{"id":26503,"date":"2015-12-09T18:14:02","date_gmt":"2015-12-09T18:14:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/?p=26503"},"modified":"2015-12-09T18:14:02","modified_gmt":"2015-12-09T18:14:02","slug":"livro-recorda-sinodo-de-aveiro-para-que-a-igreja-diocesana-seja-mais-participativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/livro-recorda-sinodo-de-aveiro-para-que-a-igreja-diocesana-seja-mais-participativa\/","title":{"rendered":"Livro recorda S\u00ednodo de Aveiro para que a igreja diocesana seja mais participativa"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_26504\" aria-describedby=\"caption-attachment-26504\" style=\"width: 740px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/georgino1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-26504\" src=\"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/georgino1.jpg\" alt=\"\u201cIgreja Sinodal\u201d \u00e9 editado pelo Tempo Novo, editora da Diocese de Aveiro\" width=\"740\" height=\"555\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/georgino1.jpg 740w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/georgino1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26504\" class=\"wp-caption-text\">\u201cIgreja Sinodal\u201d \u00e9 editado pelo Tempo Novo, editora da Diocese de Aveiro<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>O S\u00ednodo de Aveiro relan\u00e7ou o Vaticano II, o qual foi para a Igreja uma tomada de consci\u00eancia da necessidade de \u201cir \u00e0s periferias\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nO P.e Georgino Rocha escolheu o in\u00edcio de dezembro para apresentar o seu novo livro \u201cIgreja Sinodal. A alegria da miss\u00e3o na sociedade secularizada\u201d porque quis que coincidisse com um \u201ctempo especialmente significativo\u201d. O lan\u00e7amento decorreu na noite de 4 de dezembro, no Centro Universit\u00e1rio F\u00e9 e Cultura, perante quase uma centena de pessoas.<br \/>\nO livro evoca diretamente o S\u00ednodo de Aveiro, cujas decis\u00f5es entraram em vigor no dia 11 de dezembro de 1995, h\u00e1 20 anos, portanto, mas h\u00e1 mais motivos relacionados com o esp\u00edrito do livro. Em Paris, decorre a cimeira do clima, de certo modo antecipada pela enc\u00edclica \u201cLaudato Si\u201d, do Papa Francisco. O Jubileu da Miseric\u00f3rdia estava prestes a come\u00e7ar, a 8 de dezembro, dia em que se completavam 50 anos sobre o encerramento do Conc\u00edlio Vaticano II. Ora o S\u00ednodo de Aveiro relan\u00e7a o Vaticano II, o qual, por sua vez, foi para a Igreja uma tomada de consci\u00eancia da necessidade de \u201cir \u00e0s periferias existenciais na solid\u00e3o dos cora\u00e7\u00f5es\u201d, conforme disse o autor, remetendo para uma express\u00e3o muito querida do Papa Francisco.<br \/>\nNo livro, P.e Georgino Rocha desenvolve a ideia de sinodalidade, presente num s\u00ednodo, mas tamb\u00e9m em grupos, conselhos e assembleias, como o \u201cestilo t\u00edpico de ser e agir da Igreja\u201d que quer caminhar com as pessoas num mundo que mudou e muda constantemente. Noutro momento da sess\u00e3o, que foi moderada por Maria Helena Pinho e Melo, D. Ant\u00f3nio Moiteiro sublinhou a ideia dizendo que \u201cs\u00ednodo \u00e9 \u00abcaminhar com\u00bb, \u00e9 descentraliza\u00e7\u00e3o, significa participa\u00e7\u00e3o\u201d. \u201c\u00c0s vezes as pessoas dizem-me: \u00abDecida, que n\u00f3s fazemos\u00bb. Ora, isto pode parecer mais f\u00e1cil, mas n\u00e3o \u00e9 caminhar juntos para discernir aquilo que o Esp\u00edrito de Deus tem para nos dizer\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dois testemunhos<br \/>\nNo lan\u00e7amento do livro ouviram-se dois testemunhos da experi\u00eancia sinodal. Cl\u00e1udia Ventura, ent\u00e3o l\u00edder da Juventude Oper\u00e1ria Cat\u00f3lica, sentiu que o s\u00ednodo significou que \u201cfinalmente a Igreja queria ouvir os leigos\u201d. Notou que, no S\u00ednodo, por vezes D. Ant\u00f3nio Marcelino se inquietava na cadeira, ouvindo as interven\u00e7\u00f5es, mas respeitava-as sempre. O s\u00ednodo foi, em resumo, uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel de participa\u00e7\u00e3o e comunh\u00e3o.<br \/>\nJ\u00falio Pedrosa disse que procurou os seus apontamentos do s\u00ednodo mas encontrou antes os do congresso dos leigos, que antecedeu o s\u00ednodo. \u201cTalvez afinal eu n\u00e3o tivesse participado assim tanto no s\u00ednodo, at\u00e9 porque coincidiu com a morte de Aristides Hall e um acr\u00e9scimo de trabalhos na Universidade de Aveiro\u201d. O antigo reitor e ministro da Educa\u00e7\u00e3o, \u201cn\u00e3o muito participante no s\u00ednodo, mas muito interessado\u201d, deixou, por\u00e9m, um testemunho sobre uma igreja diocesana que sa\u00eda de si pr\u00f3pria ao encontro da cultura \u2013 com as jornadas Humanismo e Cultura, por exemplo \u2013, uma Igreja atenta \u00e0s tem\u00e1ticas sociais, uma Igreja \u201catenta \u00e0 terra onde vivemos\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O S\u00ednodo de Aveiro relan\u00e7ou o Vaticano II, o qual foi para a Igreja uma tomada de consci\u00eancia da necessidade de \u201cir \u00e0s periferias\u201d. &nbsp; O P.e Georgino Rocha escolheu o in\u00edcio de dezembro para apresentar o seu novo livro \u201cIgreja Sinodal. 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