{"id":26221,"date":"2015-09-30T10:11:52","date_gmt":"2015-09-30T10:11:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26221"},"modified":"2015-09-30T10:11:52","modified_gmt":"2015-09-30T10:11:52","slug":"antonio-moiteiro-benzeu-capela-da-ressurreicao-em-oia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/antonio-moiteiro-benzeu-capela-da-ressurreicao-em-oia\/","title":{"rendered":"Ant\u00f3nio Moiteiro benzeu Capela da Ressurrei\u00e7\u00e3o em Oi\u00e3"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_26222\" aria-describedby=\"caption-attachment-26222\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/bencao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-26222\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/bencao.jpg\" alt=\"D. Ant\u00f3nio Moiteiro, P.e M\u00e1rio Ferreira, M\u00e1rio Jo\u00e3o Oliveira e Victor Ferreira\" width=\"700\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/bencao.jpg 700w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/bencao-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26222\" class=\"wp-caption-text\">D. Ant\u00f3nio Moiteiro, P.e M\u00e1rio Ferreira, M\u00e1rio Jo\u00e3o Oliveira e Victor Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Moiteiro, benzeu, na tarde do \u00faltimo s\u00e1bado, cheio de sol, a Capela da Ressurrei\u00e7\u00e3o (vulgo capela mortu\u00e1ria), um equipamento que, h\u00e1 muitos anos, vinha fazendo falta \u00e0 freguesia de Oi\u00e3. Trata-se de um \u201cbelo projeto do Eng\u00ba Eug\u00e9nio Maia e da nossa muito querida arquiteta Joana Mota\u201d, havia de sublinhar Padre M\u00e1rio Ferreira. Para assinalar a feliz dada foi descerrada uma placa comemorativa pelo Bispo, p\u00e1roco, padre M\u00e1rio, o grande impulsionador, e pelo presidente da c\u00e2mara, M\u00e1rio Jo\u00e3o Oliveira e presidente da JF, Victor Oliveira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Um sonho, muito trabalho e esfor\u00e7o.<\/strong> O evento constituiu uma esp\u00e9cie de Dia da Comunidade, de grande uni\u00e3o e partilha. Perante o Largo de S. Sebasti\u00e3o regorgitando de gente, crian\u00e7as, adolescentes e jovens (era celebrada a abertura da catequese), e gente de todas as faixas et\u00e1rias, padre M\u00e1rio Ferreira, ap\u00f3s a b\u00ean\u00e7\u00e3o do interior do novo templo e a cal\u00e7ada portuguesa que agora embeleza toda a \u00e1rea envolvente da igreja, outro investimento que concorreu para o embelezamento do templo e ap\u00f3s os agradecimentos gerais, real\u00e7ou que, de futuro, ser\u00e1 neste templo que \u201ca Comunidade Crist\u00e3 de Oi\u00e3 passar\u00e1 a reunir para se despedir com dignidade dos nossos entes queridos e refor\u00e7ar nossos la\u00e7os enquanto comunidade\u201d. Considerou ainda que \u201ceste \u00e9 um espa\u00e7o, acima de tudo, de esperan\u00e7a que come\u00e7ou com um sonho. Esta constru\u00e7\u00e3o foi fruto de muito sacrif\u00edcio e trabalho\u201d cujos custos finais dever\u00e3o rondar os 140 mil euros. Sonho que come\u00e7ou a borbulhar em 2011 pela \u201cnecessidade de se ter um local digno onde se pudesse velar aqueles que nos v\u00e3o deixando (\u2026) e havia muitas pessoas empenhadas na constru\u00e7\u00e3o deste sonho\u201d, ainda que nessa altura andasse o mesmo Conselho Econ\u00f3mico Pastoral \u201ccom grandes obras na igreja\u201d. No entanto, come\u00e7aram a dar-se os primeiros passos como defini\u00e7\u00e3o do local, dilig\u00eancias na aquisi\u00e7\u00e3o do terreno, angaria\u00e7\u00e3o de fundos, elabora\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios projetos. Tratados os tr\u00e2mites legais, a obra, em face do concurso, foi entregue \u00e0 empresa Malhamuros. Ld\u00aa, de Malhap\u00e3o. N\u00e3o esqueceu de lembrar que, apesar de nem sempre estarmos todos de acordo, \u201ctodos t\u00eam feito para servir esta Comunidade na concretiza\u00e7\u00e3o das obras e que todos me t\u00eam ajudado a tomarmos as melhores decis\u00f5es\u201d. Apesar do muito esfor\u00e7o e trabalho, fez, a terminar, esta confiss\u00e3o: \u201cN\u00e3o \u00e9 a capela da Ressurrei\u00e7\u00e3o a menina dos meus olhos. A menina dos meus olhos \u00e9 a igreja, sois todos e cada um de v\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o.<\/strong> \u201cH\u00e1 muita gente ligada a esta grande obra e at\u00e9 algumas pessoas, de forma an\u00f3nima, quiseram associar-se. Era uma obra muito necess\u00e1ria, \u00e9 uma aten\u00e7\u00e3o que se devia aos que partiam\u201d, afirmou o edil M\u00e1rio Jo\u00e3o Oliveira. Por\u00e9m, Oi\u00e3, era a \u00fanica exce\u00e7\u00e3o no concelho, por isso gostaria de dar os parab\u00e9ns a toda a equipa. Ser\u00e1 de lembrar que a c\u00e2mara subsidiou a obra com 20 mil euros e o Estado com 45 mil. M\u00e1rio Jo\u00e3o, a prop\u00f3sito da ajuda municipal, quis frisar que \u201cn\u00e3o foi um favor, mas uma obriga\u00e7\u00e3o\u201d. O restante saiu da generosidade de muita gente. Por sua vez, D. Ant\u00f3nio Moiteiro, abordando este equipamento, durante a homilia, afirmava que poderia chamar-se \u201cCapela da vida\u201d, pois \u201cquem n\u00e3o tem f\u00e9 vive para morrer; mas quem tem f\u00e9 morre para a vida\u201d. E mais: \u201cEsta igreja deve ter outro significado: deve ser ponto de comunh\u00e3o para todos os lugares, um sentido especial de unidade. Daqui converge toda a vida\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oi\u00e3, n\u00e3o pares de sonhar<\/strong>. Findas as interven\u00e7\u00f5es, a prociss\u00e3o, sa\u00edda de junto da capela da Ressurrei\u00e7\u00e3o, atravessando a multid\u00e3o, dirigiu-se para o palco em que se podia ler este lema: \u201cOi\u00e3, n\u00e3o pares, continua a sonhar\u201d. Aqui, D. Ant\u00f3nio Moiteiro celebrou a santa missa, solenizada pelo coro paroquial, com a guarda de honra, vestida de branco, formada por in\u00fameros ac\u00f3litos. Sendo dia da abertura da catequese, os seus respons\u00e1veis trataram do embelezamento do palco e muitas crian\u00e7as fizeram algumas leituras. No final, foram entregues lembran\u00e7as a D. Ant\u00f3nio Moiteiro e ao padre M\u00e1rio pelos seus sete anos ao servi\u00e7o da par\u00f3quia, cujo trabalho foi lembrado e exaltado por Amorim Nunes, dizendo nomeadamente que o p\u00e1roco \u201ctem cuidado bem do povo que Deus lhe confiou, com novas din\u00e2micas evangelizadoras que d\u00e3o vida e enriquecem a nossa par\u00f3quia\u201d, o que levou padre M\u00e1rio a concluir: \u201ca vida s\u00f3 \u00e9 importante se estiver ao servi\u00e7o (\u2026) Fiz o que devia, agora devo o que fiz\u201d. Dia de festa, esta continuou com um lanche e com a atua\u00e7\u00e3o gratuita do Grupo de Cantares do Silveiro.<br \/>\n<strong>Armor Pires Mota<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Bispo de Aveiro, D. 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