{"id":27736,"date":"2017-11-17T10:02:21","date_gmt":"2017-11-17T10:02:21","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/?p=27736"},"modified":"2017-11-17T10:02:21","modified_gmt":"2017-11-17T10:02:21","slug":"estatua-de-d-a-teresa-nos-900-anos-de-albergaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/estatua-de-d-a-teresa-nos-900-anos-de-albergaria\/","title":{"rendered":"Est\u00e1tua de D.\u00aa Teresa nos 900 anos de Albergaria"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/capa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27737\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/capa.jpg\" alt=\"\" width=\"1944\" height=\"2592\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/capa.jpg 1944w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/capa-225x300.jpg 225w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/capa-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1944px) 100vw, 1944px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>A m\u00e3e de D. Afonso Henriques assinou h\u00e1 900 anos a \u201cCarta do Couto de Osseloa\u201d, <\/strong><br \/>\n<strong>que \u00e9 a \u201ccertid\u00e3o de nascimento\u201d de Albergaria-a-Velha.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No s\u00e1bado, 11 de novembro, os 900 anos da assinatura do documento que instituiu uma albergaria onde hoje se localiza Albergaria-a-Velha foram assinalados com a inaugura\u00e7\u00e3o de uma est\u00e1tua de homenagem \u00e0 condessa D. Teresa. A m\u00e3e de D. Afonso Henriques foi a autora desse documento que \u00e9 a \u201ccertid\u00e3o de nascimento\u201d de Albergaria-a-Velha.<br \/>\nA est\u00e1tua, da autoria do artista pl\u00e1stico aveirense, H\u00e9lder Bandarra, ergue-se junto a antiga \u201cestrada real\u201d Lisboa \u2013 Coimbra \u2013 Porto, a poucos metros do local da antiga albergaria, de frente para a Pra\u00e7a D. Teresa (em frente \u00e0 Biblioteca Municipal) e no in\u00edcio da futura Avenida D. Teresa.<br \/>\nComo recordou o vereador da Cultura da C\u00e2mara Municipal de Albergaria-a-Velha, Delfim Bismarck Ferreira, \u201cem novembro de 1117, a rainha D. Teresa, m\u00e3e de D. Afonso Henriques, outorgou a favor do fidalgo Gon\u00e7alo Eriz a Carta de Couto de Osseloa, ordenando a institui\u00e7\u00e3o de uma albergaria a expensas de ambos, para apoio \u00e0queles que pela principal via de comunica\u00e7\u00e3o do Condado Portucalense iam passando. Este documento \u00e9 a certid\u00e3o de nascimento do povoado que, passados nove s\u00e9culos, se chama Albergaria-a-Velha\u201d.<br \/>\nD. Teresa foi tamb\u00e9m o nome escolhido para a ambul\u00e2ncia equipada com o que de mais moderno existe, nesse dia formalmente entregue pela C\u00e2mara Municipal aos Bombeiros Volunt\u00e1rios de Albergaria-a-Velha. A oferta foi justificada porque, tal como a antiga albergaria tinha por objetivo apoiar os viajantes, tamb\u00e9m a ambul\u00e2ncia visa fins humanit\u00e1rios e solid\u00e1rios. A est\u00e1tua e a ambul\u00e2ncia foram benzidas pelo padre Manuel Dinis.<\/p>\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o apresenta <\/strong><br \/>\n<strong>achados arqueol\u00f3gicos<\/strong><br \/>\nAs comemora\u00e7\u00f5es dos 900 anos da \u201cCarta do Couto de Osseloa\u201d foram motivo para a inaugura\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o \u201cDas origens a Osseloa\u201d, que se encontra patente ao p\u00fablico na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, at\u00e9 ao dia 30 de novembro.<br \/>\nEsta mostra re\u00fane, pela primeira vez, a parte mais significativa do esp\u00f3lio arqueol\u00f3gico encontrado em diversos locais do concelho albergariense. Prova-se deste modo que as terras que hoje formam o munic\u00edpio j\u00e1 eram habitadas h\u00e1 pelo menos 6.000 anos, isto \u00e9, desde o IV mil\u00e9nio antes de Cristo, no per\u00edodo do Neol\u00edtico Final.<br \/>\nEm exposi\u00e7\u00e3o est\u00e3o achados arqueol\u00f3gicos encontrados nas necr\u00f3poles pr\u00e9-hist\u00f3ricas do Taco (mamoas), duas das quais est\u00e3o hoje musealizadas (na Zona Industrial de Albergaria-a-Velha); no povoado proto-hist\u00f3rico de S\u00e3o Juli\u00e3o da Branca, que nos \u00faltimos anos tem sido alvo de escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas; no Cristelo da Branca, um poss\u00edvel povoado castrejo que tamb\u00e9m poder\u00e1 ter sido ocupado tamb\u00e9m pelos romanos. A exposi\u00e7\u00e3o apresenta ainda uma c\u00f3pia da Carta do Couto de Osseloa e a respetiva tradu\u00e7\u00e3o para portugu\u00eas atual.<br \/>\n<strong>Cardoso Ferreira<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quarto n\u00famero de \u201cAlbergue\u201d<\/strong><br \/>\nAs comemora\u00e7\u00f5es dos 900 anos de Albergaria encerraram com a apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica do quarto n\u00famero da revista \u201cAlbergue \u2013 Hist\u00f3ria e Patrim\u00f3nio do Concelho de Albergaria-a-Velha\u201d, editada pela C\u00e2mara Municipal.<br \/>\nEste n\u00famero \u00e9 constitu\u00eddo pelos seguintes artigos: \u201cDr. Ant\u00f3nio Ferreira Souto Alves\u201d, por Ant\u00f3nio Augusto Silva; \u201cS\u00e3o Juli\u00e3o da Branca e o povoamento do entre Douro e Vouga na transi\u00e7\u00e3o entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro\u201d, por Ant\u00f3nio Manuel S. P. Silva, Gabriel R. Pereira, Paulo A. P. Lemos, Sara Almeida e Silva; \u201cO \u2018Carlinhos da F\u00e1brica\u2019 \u2013 percurso de um Valmaiorense\u201d, por Carlos Oliveira; \u201cOs Marn\u00e9is. A fam\u00edlia de Gon\u00e7alo Eriz fundador de Albergaria-a-Velha em 1117\u201d, por Delfim Bismarck Ferreira; \u201cProf.\u00aa Sofia Bismarck Bento Soares\u201d, por Estela Bismarck; \u201cAngeja \u2013 an\u00e1lise sum\u00e1ria de algumas vari\u00e1veis demogr\u00e1ficas (1701 \u2013 1910)\u201d, por Francisco Messias Trindade Ferreira; \u201cImagens da cartofilia angejense \u2013 1907\u201d, por H\u00e9lder Silva e Tiago Ferreira; \u201cPatrim\u00f3nio religioso. O Tombo da Igreja de S\u00e3o Vicente da Branca de 1593\u201d, por Hugo C\u00e1l\u00e3o; \u201cAs singularidades da Carta do Couto de Osseloa (1117)\u201d, por Maria Alegria Marques; \u201cA pintura de caixot\u00e3o da Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o de Loure\u201d, por Maria Clara de Paiva Vide Marques, Lu\u00eds Alberto Casimiro, Ant\u00f3nio Cruz Leandro; \u201cVilarinho de S\u00e3o Roque e o trilho do linho. A biodiversidade na preserva\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a cultural\u201d, por Milene Matos, Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Soutinho, Nelson Matos, Rafael Marques; \u201cEstandarte em seda com elementos decorativos aplicados. Philarmonica albergariense, 1907\u201d, por Nazar\u00e9 Tojal; \u201cAnt\u00f3nio Domingues Pinto\u201d, por Nuno Jesus e Arthur Domingues Pinto; \u201cDe liberal a republicano, de colonialista a benem\u00e9rito. Napole\u00e3o Lu\u00edz Ferreira Le\u00e3o\u201d, por Paulo M. Almeida; \u201cAlbergarienses na Vener\u00e1vel Ordem Terceira de S\u00e3o Francisco de Aveiro\u201d, por Teresa Cruz Tubby; \u201cDr. Abel Correia da Silva Portal\u201d, por Valter Santos e Teresa Cruz Tubby; e \u201cNotas soltas\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A m\u00e3e de D. 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