes com a sociedade envolvente. Ap\u00f3s a sess\u00e3o da Assembleia, ficam definidas algumas propostas que o bispo de Aveiro assume como orienta\u00e7\u00f5es pastorais e estabelece que sejam tidas em conta j\u00e1 no ano pastoral seguinte.<br \/>\nAs outras sess\u00f5es debru\u00e7am-se sobre temas apresentados pela Comiss\u00e3o Teol\u00f3gica e Pastoral que s\u00e3o debatidos e aprovados na Assembleia anterior: a par\u00f3quia, comunidade em renova\u00e7\u00e3o; a presen\u00e7a e a\u00e7\u00e3o dos crist\u00e3os no mundo; convocados para a miss\u00e3o; a comunica\u00e7\u00e3o na Igreja e o uso e partilha de bens e servi\u00e7os.<br \/>\nO n\u00famero de grupos e de participantes nas sess\u00f5es mantem-se razoavelmente est\u00e1vel \u2013 no come\u00e7o est\u00e3o envolvidas mais de tr\u00eas mil pessoas &#8211; e \u00e9 incentivado a crescer com iniciativas locais e diocesanas: ora\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e pessoas doentes, semana paroquial do S\u00ednodo, partilha de experi\u00eancias, cartazes, encena\u00e7\u00e3o de \u201crecortes\u201d da caminhada, apelos de D. Ant\u00f3nio Marcelino e do diretor da secretaria sinodal, P.e Manuel Ant\u00f3nio Carvalhais. Intervieram tamb\u00e9m outros respons\u00e1veis, quer diocesanos, quer paroquiais e dos institutos da vida consagrada.<br \/>\n\u201cPara a mim, h\u00e1 tr\u00eas refer\u00eancias fundamentais, declara um crist\u00e3o de \u00cdlhavo, a que recorro sempre que necessito: A B\u00edblia, livro da palavra de Deus para todos; os documentos do Vaticano II, livro da Igreja universal; e as Decis\u00f5es Sinodais, livro da nossa Igreja diocesana\u201d. Bela escala de aprecia\u00e7\u00e3o dos textos que, em diferentes n\u00edveis, se articulam e configuram profundamente.<br \/>\nA celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Igreja diocesana, em 1995, tem uma componente fortemente juvenil por ser o dia mundial dos jovens e por D. Ant\u00f3nio Marcelino querer confiar-lhes de modo especial as Decis\u00f5es Sinodais como garantia de um futuro de esperan\u00e7a alegre e criativa. E para o confirmar e relan\u00e7ar promove a \u201cCaminhada Sinodal com os Jovens\u201d logo no in\u00edcio do novo Mil\u00e9nio (2003-2004), encarregando de tal miss\u00e3o o respetivo Secretariado diocesano.<br \/>\nA Vigararia da Pastoral Geral \u00e9 incumbida de organizar e animar o p\u00f3s-S\u00ednodo em toda a diocese. Elabora, por isso, uma sequ\u00eancia de programas anuais em que repassa a caminhada feita na etapa anterior. O primeiro ano \u00e9 dedicado \u00e0s pessoas na Igreja \u2013 deveres e direitos dos fi\u00e9is e suas consequ\u00eancias pr\u00e1ticas; o segundo, \u00e0s associa\u00e7\u00f5es e movimentos apost\u00f3licos; o terceiro, aos espa\u00e7os de comunh\u00e3o e comunidade, especialmente a fam\u00edlia e a par\u00f3quia; o quarto \u00e0 Igreja diocesana no seu conjunto e reorganiza\u00e7\u00e3o no quadro da eclesiologia de comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o; o quinto, ao servi\u00e7o da Igreja na sociedade. Os tr\u00eas anos finais s\u00e3o vividos em profunda articula\u00e7\u00e3o com o projeto Jubilar do Ano Santo da Reden\u00e7\u00e3o proposto por Jo\u00e3o Paulo II para abrir as portas do novo Mil\u00e9nio. O ano 2000 \u00e9 tamb\u00e9m assinalado pela celebra\u00e7\u00e3o do Jubileu dos 25 anos da ordena\u00e7\u00e3o episcopal de D. Ant\u00f3nio Marcelino.<br \/>\nAs Decis\u00f5es Sinodais continuam a inspirar o agir da Igreja diocesana, agora em novas modalidades: a revis\u00e3o de normas pastorais, sobretudo para a inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3; a rela\u00e7\u00e3o jubilosa com a Eucaristia e respetivo culto, sobretudo dominical; a caminhada com os Jovens; o plano quinquenal que nos conduz a Miss\u00e3o Jubilar; e, agora, o plano trienal ainda em debate que tem por lema: \u201cIgreja de Aveiro, vive a alegria da miseric\u00f3rdia\u201d. Como facilmente se nota, a oportunidade deste lema \u00e9 manifesta e est\u00e1 em grande conson\u00e2ncia com o estilo pastoral do Papa Francisco e da sua exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica \u201cO rosto da Miseric\u00f3rdia\u201d, pela qual convoca toda a Igreja para a celebra\u00e7\u00e3o deste feliz acontecimento.<br \/>\nH\u00e1 outros elementos que deixam marcas profundas na Igreja diocesana. Salientam-se mais algumas: a beleza do conjunto quando as iniciativas fazem parte de um processo pastoral conscientemente assumido e n\u00e3o s\u00e3o consideradas de modo isolado, sem nexo, nem justifica\u00e7\u00e3o. A parte tem mais valor integrada no todo, bem como o instante no tempo \u2013 diz o Papa Francisco; o ambiente criado \u00e9 sustentado e potenciado por atitudes e gestos de pessoas e grupos que constituem a base da organiza\u00e7\u00e3o eclesial; a experi\u00eancia sinodal que expressa de modo feliz o ser e agir da Igreja; o acerto de fazer programas em que todos participam de modo acess\u00edvel; a paci\u00eancia da esperan\u00e7a que sabe que \u201ch\u00e1 um tempo para cada coisa\u201d e d\u00e1 alento a todos os que caminham juntos no mesmo rumo; as modalidades em que pode \u201cdesaguar\u201d a sua prossecu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nParte significativa da Igreja diocesana vive o seu S\u00ednodo que procura aplicar o esp\u00edrito de reforma eclesial preconizado pelo Vaticano II. Com altos e baixos, como \u00e9 pr\u00f3prio do ser humano, sobretudo dos seus conjuntos. Com apoios oportunos de suporte e revigoramento que revelam capacidade criativa e mobilizadora; apoios que continuam a ser indispens\u00e1veis para que a renova\u00e7\u00e3o prossiga na verdade do Evangelho. Com efeito, \u201cNovos caminhos se abrem\/ s\u00e3o os caminhos da esperan\u00e7a\/ \u00e9 esta a hora de Deus\/ o mundo espera por n\u00f3s\u201d. Ontem, hoje e sempre!<br \/>\n<strong>Georgino Rocha<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PRINCIPAIS ETAPAS DA CAMINHADA SINODAL<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>8 a 11 de dezembro de 1988<\/strong><br \/>\nNa conclus\u00e3o do Congresso dos Leigos, perante mais de quatrocentas pessoas, D. Ant\u00f3nio Marcelino anuncia a inten\u00e7\u00e3o de realizar um s\u00ednodo: \u201cO s\u00ednodo diocesano que vamos come\u00e7ar a preparar ser\u00e1, daqui a alguns anos, outra grande etapa do nosso esfor\u00e7o comum de fidelidade a Deus e aos Homens e de renova\u00e7\u00e3o da Diocese.\u201d<\/p>\n<p><strong>1 de janeiro de 1990<\/strong><br \/>\nO Bispo de Aveiro convoca a diocese para o s\u00ednodo, \u201cprojeto pastoral de grande interesse\u201d.<br \/>\n9 e 10 de junho de 1991<br \/>\nPrimeira sess\u00e3o, culminando a reflex\u00e3o em grupos ao longo de dois anos sobre \u201cIgreja \/ Comunh\u00e3o: Igreja diocesana como comunh\u00e3o e din\u00e2mica de comunidade, grupos, associa\u00e7\u00f5es e movimentos\u201d.<\/p>\n<p><strong>1 e 2 de maio de 1992<\/strong><br \/>\nPrimeira parte da segunda sess\u00e3o sinodal. Tema: \u201cPar\u00f3quia, comunidade em renova\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>4 e 5 de junho de 1992<\/strong><br \/>\nSegunda parte da segunda sess\u00e3o sinodal. Tema \u201cPar\u00f3quia, comunidade que suscita e educa a f\u00e9, celebra a liturgia e ensina a orar que eu vive e promove a caridade\u201d.<\/p>\n<p><strong>15 e 16 de maio de 1993<\/strong><br \/>\nTerceira assembleia sinodal. Tema: \u201cPresen\u00e7a e a\u00e7\u00e3o dos crist\u00e3os no mundo\u201d.<\/p>\n<p><strong>10 e 11 de junho de 1994<\/strong><br \/>\nQuarta sess\u00e3o sinodal. Tema: \u201cTodos convocados para a Miss\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>1 de maio de 1995<\/strong><br \/>\nQuinta sess\u00e3o sinodal. Tema: \u201cConstrutores da Comunh\u00e3o: a comunica\u00e7\u00e3o na Igreja e o seu uso e a partilha de bens e servi\u00e7os\u201d.<br \/>\n<strong>4 de junho de 1995<\/strong><br \/>\nDomingo de Pentecostes. Apresenta\u00e7\u00e3o e aprova\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es sinodais no Semin\u00e1rio e celebra\u00e7\u00e3o na S\u00e9 de Aveiro. D. Ant\u00f3nio Marcelino reconhece que o s\u00ednodo n\u00e3o entusiasmou todas as par\u00f3quias, servi\u00e7os ou mesmo \u201cos membros qualificados da comunidade diocesana\u201d e afirma que \u201ca pastoral de subsist\u00eancia, bem como o individualismo pastoral e apost\u00f3lico, por mais generosos que sejam n\u00e3o t\u00eam futuro na Igreja Diocesana\u201d. Apela \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos leigos, ao di\u00e1logo com a cultura e \u00e0 viv\u00eancia de um \u201cperfil mission\u00e1rio e evangelizador\u201d, que \u00e9 o \u201cperfil da Igreja e que tem de ser vis\u00edvel em todos os seus membros e comunidades\u201d.<\/p>\n<p><strong>25 de junho de 1995<\/strong><br \/>\nCelebra\u00e7\u00e3o do Dia da Igreja Diocesana, em Vagos, sob o lema \u201cComunh\u00e3o e miss\u00e3o sempre\u201d. No s\u00edmbolo da entrega das decis\u00f5es sinodais aos jovens, o Bispo de Aveiro quis confiar-lhes o futuro da diocese.<\/p>\n<p><strong>1 de setembro de 1995<\/strong><br \/>\nD. Ant\u00f3nio Marcelino assina o decreto de promulga\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es sinodais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OS GRANDES TEMAS DO S\u00cdNODO<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodolivro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-25910 size-full\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodolivro.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodolivro.jpg 250w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sinodolivro-215x300.jpg 215w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Os principais documentos e as decis\u00f5es sinodais est\u00e3o publicados em livro. Os decretos das decis\u00f5es (18 na primeira edi\u00e7\u00e3o dos documentos e 20 na segunda, devido ao desdobramento dos temas) dizem respeito aos seguintes assuntos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Igreja Diocesana<\/strong><br \/>\n<strong>A Igreja na Sociedade Aveirense<\/strong><br \/>\n<strong>Leigos na Igreja<\/strong><br \/>\n<strong>Minist\u00e9rio Ordenado<\/strong><br \/>\n<strong>Vida Consagrada<\/strong><br \/>\n<strong>Pastoral Familiar<\/strong><br \/>\n<strong>Par\u00f3quia<\/strong><br \/>\n<strong>Arciprestado<\/strong><br \/>\n<strong>Pastoral Prof\u00e9tica<\/strong><br \/>\n<strong>Forma\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica sistem\u00e1tica<\/strong><br \/>\n<strong>Pastoral Lit\u00fargica<\/strong><br \/>\n<strong>Pastoral da Caridade<\/strong><br \/>\n<strong>Partilha de Bens e Servi\u00e7os<\/strong><br \/>\n<strong>Crist\u00e3os na Vida Social<\/strong><br \/>\n<strong>Crist\u00e3os na A\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica<\/strong><br \/>\n<strong>Crist\u00e3os no Mundo do Trabalho<\/strong><br \/>\n<strong>Semin\u00e1rio Diocesano<\/strong><br \/>\n<strong>Pastoral das Voca\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\n<strong>A Comunica\u00e7\u00e3o na Igreja Diocesana<\/strong><br \/>\n<strong>Ecumenismo<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P.e Georgino Rocha, art\u00edfice principal do segundo S\u00ednodo Diocesano de Aveiro (o primeiro foi em 1944), escreve sobre o importante acontecimento para a renova\u00e7\u00e3o da Diocese de Aveiro que foi a caminhada conclu\u00edda no dia 4 de junho de 1995 e refere alguns passos do p\u00f3s-s\u00ednodo. &nbsp; &nbsp; O II S\u00ednodo diocesano surge como um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":25913,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-25908","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25908","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25908"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25908\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25912,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25908\/revisions\/25912"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25913"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25908"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25908"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25908"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}