{"id":26489,"date":"2015-11-26T16:03:52","date_gmt":"2015-11-26T16:03:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26489"},"modified":"2015-11-26T16:03:52","modified_gmt":"2015-11-26T16:03:52","slug":"ovo-mole-preto-de-aveiro-sera-um-produto-gourmet-portugues-de-grande-prestigio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ovo-mole-preto-de-aveiro-sera-um-produto-gourmet-portugues-de-grande-prestigio\/","title":{"rendered":"&#8220;Ovo mole preto de Aveiro ser\u00e1 um produto gourmet portugu\u00eas de grande prest\u00edgio&#8221;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_26491\" aria-describedby=\"caption-attachment-26491\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/apoma1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-26491\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/apoma1.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Francisco Silva, presidente da APOMA\" width=\"434\" height=\"326\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/apoma1.jpg 434w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/apoma1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 434px) 100vw, 434px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26491\" class=\"wp-caption-text\">Jos\u00e9 Francisco Silva, presidente da APOMA<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Jos\u00e9 Francisco Silva, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Ovos Moles de Aveiro (APOMA), recorda o trabalho que levou o doce t\u00edpico da cidade da Ria a ser pioneiro na qualifica\u00e7\u00e3o como produto de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica Protegida (IGP) e, mais recentemente, a autoriza\u00e7\u00e3o in\u00e9dita para ser comercializado ultracongelado, abrindo portas aos mercados externos. <\/strong><br \/>\n<strong>O setor que j\u00e1 emprega 300 pessoas, devendo fechar o ano com 160 toneladas produzidas, continua a ter margem para crescer em casas da especialidade e, consequentemente, no volume de neg\u00f3cios.<\/strong><br \/>\n<strong>O pr\u00f3ximo desafio \u00e9 relan\u00e7ar o ovo mole preto, coberto de chocolate, como produto de requinte para mercados mais exigentes. Entrevista conduzida por J\u00falio Almeida.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CORREIO DO VOUGA &#8211; Para quem l\u00ea fora de Aveiro, o que \u00e9 a APOMA ?<\/strong><br \/>\n<strong>JOS\u00c9 FRANCISCO SILVA<\/strong> &#8211; \u00c9 uma associa\u00e7\u00e3o setorial, n\u00f3s produzimos g\u00e9neros aliment\u00edcios, neste caso doces tradicionais, com centenas de anos, que s\u00e3o ovos moles de Aveiro. O grande cart\u00e3o de visita da cidade. Toda a gente conhece. Quem vem a Aveiro, consome e leva sempre de recorda\u00e7\u00e3o uma caixa de ovos moles.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A APOMA quer chegar a novos horizontes ?<\/strong><br \/>\nSomos ambiciosos, queremos que os ovos moles marquem presen\u00e7a mais acentuada em outros pontos do pa\u00eds e fora do Pa\u00eds.<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o \u00e9 sonho ter uma associa\u00e7\u00e3o que represente do mais pequeno ao maior produtor. Darmos todos as m\u00e3os para ter massa cr\u00edtica e chegar a mercados mais long\u00ednquos, com outra dimens\u00e3o, \u00e9 o objetivo n\u00famero um da APOMA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fa\u00e7a um pouco de hist\u00f3ria da APOMA?<\/strong><br \/>\nA associa\u00e7\u00e3o foi criada em 2000. Tem sido um trabalho lento, mas sustentado. Come\u00e7\u00e1mos com cinco, hoje s\u00e3o mais de 40.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como foi o in\u00edcio, associar os produtores, havia desconfian\u00e7as, s\u00e3o concorrentes?<\/strong><br \/>\nFoi muito dif\u00edcil esse trabalho de arranque, o primeiro passo. Imagine o que \u00e9 tentar tra\u00e7ar um caminho comum na presen\u00e7a de representantes legais das empresas. Isto \u00e9, as pessoas n\u00e3o falavam e quando falavam era com o advogado ao lado. Alterar esta forma de estar, pensar que juntos somos mais fortes, foi dif\u00edcil. E conseguimos quando na Universidade de Aveiro os produtores come\u00e7aram a provar os ovos moles dos concorrentes. E descobriram uma coisa muito importante: pensavam eles que o seu produto era o melhor, mas viram que os ovos moles dos outros s\u00e3o t\u00e3o bons ou melhores do que os deles. Ent\u00e3o mudaram a forma de pensar. \u201cSe eu aprender com o meu colega ainda posso melhorar o meu produto\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Leia mais na edi\u00e7\u00e3o em papel do Correio do Vouga do dia 25 de novembro de 2015<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Francisco Silva, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Ovos Moles de Aveiro (APOMA), recorda o trabalho que levou o doce t\u00edpico da cidade da Ria a ser pioneiro na qualifica\u00e7\u00e3o como produto de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica Protegida (IGP) e, mais recentemente, a autoriza\u00e7\u00e3o in\u00e9dita para ser comercializado ultracongelado, abrindo portas aos mercados externos. 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