{"id":26459,"date":"2015-11-26T11:46:04","date_gmt":"2015-11-26T11:46:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26459"},"modified":"2015-11-26T11:46:04","modified_gmt":"2015-11-26T11:46:04","slug":"pre-publicacao-sinodo-de-aveiro-organica-e-itinerario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/pre-publicacao-sinodo-de-aveiro-organica-e-itinerario\/","title":{"rendered":"Pre-publica\u00e7\u00e3o: S\u00ednodo de Aveiro: Org\u00e2nica e Itiner\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/georgino.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-26460\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/georgino.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"520\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/georgino.jpg 400w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/georgino-231x300.jpg 231w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>P.e Georgino Rocha apresenta no dia 2 de dezembro, no Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura, pelas 21h00, o seu novo livro \u201cIgreja Sinodal. A alegria da miss\u00e3o na sociedade secularizada\u201d, publicado pela editora Tempo Novo, da Diocese de Aveiro.<\/strong><br \/>\n<strong>A sess\u00e3o ser\u00e1 presidida pelo Bispo de Aveiro e contar\u00e1 com testemunhos de J\u00falio Pedrosa (ent\u00e3o Reitor da Universidade de Aveiro) e Cl\u00e1udia Ventura (l\u00edder da JOC &#8211; Juventude Oper\u00e1ria Cat\u00f3lica) sobre a participa\u00e7\u00e3o no S\u00ednodo de Aveiro (1990-1995).<\/strong><br \/>\n<strong>Apresentamos nesta p\u00e1gina, em pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o, o in\u00edcio do cap\u00edtulo s\u00e9timo de \u201cIgreja Sinodal\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/capa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-26461\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/capa.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"307\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/capa.jpg 200w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/capa-195x300.jpg 195w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Alcance do S\u00ednodo na Igreja diocesana: uma experi\u00eancia feliz<\/strong><br \/>\nO II S\u00ednodo da diocese de Aveiro \u00e9 solenemente proclamado por D. Ant\u00f3nio Marcelino a 1 de janeiro de 1990 como acontecimento eclesial da maior import\u00e2ncia e projeto pastoral de grande interesse, tendo-se iniciado imediatamente os trabalhos de prepara\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA fase conclusiva acontece nos meses de maio e de junho de 1995, em sess\u00f5es a realizar a 1 e 4, respetivamente. \u00c9 uma fase de aprova\u00e7\u00e3o oficial das disposi\u00e7\u00f5es sinodais e de entrega solene a toda a Igreja diocesana para que robuste\u00e7a continuamente a f\u00e9 dos seus membros e das suas comunidades, institui\u00e7\u00f5es e movimentos, e esteja mais presente e ativa no mundo atual, sobretudo nos centros de maior influ\u00eancia e irradia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1. Fases e n\u00facleos do Itiner\u00e1rio<\/strong><br \/>\nAo longo da sua realiza\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um itiner\u00e1rio cheio de interesse pastoral percorrido por numerosa por\u00e7\u00e3o do Povo de Deus, organizado em grupos e assembleias e animado por muitos leigos e religiosos e pela maioria do presbit\u00e9rio e do corpo diaconal. \u00c9 esse itiner\u00e1rio, sobretudo aquilo que tem de mais carater\u00edstico nas suas fases e n\u00facleos principais, que se apresenta a seguir.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1.1. Nascer e amadurecer da ideia<\/strong><br \/>\nO S\u00ednodo diocesano surge como proposta no esbo\u00e7o do projeto do Plano Pastoral de 1987-1988, visando dar sequ\u00eancia normal ao Congresso dos Leigos. Todavia, esta proposta \u00e9 retirada do texto para evitar a previs\u00edvel sobrecarga de iniciativas num ano apost\u00f3lico intenso e dar tempo ao aprofundamento das raz\u00f5es que justificam tal realiza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nDe facto, assim acontece. O Conselho Presbiteral, o Secretriado de Pastoral (com fun\u00e7\u00f5es de Conselho Pastoral) e os encontros mensais do clero dedicam-lhe parte de algumas sess\u00f5es e os seus membros pronunciam-se favoravelmente.<br \/>\nApesar disso, o primeiro an\u00fancio p\u00fablico feito no encerramento do Congresso dos Leigos e das Festas Jubilares da restaura\u00e7\u00e3o da Diocese, a 11 de dezembro de 1988, \u00e9 acolhido com surpresa e provoca uma rea\u00e7\u00e3o de expectativa inquietante.<br \/>\nEsta atitude vai progressivamente evoluindo, gra\u00e7as \u00e0s iniciativas tomadas em 1989. Em janeiro, o Conselho Presbiteral interroga-se seriamente sobre a oportunidade do S\u00ednodo diocesano e sobre as etapas pr\u00e9vias ainda necess\u00e1rias para sensibilizar o presbit\u00e9rio, o laicado e as comunidades crist\u00e3s. Conclui a sua reflex\u00e3o dando um parecer favor\u00e1vel e indicando algumas sugest\u00f5es.<br \/>\nEm junho, o mesmo Conselho reconhece que o S\u00ednodo valer\u00e1 fundamentalmente pela sua prepara\u00e7\u00e3o, que deve ser programada cuidadosamente e pressup\u00f5e a constitui\u00e7\u00e3o funcional de uma Comiss\u00e3o respons\u00e1vel. A esta comiss\u00e3o ser\u00e1 confiada a programa\u00e7\u00e3o da correspondente prepara\u00e7\u00e3o, a constitui\u00e7\u00e3o de grupos de trabalho, designadamente o da sondagem sociol\u00f3gica, o da ora\u00e7\u00e3o, o da elabora\u00e7\u00e3o de esquemas doutrinais para reflex\u00e3o nas par\u00f3quias e nos movimentos, e o da consecu\u00e7\u00e3o de fundos econ\u00f3micos.<br \/>\nEm dezembro, o tema do S\u00ednodo diocesano volta ao Conselho Presbiteral sob a forma de uma proposta operativa que prev\u00ea um itiner\u00e1rio em que se destacam tr\u00eas fases: uma para constituir as equipas sinodais de base e fazer o levantamento das quest\u00f5es consideradas pertinentes; outra destinada a aprofundar a tem\u00e1tica selecionada e a celebrar as sess\u00f5es da Assembleia Sinodal; outra ainda para aplicar os decretos aprovados pelo Bispo diocesano e fazer viver a comunh\u00e3o, entretanto experienciada, nos mais diversos \u00e2mbitos.<br \/>\nTamb\u00e9m na Assembleia do clero, a 28 e 29 de dezembro, se debate a problem\u00e1tica do S\u00ednodo, reservando-se o primeiro dia para os padres e tratando-se, de forma existencial, o tema \u201cO presbit\u00e9rio no seu servi\u00e7o \u00e0 comunh\u00e3o diocesana.\u201d No segundo, participam tamb\u00e9m os di\u00e1conos permanentes e os representantes dos movimentos e obras apost\u00f3licas, das equipas arciprestais e das comunidades religiosas. S\u00e3o relatadas circunstanciadamente as experi\u00eancias sinodais de oito dioceses (espanholas e francesas, sobretudo) e clarificados, mais uma vez, os objetivos e as raz\u00f5es justificativas, procurando assim abrir horizontes realistas e entusiasmantes \u00e0 caminhada sinodal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1.2. Sensibiliza\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nEnquanto as inst\u00e2ncias diocesanas debatem a problem\u00e1tica do S\u00ednodo, procede-se na Diocese a uma informa\u00e7\u00e3o esclarecedora que visa motivar o maior n\u00famero de crist\u00e3os e organizar os correspondentes grupos para uma participa\u00e7\u00e3o eficaz.<br \/>\nNesse sentido, realizam-se a\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o, sobretudo no primeiro semestre de 1990, em todos os arciprestados e muitas par\u00f3quias, em v\u00e1rias associa\u00e7\u00f5es e movimentos, nos institutos de vida consagrada e noutros espa\u00e7os eclesiais que os encontros dos crist\u00e3os proporcionam e favorecem. Imprime-se e distribui-se profusamente a \u201cOra\u00e7\u00e3o pelo S\u00ednodo\u201d, introduzindo a sua recita\u00e7\u00e3o nas reuni\u00f5es apost\u00f3licas e nas celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas.<br \/>\nNestas a\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o, s\u00e3o utilizados diversos textos de apoio, designadamente os cadernos, a imprensa paroquial, as \u201cnotas\u201d publicadas no Correio do Vouga, as folhas soltas e as cartas abertas. Recorre-se tamb\u00e9m aos programas de r\u00e1dio e a outros meios de comunica\u00e7\u00e3o social.<br \/>\nOs dois primeiros cadernos est\u00e3o dedicados \u00e0 clarifica\u00e7\u00e3o do que \u00e9 e sup\u00f5e o S\u00ednodo diocesano, sobretudo no campo das atitudes pessoais e comunit\u00e1rias, com particular realce para o presbit\u00e9rio e o corpo diaconal.<br \/>\nS\u00e3o especialmente sublinhadas a esperan\u00e7a confiante e generosa, a escuta do Esp\u00edrito e do mundo, e a convers\u00e3o aut\u00eantica. Al\u00e9m das atitudes, sempre indispens\u00e1veis, h\u00e1 necessidade de constituir grupos de reflex\u00e3o-a\u00e7\u00e3o nos mais diversos \u00e2mbitos da vida eclesial (e, se poss\u00edvel, social), de os organizar funcionalmente e de estabelecer a sua articula\u00e7\u00e3o a n\u00edvel paroquial e arciprestal por meio da realiza\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de assembleias. Pretende-se que nos seus encontros fa\u00e7am experi\u00eancias consistentes de comunh\u00e3o eclesial.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P.e Georgino Rocha apresenta no dia 2 de dezembro, no Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura, pelas 21h00, o seu novo livro \u201cIgreja Sinodal. A alegria da miss\u00e3o na sociedade secularizada\u201d, publicado pela editora Tempo Novo, da Diocese de Aveiro. 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