{"id":2611,"date":"2010-09-08T10:01:00","date_gmt":"2010-09-08T10:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2611"},"modified":"2010-09-08T10:01:00","modified_gmt":"2010-09-08T10:01:00","slug":"domingo-xxiv-do-tempo-comum-ano-c","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/domingo-xxiv-do-tempo-comum-ano-c\/","title":{"rendered":"Domingo XXIV do Tempo Comum &#8211; Ano C"},"content":{"rendered":"<p>Leituras Dominicais <!--more--> 1.\u00aa LEITURA Ex 32, 7-11.13-14<\/p>\n<p>Naqueles dias, o Senhor falou a Mois\u00e9s, dizendo: \u00abDesce depressa, porque o teu povo, que tiraste da terra do Egipto, corrompeu-se. N\u00e3o tardaram em desviar-se do caminho que lhes tracei. Fizeram um bezerro de metal fundido, prostraram-se diante dele, ofereceram-lhe sacrif\u00edcios e disseram: \u2018Este \u00e9 o teu Deus, Israel, que te fez sair da terra do Egipto\u2019\u00bb. O Senhor disse ainda a Mois\u00e9s: \u00abTenho observado este povo: \u00e9 um povo de dura cerviz. Agora deixa que a minha indigna\u00e7\u00e3o se inflame contra eles e os destrua. De ti farei uma grande na\u00e7\u00e3o\u00bb. Ent\u00e3o Mois\u00e9s procurou aplacar o Senhor seu Deus, dizendo: \u00abPor que raz\u00e3o, Senhor, se h\u00e1-de inflamar a vossa indigna\u00e7\u00e3o contra o vosso povo, que libertastes da terra do Egipto com t\u00e3o grande for\u00e7a e m\u00e3o t\u00e3o poderosa? Lembrai-Vos dos vossos servos Abra\u00e3o, Isaac e Israel, a quem jurastes pelo vosso nome, dizendo: \u2018Farei a vossa descend\u00eancia t\u00e3o numerosa como as estrelas do c\u00e9u e dar-lhe-ei para sempre em heran\u00e7a toda a terra que vos prometi\u2019\u00bb. Ent\u00e3o o Senhor desistiu do mal com que tinha amea\u00e7ado o seu povo.<\/p>\n<p>2.\u00aa LEITURA 1 Tim 1, 12-17<\/p>\n<p>Car\u00edssimo: Dou gra\u00e7as \u00c0quele que me deu for\u00e7a, Jesus Cristo, Nosso Senhor, que me julgou digno de confian\u00e7a e me chamou ao seu servi\u00e7o, a mim que tinha sido blasfemo, perseguidor e violento. Mas alcancei miseric\u00f3rdia, porque agi por ignor\u00e2ncia, quando ainda era descrente. A gra\u00e7a de Nosso Senhor superabundou em mim, com a f\u00e9 e a caridade que temos em Cristo Jesus. \u00c9 digna de f\u00e9 esta palavra e merecedora de toda a aceita\u00e7\u00e3o: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores e eu sou o primeiro deles. Mas alcancei miseric\u00f3rdia, para que, em mim primeiramente, Jesus Cristo manifestasse toda a sua magnanimidade, como exemplo para os que h\u00e3o-de acreditar n\u2019Ele, para a vida eterna. Ao Rei dos s\u00e9culos, Deus imortal, invis\u00edvel e \u00fanico, honra e gl\u00f3ria pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos. <\/p>\n<p>EVANGELHO \u2013 Lc 15, 1-32<\/p>\n<p>Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: \u00abEste homem acolhe os pecadores e come com eles\u00bb. Jesus disse-lhes ent\u00e3o a seguinte par\u00e1bola: \u00abQuem de v\u00f3s, que possua cem ovelhas e tenha perdido uma delas, n\u00e3o deixa as outras noventa e nove no deserto, para ir \u00e0 procura da que anda perdida, at\u00e9 a encontrar? Quando a encontra, p\u00f5e-na alegremente aos ombros e, ao chegar a casa, chama os amigos e vizinhos e diz-lhes: \u2018Alegrai-vos comigo, porque encontrei a minha ovelha perdida\u2019. Eu vos digo: Assim haver\u00e1 mais alegria no C\u00e9u por um s\u00f3 pecador que se arrependa, do que por noventa e nove justos, que n\u00e3o precisam de arrependimento. Ou ent\u00e3o, qual \u00e9 a mulher que, possuindo dez dracmas e tendo perdido uma, n\u00e3o acende uma l\u00e2mpada, varre a casa e procura cuidadosamente a moeda at\u00e9 a encontrar? Quando a encontra, chama as amigas e vizinhas e diz-lhes: \u2018Alegrai-vos comigo, porque encontrei a dracma perdida\u2019. Eu vos digo: Assim haver\u00e1 alegria entre os Anjos de Deus por um s\u00f3 pecador que se arrependa\u00bb. Jesus disse-lhes ainda: \u00abUm homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: \u2018Pai, d\u00e1-me a parte da heran\u00e7a que me toca\u2019. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um pa\u00eds distante e por l\u00e1 esbanjou quanto possu\u00eda, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela regi\u00e3o e ele come\u00e7ou a passar priva\u00e7\u00f5es. Entrou ent\u00e3o ao servi\u00e7o de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ningu\u00e9m lhas dava. Ent\u00e3o, caindo em si, disse: \u2018Quantos trabalhadores de meu pai t\u00eam p\u00e3o em abund\u00e2ncia, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o C\u00e9u e contra ti. J\u00e1 n\u00e3o mere\u00e7o ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores\u2019. P\u00f4s-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: enchendo-se de compaix\u00e3o, correu a lan\u00e7ar-se-lhe ao pesco\u00e7o, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: \u2018Pai, pequei contra o C\u00e9u e contra ti. J\u00e1 n\u00e3o mere\u00e7o ser chamado teu filho\u2019. Mas o pai disse aos servos: \u2018Trazei depressa a melhor t\u00fanica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sand\u00e1lias nos p\u00e9s. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou \u00e0 vida, estava perdido e foi reencontrado\u2019. E come\u00e7ou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a m\u00fasica e as dan\u00e7as. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: \u2018O teu irm\u00e3o voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou s\u00e3o e salvo\u2019. Ele ficou ressentido e n\u00e3o queria entrar. Ent\u00e3o o pai veio c\u00e1 fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: \u2018H\u00e1 tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de m\u00e1 vida, mataste-lhe o vitelo gordo\u2019. Disse-lhe o pai: \u2018Filho, tu est\u00e1s sempre comigo e tudo o que \u00e9 meu \u00e9 teu. Mas t\u00ednhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irm\u00e3o estava morto e voltou \u00e0 vida, estava perdido e foi reencontrado\u2019\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leituras Dominicais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-2611","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espiritualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2611","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2611"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2611\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2611"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2611"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2611"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}