{"id":26056,"date":"2015-07-22T15:03:09","date_gmt":"2015-07-22T15:03:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26056"},"modified":"2015-07-22T15:03:09","modified_gmt":"2015-07-22T15:03:09","slug":"bodas-de-ouro-sacerdotais-dos-padres-manuel-armando-e-aderito-abrantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bodas-de-ouro-sacerdotais-dos-padres-manuel-armando-e-aderito-abrantes\/","title":{"rendered":"Bodas de ouro sacerdotais dos padres Manuel Armando e Ad\u00e9rito Abrantes"},"content":{"rendered":"<p><strong>Os padres Manuel Armando, p\u00e1roco de Aguada de Baixo e de Avel\u00e3s de Caminho, e Ad\u00e9rito Abrantes, p\u00e1roco de Santa Joana, completam no s\u00e1bado, 25 de julho, 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral. Em Aguada de Baixo, onde um \u00e9 p\u00e1roco e de onde o outro \u00e9 natural, o Bispo de Aveiro preside \u00e0 Eucaristia de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, na pr\u00f3xima sexta-feira, 24, \u00e0s 19h30.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/armando.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-26057\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/armando.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"248\" \/><\/a><\/p>\n<h4>Padre\u00a0Manuel Armando<\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O padre Manuel Armando Rodrigues Marques (Vale Maior, 6 de outubro de 1941) assinala os seus 50 anos de padre com celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas e com o lan\u00e7amento de mais um livro, o sexto. \u201cPoderia celebrar os 50 anos com grandes discursos e, sei l\u00e1, com quantas coisas mais. Todavia, olhando para tr\u00e1s, reparo que a grandeza de Deus, manifestada no sacerd\u00f3cio a que me chamou, tem de ser cantada na simplicidade. A humildade e a gratid\u00e3o dever\u00e3o ser a \u00fanica escrita da partitura\u201d, afirma ao Correio do Vouga, sobre o livro que tem por t\u00edtulo \u201cSomos o poema de Deus\u201d.<br \/>\nPorqu\u00ea este t\u00edtulo? \u201cQuando contemplamos a pessoa que somos e o mundo com as coisas belas que ele comporta, descobrimos que Deus sentiu alegria por quanto fez. Ele cantou-nos. Ele escreveu-nos para ficarmos por debaixo das notas da pauta, como uma mensagem alegre de Salva\u00e7\u00e3o. Organizou um di\u00e1logo a tr\u00eas &#8211; Ele, a Natureza e n\u00f3s. Compomos, assim, um hino de louvor e gratid\u00e3o ao Criador e \u00e0 vida, pelos benef\u00edcios que nos s\u00e3o dados a usufruir nas tarefas e miss\u00e3o de todos os dias. Esta forma simples de ver as coisas e n\u00e3o desperdi\u00e7\u00e1-las \u00e9 o fundo deste meu livro\u201d.<br \/>\nO livro ser\u00e1 apresentado no dia 25 de julho, \u00e0s 15h00, no Sal\u00e3o da Junta de freguesia de Aguada de Baixo, como conta o autor: \u201cO ambiente pretende-se que seja de festa. A apresenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 a cargo de D. Ant\u00f3nio Moiteiro. Depois, atuar\u00e1 o Orfe\u00e3o do Para\u00edso Social, de Aguada de Baixo, o Grupo de Cantares, de Avel\u00e3s de Caminho, v\u00e1rios elementos do Clube dos Fenianos, do Porto, com a sua arte da magia e o Padre Lu\u00eds Vieira, das Miss\u00f5es da Boa Nova, de Cucuj\u00e3es, com as suas can\u00e7\u00f5es. \u00c9 um programa recheado de muita abertura e alegria\u201d. A primeira apresenta\u00e7\u00e3o, contudo, j\u00e1 aconteceu no dia 19 de julho, em Vale Maior, terra natal do padre que tamb\u00e9m \u00e9 conhecido pelos seus dotes de magia e de hipnotismo.<br \/>\nO P.e Manuel Armando vive estes 50 anos de sacerd\u00f3cio ministerial com \u201cgratid\u00e3o a Jesus Cristo\u201d. \u00c9 \u201ctempo de balan\u00e7o sobre a miss\u00e3o, a obriga\u00e7\u00e3o e o desempenho. Pedido de perd\u00e3o a Deus e \u00e0s comunidades, nas quais passei, pelas minhas defici\u00eancias e recobrar for\u00e7as para o que me restar\u00e1 como segredo escondido no cora\u00e7\u00e3o do Senhor\u201d, refere.<br \/>\nCom padre, Manuel Armando foi coadjutor na Gafanha da Nazar\u00e9 de 1965 a 1966, coadjutor em \u00c1gueda de 1966 a 1970, acumulando a paroquialidade de Castanheira do Vouga, e p\u00e1roco de Cacia de 1970 a 1990. Desde h\u00e1 25 anos \u00e9 p\u00e1roco de Aguada de Baixo (\u00c1gueda) e Avel\u00e3s de Caminho (Anadia).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/aderito.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-26058\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/aderito.jpg\" alt=\"aderito\" width=\"200\" height=\"229\" \/><\/a><\/p>\n<h4>Padre Ad\u00e9rito Abrantes<\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma Missa \u00abnormal\u00bb e um jantar com a minha fam\u00edlia\u201d \u2013 era assim que o padre Ad\u00e9rito Rodrigues Abrantes (Aguada de Baixo, 7 de setembro de 1941) queria passar o jubileu dos 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o. Mas foi surpreendido por uma comiss\u00e3o que quis uma festa maior, com Missa solene, no dia 25, \u00e0s 19h, em Santa Joana, presidida pelo Bispo de Aveiro, e um jantar no Solar das Est\u00e1tuas. \u201cSenti-me ultrapassado e at\u00e9 angustiado, porque queria passar um dia simples, despercebido\u201d, disse ao Correio do Vouga. Por isso p\u00f4s algumas condi\u00e7\u00f5es: nada de discursos e que todos possam participar, mesmo quem n\u00e3o tem recursos.<br \/>\nO P.e Ad\u00e9rito reconhece, por outro lado, que a sua fam\u00edlia s\u00e3o, tamb\u00e9m, os paroquianos de Santa Joana. Como l\u00edder da comunidade crist\u00e3, \u00e9 mais velho do que a pr\u00f3pria par\u00f3quia. Ordenado em 1965, com Manuel Armando (ver texto ao lado) e Jo\u00e3o M\u00f3nica e Carlos Belo (j\u00e1 falecidos), esteve dois anos da Branca, com o P.e Conde, e est\u00e1 em Santa Joana desde 1967, tendo visto surgir a reitoria (par\u00f3quia experimental) em 1969 e colaborado decisivamente para a institui\u00e7\u00e3o da par\u00f3quia, em 1976.<br \/>\n\u201cSente-se o grande obreiro da par\u00f3quia de Santa Joana?\u201d, perguntamos-lhe. \u201cTire o \u00abgrande\u00bb. Fui colaborador com muitos outros colaboradores. Foi o povo que comprou os terrenos e construiu a Igreja e a casa paroquial\u201d e outras estruturas da par\u00f3quia. Refira-se que Santa Joana foi constitu\u00edda a partir de territ\u00f3rios da Gl\u00f3ria, Vera Cruz e Esgueira. \u201cNos primeiros anos, os lugares n\u00e3o se davam. Tinha de fazer tudo em duplicado, encontros de catequistas, celebra\u00e7\u00f5es\u2026 Com o tempo, fomos construindo a unidade paroquial\u201d. Hoje, o p\u00e1roco olha com gosto para a sua comunidade, muito din\u00e2mica na catequese, nos coros, na juventude, no escutismo.<br \/>\nPor estes dias, o P.e Ad\u00e9rito teve uma alegria especial: a ordena\u00e7\u00e3o do jovem Pedro Barros, que presidiu \u00e0 Missa Nova em Santa Joana no dia 19 de julho. Outros dois foram ordenados desde que est\u00e1 em Santa Joana: P.e Fernando Pinto (faleceu em 2013) e P.e Silv\u00e9rio Silva Rebelo (para a diocese de Set\u00fabal).<br \/>\nO P.e Ad\u00e9rito considera a disponibilidade para os outros como a qualidade essencial do padre. \u201cAntes de dizer sim ou n\u00e3o, coloco-me sempre no lugar da outra pessoa. N\u00e3o me considero nenhum modelo, mas a palavra que mais me custa pronunciar \u00e9 a palavra \u00abn\u00e3o\u00bb. Se algum dia tenho de dizer um \u00abn\u00e3o\u00bb, fico mal comigo pr\u00f3prio\u201d. Foi este n\u00e3o gostar de dizer \u00abn\u00e3o\u00bb que quebrou a resist\u00eancia ao contacto do Correio do Vouga, mesmo que modesto, e, afinal, ao reconhecimento paroquial no pr\u00f3ximo s\u00e1bado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os padres Manuel Armando, p\u00e1roco de Aguada de Baixo e de Avel\u00e3s de Caminho, e Ad\u00e9rito Abrantes, p\u00e1roco de Santa Joana, completam no s\u00e1bado, 25 de julho, 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral. 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