{"id":27727,"date":"2017-10-25T16:39:33","date_gmt":"2017-10-25T16:39:33","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/?p=27727"},"modified":"2017-10-25T16:39:33","modified_gmt":"2017-10-25T16:39:33","slug":"dar-as-maos-para-sermos-muitos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/dar-as-maos-para-sermos-muitos\/","title":{"rendered":"Dar as m\u00e3os para sermos muitos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-27728 size-full\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os-e1508949555588.jpg\" alt=\"\" width=\"1295\" height=\"620\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os-e1508949555588.jpg 1295w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os-e1508949555588-300x144.jpg 300w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os-e1508949555588-768x368.jpg 768w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/m\u00e3os-e1508949555588-1024x490.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1295px) 100vw, 1295px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Que fazer? Vamos resignar-nos a uma chaga com tais dimens\u00f5es, como se de uma fatalidade imposs\u00edvel de contrariar se tratasse? De modo algum. Estamos convencidos de que as causas do flagelo dependem direta ou indiretamente da vontade humana. E, como tal, s\u00f3 pode prevenir-se ou combater-se com efic\u00e1cia, se todos n\u00f3s, desde o cidad\u00e3o mais simples ao mais respons\u00e1vel, em vez de v\u00e3s lamenta\u00e7\u00f5es, mudarmos realmente de mentalidade e de h\u00e1bitos sociais. Quais?<\/em><br \/>\nSim. Que fazer perante a trag\u00e9dia que assolou tanta popula\u00e7\u00e3o do nosso pa\u00eds e, concretamente, da diocese de Aveiro, n\u00e3o podendo a Igreja ficar indiferente ao drama de tantos concidad\u00e3os? Vimos, pois, reafirmar a nossa comunh\u00e3o e caridade crist\u00e3 para com todos os afetados, lembrando as palavras dos nossos bispos portugueses na sua Nota pastoral sobre os inc\u00eandios do passado m\u00eas de abril.<br \/>\nOs que faleceram entregamo-los \u00e0 miseric\u00f3rdia de Deus, na certeza de que na f\u00e9 em Cristo ressuscitado se enxugar\u00e3o todas as l\u00e1grimas; aos que perderam os seus bens queremos, juntamente com todos eles, ajudar a reerguer as suas vidas na esperan\u00e7a de que um novo renascer \u00e9 poss\u00edvel.<br \/>\nN\u00e3o podemos ficar de bra\u00e7os cruzados. Para isso apresentamos alguns caminhos poss\u00edveis de ajuda \u00e0s nossas popula\u00e7\u00f5es:<br \/>\n1.\u00ba A nossa caridade crist\u00e3, no imediato, passa pelo levantamento das necessidades mais urgentes das nossas fam\u00edlias e para isso vamos realizar um encontro em Vagos com os p\u00e1rocos e alguns leigos das zonas mais atingidas, depois de amanh\u00e3, sexta-feira.<br \/>\n2.\u00ba A coordena\u00e7\u00e3o de toda esta ajuda est\u00e1 entregue \u00e0 C\u00e1ritas Diocesana de Aveiro.<br \/>\n3.\u00ba Os fundos a recolher s\u00e3o depositados na conta em nome do Fundo Diocesano de Emerg\u00eancia Social, da responsabilidade da C\u00e1ritas Diocesana de Aveiro e cujo n\u00ba \u00e9: PT50 0010 0000 4955 3880 1011 6.<br \/>\n4.\u00ba N\u00e3o queremos deixar de real\u00e7ar que a nossa colabora\u00e7\u00e3o com as entidades civis envolvidas no terreno \u00e9 de total disponibilidade. Nos casos mais urgentes \u00e9 bom contactar as respetivas par\u00f3quias.<br \/>\nAcreditamos que dando as m\u00e3os poderemos aliviar o sofrimento de tantos irm\u00e3os nossos e, por isso, apelo \u00e0s nossas comunidades crist\u00e3s e a todos os homens e mulheres de boa vontade para que sejamos generosos e os p\u00e1rocos deem a conhecer esta Nota Pastoral em todas as Eucaristias do pr\u00f3ximo fim-de-semana.<br \/>\nO meu fraterno afeto.<br \/>\nAveiro, 18 de outubro de 2017.<\/p>\n<p><strong>+ Ant\u00f3nio Manuel Moiteiro Ramos, Bispo de Aveiro.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Que fazer? Vamos resignar-nos a uma chaga com tais dimens\u00f5es, como se de uma fatalidade imposs\u00edvel de contrariar se tratasse? De modo algum. Estamos convencidos de que as causas do flagelo dependem direta ou indiretamente da vontade humana. 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