{"id":26382,"date":"2015-11-05T10:04:43","date_gmt":"2015-11-05T10:04:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26382"},"modified":"2015-11-05T10:05:25","modified_gmt":"2015-11-05T10:05:25","slug":"casa-quinhentista-acolheu-primeiro-convento-carmelita-aveirense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/casa-quinhentista-acolheu-primeiro-convento-carmelita-aveirense\/","title":{"rendered":"Casa quinhentista acolheu primeiro convento carmelita aveirense"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/convento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-26383\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/convento.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"525\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/convento.jpg 700w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/convento-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Os primeiros frades carmelitas, em Aveiro, viveram na casa da Rua das Salineiras e utilizaram a Capela de S. Gon\u00e7alinho.<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro mosteiro carmelita de Aveiro esteve instalado numa casa quinhentista, que pertenceu a Gil Homens, situada na atual Rua das Salineiras, muito pr\u00f3ximo da capela de S\u00e3o Gon\u00e7alinho, im\u00f3vel que ainda hoje se mant\u00e9m com a estrutura original quase intacta, incluindo o primitivo orat\u00f3rio, que se encontra no jardim traseiro.<br \/>\nNo passado s\u00e1bado, durante a apresenta\u00e7\u00e3o do livro \u201cS. Gon\u00e7alo: a ermida, a igreja paroquial, a capela\u2026\u201d, da autoria do historiador aveirense Amaro Neves, decorreu uma visita ao jardim dessa casa quinhentista, para se admirar o primitivo orat\u00f3rio dos carmelitas aveirenses.<br \/>\nNessa casa, que foi propriedade de Gil Homens, um abastado e influente aveirense do s\u00e9culo XVI, estiveram os monges carmelitas descal\u00e7os que, no in\u00edcio do s\u00e9culo XVII se transferiram para o Convento de S. Jo\u00e3o Evangelista (que posteriormente acolheu freiras carmelitas e, por isso, tamb\u00e9m \u00e9 conhecido por Convento das Carmelitas) enquanto terminava a constru\u00e7\u00e3o do Convento do Carmo.<br \/>\nComo esse primitivo mosteiro foi instalado numa casa residencial privada, e que atualmente continua a ter essas mesmas fun\u00e7\u00f5es, os monges dispunham unicamente de um orat\u00f3rio, pelo que a vizinha capela de S\u00e3o Gon\u00e7alinho era como que a sua igreja conventual.<br \/>\nAinda antes desse primitivo mosteiro carmelita, em Aveiro j\u00e1 existiam outros espa\u00e7os conventuais, nomeadamente da Ordem Dominicana, fundados no s\u00e9culo XV.<\/p>\n<p><strong>C.F.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os primeiros frades carmelitas, em Aveiro, viveram na casa da Rua das Salineiras e utilizaram a Capela de S. Gon\u00e7alinho. O primeiro mosteiro carmelita de Aveiro esteve instalado numa casa quinhentista, que pertenceu a Gil Homens, situada na atual Rua das Salineiras, muito pr\u00f3ximo da capela de S\u00e3o Gon\u00e7alinho, im\u00f3vel que ainda hoje se mant\u00e9m [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-26382","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26382","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26382"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26382\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26384,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26382\/revisions\/26384"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}