{"id":26224,"date":"2015-09-30T10:17:06","date_gmt":"2015-09-30T10:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26224"},"modified":"2015-09-30T10:20:15","modified_gmt":"2015-09-30T10:20:15","slug":"deus-deu-me-o-dom-de-amar-e-gostar-de-trabalhar-com-as-pessoas-que-encontro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/deus-deu-me-o-dom-de-amar-e-gostar-de-trabalhar-com-as-pessoas-que-encontro\/","title":{"rendered":"&#8220;Deus deu-me o dom de amar e gostar de trabalhar com as pessoas que encontro&#8221;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_26225\" aria-describedby=\"caption-attachment-26225\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ad.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-26225\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ad.jpg\" alt=\"D. Ant\u00f3nio Moiteiro ficou \u00e0 esquerda, bem perto do Papa Francisco\" width=\"700\" height=\"474\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ad.jpg 700w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ad-300x203.jpg 300w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/ad-190x130.jpg 190w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26225\" class=\"wp-caption-text\">D. Ant\u00f3nio Moiteiro ficou \u00e0 esquerda, bem perto do Papa Francisco<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>D. Ant\u00f3nio Moiteiro completou no dia 13 de setembro um ano como Bispo de Aveiro. Dias antes, esteve em Roma, com os bispos portugueses na \u201cvisita ad limina\u201d, isto \u00e9, a visita que os bispos devem fazer periodicamente ao Papa. Neste entrevista ao Correio do Vouga, revela alguns aspetos da visita, faz um balan\u00e7o deste ano em Aveiro e fala da visita pastoral a \u00c1gueda, que se inicia em outubro. Entrevista conduzida por Jorge Pires Ferreira.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Correio do Vouga \u2013 Sr. Bispo, que impress\u00f5es lhe ficaram desta sua primeira visita ao Papa?<\/strong><br \/>\n<strong>D. Ant\u00f3nio Moiteiro<\/strong> \u2013 A primeira realidade que me ajudou a ter uma perspetiva da \u201cvisita ad limina\u201d foi elaborar o relat\u00f3rio quinquenal. Juridicamente, como era Bispo de Aveiro h\u00e1 um ano, n\u00e3o era obrigado a fazer o relat\u00f3rio. Tinha acontecido o mesmo com D. Ant\u00f3nio Francisco. Ele veio para Aveiro em 2006 e logo a seguir foi a visita (novembro de 2007). Ele fez o relat\u00f3rio juntamente com D. Ant\u00f3nio Marcelino. Foi assinado pelos dois. Ora, eu pensei que um servi\u00e7o que poderia fazer \u00e0 Diocese e aos servi\u00e7os centrais da Igreja era elaborar o relat\u00f3rio. Se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos feito os relat\u00f3rios, quer eu, quer D. Ant\u00f3nio Francisco, porque n\u00e3o \u00e9ramos obrigados, a Diocese de Aveiro teria um per\u00edodo longo sem relat\u00f3rio. Este primeiro aspeto ajudou-me a entender os n\u00fameros da Diocese, a realidade humana e as suas v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es.<br \/>\nA visita propriamente dita constou de tr\u00eas partes. Primeiro, o encontro com o Papa. Depois, a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia nas quatro bas\u00edlicas, S. Pedro, S. Paulo Extramuros, S. Jo\u00e3o de Latr\u00e3o e Santa Maria Maior. Celebramos, ainda, no Col\u00e9gio Portugu\u00eas. Por fim, a visita aos organismos da Santa S\u00e9, congrega\u00e7\u00f5es e pontif\u00edcios conselhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como foi o encontro com o Papa Francisco?<\/strong><br \/>\nNo encontro com o Papa percebemos verdadeiramente que o Papa \u00e9 um pai. Posso revelar, n\u00e3o \u00e9 sigilo, que o Papa come\u00e7ou por nos dizer: \u201cEstai \u00e0 vontade. Colocai todos os problemas que entenderdes. Estamos todos \u00e0 vontade. At\u00e9 podeis criticar o Papa\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E criticaram?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o surgiram cr\u00edticas, mas apresentamos os nossos problemas. Ficou-me a impress\u00e3o de paternidade e ao mesmo tempo de colegialidade. Eu, bispo, senti-me sucessor dos ap\u00f3stolos. N\u00e3o me senti como um delegado, mas como aquele \u00e9 o pastor que o Esp\u00edrito colocou nesta igreja para, juntamente com o Papa, em comunh\u00e3o eclesial, a construirmos. Foi um sentimento forte. N\u00e3o somos delegados, somos bispos nas nossas dioceses como ele \u00e9 Bispo de Roma.<br \/>\nO segundo ponto que real\u00e7o foi a clarivid\u00eancia com que o Papa tocou em alguns dos aspetos fundamentais da nossa vida de Igreja portuguesa. No discurso falou-nos fundamentalmente da juventude, inserida na catequese, na revitaliza\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e na sinodalidade.<br \/>\nA Igreja \u00e9 Igreja enquanto comunh\u00e3o e, enquanto comunh\u00e3o, tem a miss\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3: fazer disc\u00edpulos, formando-os sobretudo pela catequese. Ainda nesta quest\u00e3o da comunh\u00e3o, o Papa alentou-nos \u00e0 esperan\u00e7a perante o desafio da seculariza\u00e7\u00e3o galopante na Europa. Afirmou que h\u00e1 par\u00f3quias que n\u00e3o respondem a estes desafios, mas foi para n\u00f3s fonte de esperan\u00e7a na miss\u00e3o que nos est\u00e1 confiada.<br \/>\nSinto que as quest\u00f5es referidas pelo Papa s\u00e3o os problemas-chave que tamb\u00e9m que referi na minha entrada em Aveiro: fam\u00edlia e jovens. N\u00f3s vamos dando conta que a inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 \u2013 o fazer disc\u00edpulos, que \u00e9 disso que se trata \u2013, tem muitas defici\u00eancias devido a imensos fatores: sociais, familiares, da economia. H\u00e1 muitos fatores que afetam a transmiss\u00e3o dos valores e dos Evangelho. O Evangelho n\u00e3o \u00e9 transmiss\u00e3o de valores, \u00e9 uma pessoa, Jesus Cristo, que leva consigo um estilo de vida que implica viv\u00eancia de valores. Outro aspeto que o Papa real\u00e7ou foi a sinodalidade. Um p\u00e1roco n\u00e3o pode trabalhar sozinho, um movimento apost\u00f3lico n\u00e3o se pode isolar. N\u00e3o podemos trabalhar sozinhos. O presbit\u00e9rio tem de ser uma comunh\u00e3o, o bispo tem de estar em comunh\u00e3o com a Igreja diocesana. S\u00f3 nesta sinodalidade, isto \u00e9 caminhar juntos, se constr\u00f3i o Reino de Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A sinodalidade tamb\u00e9m se refere ao \u201ccaminhar juntos\u201d das dioceses?<\/strong><br \/>\nTemos a obriga\u00e7\u00e3o de, na Igreja, partilharmos a vida, os recursos humanos e at\u00e9 econ\u00f3micos. Se vamos analisar caso a caso, temos dioceses com mais recursos que outras, mas todas elas t\u00eam outras dificuldades. As dioceses j\u00e1 partilham v\u00e1rios sacerdotes para os servi\u00e7os da Igreja portuguesa. Tem sido muito saud\u00e1vel essa partilha. O Papa referiu este aspeto importante: o renovamento da pastoral da Igreja em Portugal desde a \u00faltima visita. Tem sido um trabalho em conjunto importante e com reflexos na vida das dioceses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Este trabalho nacional, depois da visita de 2007, est\u00e1 mesmo a avan\u00e7ar? Ou s\u00f3 se fez um documento de recolha das partilhas das dioceses?<\/strong><br \/>\nH\u00e1 atrasos na implementa\u00e7\u00e3o de linhas nacionais, mas a Comiss\u00e3o Episcopal da Miss\u00e3o e Nova Evangeliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 empenhada em continuar este trabalho. Penso que \u00e9 um dos desafios que vamos ter no pr\u00f3ximo plen\u00e1rio da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Temos de analisar o discurso do Santo Padre e descobrir caminhos de renova\u00e7\u00e3o. Este trabalho ficou aqu\u00e9m daquilo que se esperava, mas serviu para ir dando alguma consist\u00eancia aos planos pastorais das dioceses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Falou ao Papa de Aveiro, al\u00e9m de levar o relat\u00f3rio?<\/strong><br \/>\nO relat\u00f3rio \u00e9 um documento estat\u00edstico: quem \u00e9 o bispo, quais s\u00e3o os servi\u00e7os, como est\u00e1 a catequese, os jovens, o presbit\u00e9rio, quantos foram ordenados, quando sa\u00edram, como est\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o com outras religi\u00f5es, com est\u00e1 economia da diocese\u2026 enfim, a vida normal.<br \/>\nO Papa n\u00e3o recebeu cada bispo em particular, como noutras visitas. Reuniu com os bispos da Prov\u00edncias de Lisboa e \u00c9vora e depois com os da de Braga, \u00e0 qual pertence Aveiro, juntamente com o Ordinariato Castrense.<br \/>\nDentro da reserva que \u00e9 o di\u00e1logo com o Papa, o que n\u00f3s fizemos foi colocar durante hora e meia algumas quest\u00f5es e dialogar. Coloc\u00e1vamos perguntas e inquieta\u00e7\u00f5es, o Papa dava a sua opini\u00e3o e foi muito enriquecedor. No final, os bispos que tinham experi\u00eancia de encontros pessoais diziam que assim tamb\u00e9m foi muito rico porque cada um de n\u00f3s representou n\u00e3o tanto a diocese mas sim mas os problemas que s\u00e3o comuns. Refletimos em conjunto.<br \/>\nNa ordem alfab\u00e9tica, a Diocese de Aveiro \u00e9 a primeira. Eu estava do lado esquerdo do Papa. Depois do arcebispo primaz, eu apresentei a diocese. Disse que somos uma diocese \u00e0 beira mar, restaurada em 1938, que eu era bispo recente na nomea\u00e7\u00e3o e na tradi\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica. Falei da juventude, disse que temos uma popula\u00e7\u00e3o jovem, falei da universidade, polo de tra\u00e7\u00e3o para os jovens, e falei da preocupa\u00e7\u00e3o de cada bispo, que \u00e9 santifica\u00e7\u00e3o do presbit\u00e9rio e das voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Sr. Bispo est\u00e1 h\u00e1 um ano na Diocese. Como foi este primeiro ano? Tem agora, com certeza, outra vis\u00e3o de Aveiro\u2026<\/strong><br \/>\nQuero dizer algo que n\u00e3o \u00e9 verniz, \u00e9 verdade. Deus deu-me um dom que \u00e9 gostar de trabalhar com as pessoas que encontro. N\u00e3o \u00e9 fict\u00edcio. Na minha vida de sacerdote e nos dois anos que estive em Braga, sinto que as pessoas com quem trabalhei me eram queridas. E isto tamb\u00e9m sinto na Diocese de Aveiro. Deus deu-me o dom de amar e gostar de trabalhar com as pessoas que encontro.<br \/>\nDepois, a n\u00edvel da diocese, sinto que \u00e9 nova, enquanto outras t\u00eam centenas de anos. Admirei-me por ouvir alguns sacerdotes dizerem que n\u00e3o conheciam alguns colegas de presbit\u00e9rio porque nem todos tinham tido o mesmo ber\u00e7o, o mesmo semin\u00e1rio \u2013 mas este \u00e9 s\u00f3 um aspeto. Sendo uma diocese jovem, tem que criar os seus dinamismos.<br \/>\n\u00c9 uma diocese muito viva, quer no trabalho com os padres, quer no trabalho com os leigos. H\u00e1 movimentos laicais com dinamismo, n\u00e3o todos, infelizmente.<br \/>\nTamb\u00e9m sinto que a diocese podia dar mais. As voca\u00e7\u00f5es de consagra\u00e7\u00e3o s\u00e3o poucas para a popula\u00e7\u00e3o que temos. O trabalho est\u00e1 a ser feito, mas h\u00e1 passos da dar.<br \/>\nEste ano foi de conhecimento. N\u00e3o conhecia da Diocese. Neste momento, posso afirmar que conhe\u00e7o geograficamente bem a diocese. A n\u00edvel de padres e di\u00e1conos, h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o de fam\u00edlia e de amigos. E conhe\u00e7o bastantes leigos que trabalham aqui e ali, nas par\u00f3quias, nos servi\u00e7os e movimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 foi a todas as par\u00f3quias?<\/strong><br \/>\nA quase todas. J\u00e1 celebrei em praticamente todas as igrejas matrizes. Talvez falte celebrar em meia d\u00fazia [das 101 par\u00f3quias], mas j\u00e1 estive em todas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Papa Francisco diz que o Bispo umas vezes tem de ir \u00e0 frente do rebanho, outras no meio e por vezes atr\u00e1s. Como pastor, para onde conduz o rebanho?<\/strong><br \/>\nNo encontro com o Papa, houve algu\u00e9m que perguntou o que podemos fazer para o ajudar na miss\u00e3o de Pedro. E ele disse duas coisas: primeiro, que rez\u00e1ssemos e f\u00f4ssemos homens de ora\u00e7\u00e3o. Explicou que ao pedir que rezemos por ele, tem a consci\u00eancia de que sendo fr\u00e1gil e pecador s\u00f3 a f\u00e9 da Igreja o pode sustentar e manter. E depois falou do an\u00fancio do Evangelho e duas dimens\u00f5es, kerigma e testemunho. Kerigma \u00e9 o an\u00fancio de Cristo ressuscitado, \u00e9 p\u00f4r a pessoas em contacto n\u00e3o com doutrina, valores ou preceitos, mas com a pessoa de Cristo. E depois acrescentou: \u201cIsto acontece quando n\u00f3s, bispos, somos exemplo para os fi\u00e9is\u201d. O primado da gra\u00e7a \u00e9 a obriga\u00e7\u00e3o do bispo. Isto \u00e9 para mim a miss\u00e3o fundamental do bispo: ajudar a que a nossa Igreja diocesana seja uma comunidade de santos, seja uma comunidade onde Cisto Ressuscitado est\u00e1 no centro. \u00c9 este objetivo pelo qual me entusiasmei e estou entusiasmado no processo de virtudes de Santa Joana. Ela \u00e9 um modelo de santidade para n\u00f3s, aveirenses. Ela foi \u00e0 nossa frente, indicou-nos o caminho, sendo pr\u00f3xima, at\u00e9 est\u00e1 sepultada no meio de n\u00f3s. Isto \u00e9 o primado da gra\u00e7a. A Igreja s\u00f3 \u00e9 Igreja se for rosto de Deus. \u00c9 nesta caminhada para a santidade que todos nos temos de empenhar. Ao servi\u00e7o desta miss\u00e3o est\u00e1 tudo: o an\u00fancio do Evangelho, a liturgia, a caridade o testemunho individual, as nossas institui\u00e7\u00f5es de solidariedade social. O bispo \u00e9 um crist\u00e3o que tem de santificar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Disse noutras ocasi\u00f5es que come\u00e7aria as visitas pastorais pelos arciprestados que D. Ant\u00f3nio Francisco n\u00e3o visitou\u2026<\/strong><br \/>\nSim, vou come\u00e7ar por \u00c1gueda e depois faltar\u00e1 \u00cdlhavo e Aveiro. \u00c1gueda tem 19 par\u00f3quias, com cerca de 50 mil habitantes. Come\u00e7arei nos fins de outubro, em Recard\u00e3es, e vamos terminar nos fins de abril. As duas \u00faltimas semanas ser\u00e3o na cidade de \u00c1gueda. J\u00e1 tive duas reuni\u00f5es com os padres e h\u00e1 dimens\u00f5es fundamentais que queremos real\u00e7ar. Como pastor da Igreja, vou ajudar a comunidade crist\u00e3 a crescer na f\u00e9. Vou sustentar na f\u00e9. Isto faz-se de v\u00e1rias maneiras: no encontro com os mais fr\u00e1geis (institui\u00e7\u00f5es com mais novos e mais velhos), mundo do trabalho, pois \u00e9 preciso refletir o Evangelho na vida econ\u00f3mica\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vai visitar f\u00e1bricas?<\/strong><br \/>\nVamos fazer o encontro com pessoas. Pode n\u00e3o ser visitar f\u00e1bricas, mas estar com oper\u00e1rios e respons\u00e1veis. Em cada par\u00f3quia haver\u00e1 assembleias paroquiais com os organismos vivos da par\u00f3quia, para fazermos uma an\u00e1lise e projetarmos o futuro. Ao n\u00edvel do arciprestado haver\u00e1 encontros setoriais com catequistas, com o mundo da economia, sobre a miseric\u00f3rdia\u2026 Durante a semana haver\u00e1 Eucaristia com Un\u00e7\u00e3o dos Doentes e ao domingo a Eucaristia festiva de encerramento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vai e vem todos os dias para \u00c1gueda ou fica nas par\u00f3quias?<\/strong><br \/>\nNalguns casos poderei ficar. H\u00e1 par\u00f3quias que t\u00eam condi\u00e7\u00f5es para acolher. Mas isso ainda n\u00e3o est\u00e1 definido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Moiteiro completou no dia 13 de setembro um ano como Bispo de Aveiro. Dias antes, esteve em Roma, com os bispos portugueses na \u201cvisita ad limina\u201d, isto \u00e9, a visita que os bispos devem fazer periodicamente ao Papa. 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