{"id":2763,"date":"2010-10-20T10:22:00","date_gmt":"2010-10-20T10:22:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=2763"},"modified":"2010-10-20T10:22:00","modified_gmt":"2010-10-20T10:22:00","slug":"criatividade-na-missao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/criatividade-na-missao\/","title":{"rendered":"Criatividade na miss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>PAULO ROCHA<\/p>\n<p>Jornalista<\/p>\n<p>Foi num di\u00e1logo entre amigos que surgiu a pergunta: ent\u00e3o o teu trabalho como vai? N\u00e3o est\u00e1s cansado de fazer a mesma coisa?<\/p>\n<p>Tomei nota do que interessava saber: mais do que a ocupa\u00e7\u00e3o ou a implica\u00e7\u00e3o pessoal num determinado trabalho, o valor estava na atitude com que o mesmo se desenvolvia.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei qual a ocupa\u00e7\u00e3o desses amigos, que se reencontravam. Mas imagino que a mesma preocupa\u00e7\u00e3o ter\u00e1 de se ter em conta no desenvolvimento de qualquer profiss\u00e3o. Tamb\u00e9m na responsabilidade por todas as miss\u00f5es.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitas d\u00e9cadas que se faz depender da criatividade o futuro pessoal, profissional e social. As lideran\u00e7as de cada \u00e9poca, de todos os grupos sociais ou empresariais, rapidamente se entregam aos seus elementos mais criativos. Para benef\u00edcio desses grupos ou empresas.<\/p>\n<p>Ser criativo \u00e9 uma atitude, \u00e9 uma predisposi\u00e7\u00e3o que se pode construir, transformar, criar. N\u00e3o \u00e9 uma fatalidade. Depende, acima de tudo, da vontade, de pequenos gestos. Basta, em qualquer circunst\u00e2ncia, registar uma pequena ideia e fazer dela um instrumento de trabalho.<\/p>\n<p>Tempos de crise, os que se vivem, reclamam atitudes criativas na economia, na ac\u00e7\u00e3o social, na educa\u00e7\u00e3o, na fam\u00edlia. Procuram-se ideias novas nas empresas, nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, nas organiza\u00e7\u00f5es e nos grupos sociais para fazer extraordinariamente bem feito tudo o que \u00e9 necess\u00e1rio fazer, uma ou muitas vezes, mas sempre como se fosse a \u00fanica.<\/p>\n<p>A actividade mission\u00e1ria, a comunica\u00e7\u00e3o da Boa Nova, reivindica a mesma atitude criativa.<\/p>\n<p>H\u00e1 2000 mil anos, Jesus Cristo pediu aos que o queriam seguir que fossem \u201csal da terra\u201d. Hoje &#8211; como nesses tempos, talvez &#8211; algu\u00e9m se perguntava: como ser \u201csal da terra\u201d em ambientes de fortes odores e sabores.<\/p>\n<p>A pergunta surgiu no interior de um debate sobre projectos de comunica\u00e7\u00e3o, na Igreja Cat\u00f3lica, nomeadamente os que se desenvolvem nas plataformas digitais, palco para todas as mensagens. E para afirmar a necessidade de emprestar atitudes sempre criativas a todos os an\u00fancios do Evangelho: os que se desenvolvem cora\u00e7\u00e3o a cora\u00e7\u00e3o e os que se lan\u00e7am no anonimato de redes digitais, onde nem sempre se sabe onde \u201ccai a semente\u201d.<\/p>\n<p>Em todos os palcos \u00e9 imprescind\u00edvel estar, com criatividade. E, felizmente, os bons exemplos sucedem-se.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PAULO ROCHA Jornalista Foi num di\u00e1logo entre amigos que surgiu a pergunta: ent\u00e3o o teu trabalho como vai? N\u00e3o est\u00e1s cansado de fazer a mesma coisa? Tomei nota do que interessava saber: mais do que a ocupa\u00e7\u00e3o ou a implica\u00e7\u00e3o pessoal num determinado trabalho, o valor estava na atitude com que o mesmo se desenvolvia. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-2763","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2763","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2763"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2763\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2763"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2763"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}