{"id":27739,"date":"2017-11-17T10:03:58","date_gmt":"2017-11-17T10:03:58","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/?p=27739"},"modified":"2017-11-17T10:03:58","modified_gmt":"2017-11-17T10:03:58","slug":"fazei-o-que-ele-vos-disser-jo-25","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/fazei-o-que-ele-vos-disser-jo-25\/","title":{"rendered":"&#8220;Fazei o que Ele vos disser&#8221; (Jo 2,5)"},"content":{"rendered":"<p>A Igreja portuguesa celebra entre os dias 12 a 19 de Novembro a semana de ora\u00e7\u00e3o pelos semin\u00e1rios. Nesta semana, os crist\u00e3os de Portugal s\u00e3o chamados a ter de forma mais pr\u00f3xima aqueles que nas casas de forma\u00e7\u00e3o, v\u00e3o discernindo a sua voca\u00e7\u00e3o e desejam responder ao Senhor que os chama a servir as comunidades crist\u00e3s como imagens do Bom Pastor. Tamb\u00e9m a nossa diocese de Aveiro est\u00e1 empenhada em que esta semana seja um despertar em todos os crist\u00e3os para que os nossos jovens oi\u00e7am a voz de Deus e respondam com generosidade, atrav\u00e9s de um seguimento cada vez maior.<\/p>\n<p><strong>1. Jesus chama os primeiros<\/strong><br \/>\n<strong>disc\u00edpulos (Jo 1,35-51)<\/strong><br \/>\nImediatamente antes do epis\u00f3dio das Bodas de Can\u00e1 Jesus chama os primeiros disc\u00edpulos atrav\u00e9s de uma simples pergunta: &#8211; Que procurais?<br \/>\nS\u00e3o as primeiras palavras de Jesus no evangelho de S. Jo\u00e3o. Eles interessam-se em conhecer a Sua morada e chamam-lhe \u201cMestre\u201d \u2013 o que significa que est\u00e3o dispostos a aceitar os Seus ensinamentos e o Seu estilo de vida. Jesus convida-os a partilhar com Ele uma casa e uma vida, como antecipa\u00e7\u00e3o da vida eterna na casa do Pai (14, 3).<br \/>\nCome\u00e7a um di\u00e1logo entre Jesus e os primeiros disc\u00edpulos. Mediante este di\u00e1logo, com o qual Deus entra em rela\u00e7\u00e3o com o homem, este \u00e9 convidado a dar uma resposta que d\u00ea continuidade e efic\u00e1cia ao di\u00e1logo iniciado, convertendo-se num verdadeiro encontro entre pessoas. Isto \u00e9 o mais caracter\u00edstico da f\u00e9 crist\u00e3, cujo fundamento essencial n\u00e3o se encontra na aceita\u00e7\u00e3o de umas verdades, mas na aceita\u00e7\u00e3o de uma Pessoa, que tem como consequ\u00eancia um discipulado. A f\u00e9 crist\u00e3 n\u00e3o \u00e9 \u201cacreditar em algo\u201d, mas abrir-se profundamente a uma rela\u00e7\u00e3o pessoal com Deus que se nos comunica.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 uma teoria, mas uma experi\u00eancia: &#8211; \u201cVinde e vede\u201d. A raiz da f\u00e9 \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o da pessoa de Cristo. De facto, anos mais tarde, quando se escreveu o Evangelho, recorda-se o epis\u00f3dio como o in\u00edcio de uma nova vida; est\u00e1 presente o pormenor da \u201chora\u201d, insignificante para n\u00f3s, mas n\u00e3o para quem o viveu: &#8211; \u201cEram as quatro horas da tarde\u201d.<br \/>\nUma consequ\u00eancia imediata da f\u00e9 \u00e9 a necessidade de a transmitir, evangelizando outros. Pela mensagem de Jo\u00e3o Baptista e pela sua pequena experi\u00eancia pessoal de Jesus, Andr\u00e9 chega \u00e0 convic\u00e7\u00e3o de que encontrou o Messias, e assim O comunica a seu irm\u00e3o Sim\u00e3o Pedro. A atitude evangelizadora de Andr\u00e9 n\u00e3o se reduz a comunicar ao seu irm\u00e3o a boa nova do Messias, mas em conduzir o irm\u00e3o at\u00e9 Jesus.<\/p>\n<p><strong>2. Em Can\u00e1 Jesus come\u00e7a<\/strong><br \/>\n<strong>os Seus sinais (Jo 2, 1-11)<\/strong><br \/>\nOs elementos centrais das Bodas de Can\u00e1 s\u00e3o a \u00e1gua e o vinho. A \u00e1gua \u00e9 depositada em seis talhas de pedra destinadas \u00e0s purifica\u00e7\u00f5es dos judeus, e que tinham ficado vazias. O n\u00famero seis simboliza a imperfei\u00e7\u00e3o desses ritos. Eram de pedra como as t\u00e1buas da Lei (Ex 32, 15), como o cora\u00e7\u00e3o do povo judeu (Ez 36, 26).<br \/>\nO vinho \u00e9 sinal de amor e de alegria (Sl 104, 5); Ecl 10, 19). O C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos apresenta-o como s\u00edmbolo do amor entre o esposo e a esposa, que por sua vez, simboliza o amor de Deus e do povo (Ct 1, 2; 7, 10; 8, 2). O vinho simboliza a totalidade do banquete, banquete de bodas a que tantas vezes se compara o Reino de Deus. Apenas Maria, que sendo do povo judeu j\u00e1 pertencia ao novo Israel, se d\u00e1 conta de que n\u00e3o t\u00eam vinho. \u00c9 necess\u00e1rio que os antigos ritos vazios deem lugar ao novo banquete do Reino.<br \/>\nMaria, atenta \u00e0s necessidades dos irm\u00e3os, deseja o vinho novo do Reino e com plena confian\u00e7a no seu Filho, apela a que todos escutemos a Sua Palavra: &#8211; \u201cFazei o que Ele vos disser!\u201d.<br \/>\nSer disc\u00edpulo \u00e9 seguir Jesus \u2013 o que implica uma rela\u00e7\u00e3o muito estreita com Ele. A rela\u00e7\u00e3o pessoal com Jesus, a identifica\u00e7\u00e3o com Ele, com o Seu projeto e o Seu caminho, \u00e9 o que define o disc\u00edpulo. Por esta raz\u00e3o o caminho dos disc\u00edpulos n\u00e3o pode ser outro sen\u00e3o o caminho de Jesus. O disc\u00edpulo \u00e9, pois, algu\u00e9m apaixonado por Cristo, a quem reconhece como o mestre que o conduz e o acompanha ao longo da sua vida.<br \/>\nPara que o disc\u00edpulo amadure\u00e7a no conhecimento e seguimento de Jesus, deve alimentar-se da Palavra de Deus, que \u00e9 caminho de aut\u00eantica convers\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o; da Eucaristia, que \u00e9 o lugar privilegiado do encontro do disc\u00edpulo com Jesus Cristo; da ora\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria, que \u00e9 o lugar onde o disc\u00edpulo, alimentado pela Palavra e pela Eucaristia, cultiva uma rela\u00e7\u00e3o de profunda amizade com Jesus Cristo; e tamb\u00e9m encontramos e seguimos Jesus de um modo especial nos pobres, aflitos e enfermos.<\/p>\n<p><strong>3. Os jovens e <\/strong><br \/>\n<strong>a sua op\u00e7\u00e3o por Cristo<\/strong><br \/>\nToda a vida crist\u00e3 vive da aceita\u00e7\u00e3o do chamamento do Senhor, que a todos convida a segui-l\u2019O. Trata-se de uma resposta de f\u00e9, que agarra a pessoa na sua totalidade e que est\u00e1 presente em todas as fases da sua vida. \u00c9 esta consci\u00eancia, de um dom que se recebe, que est\u00e1 na base de toda a voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3, a qual se inicia no batismo.<br \/>\nO batismo, ao inserir o crente no Mist\u00e9rio Pascal, faz despontar no pr\u00f3prio os dinamismos da vida do Senhor, de se reconhecer Filho adotivo de Deus e chamado a um testemunho coerente e confiante. \u00c9 esta consci\u00eancia de f\u00e9 que importa ser iniciada nos processos de educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3, a qual n\u00e3o deve ser dada por garantida \u00e0 partida. Se no passado \u2013 e felizmente ainda no presente \u2013, era muitas vezes o meio familiar que garantia a forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3, temos vindo a assistir ao enfraquecimento dos la\u00e7os familiares e tradicionais crist\u00e3os que colocam em risco a transmiss\u00e3o da f\u00e9. A este prop\u00f3sito lembrava o papa Bento XVI em Lisboa, quando referia que \u00abMuitas vezes preocupamo-nos afanosamente com as consequ\u00eancias sociais, culturais e pol\u00edticas da f\u00e9, dando por suposto que a f\u00e9 existe, o que \u00e9 cada vez menos realista.\u00bb.<br \/>\n\u00c9 tamb\u00e9m neste enquadramento que se percebe a realiza\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo dos Bispos sobre \u201cos jovens, a f\u00e9 e o discernimento vocacional\u201d no pr\u00f3ximo ano. A relev\u00e2ncia de tal realidade exige de n\u00f3s o pensar sobre o an\u00fancio da f\u00e9 e do discernimento vocacional, cuja finalidade se orienta para \u00ab(\u2026) transformar, \u00e0 luz da f\u00e9, [a vida] em passos rumo \u00e0 plenitude da alegria \u00e0 qual todos n\u00f3s fomos chamados\u00bb (Documento preparat\u00f3rio do S\u00ednodo dos Bispos, Introdu\u00e7\u00e3o). Este horizonte pastoral n\u00e3o nos pode ser estranho nos pr\u00f3ximos anos, sendo essencial para podermos cultivar a desejada cultura vocacional na nossa diocese.<br \/>\nOs jovens de hoje vivem num mundo marcado por uma cultura t\u00e9cnica e de informa\u00e7\u00e3o, que responde muitas vezes ao \u201ccomo se faz\u201d e cada vez menos ao \u201cpara qu\u00ea\u201d. Assim vemos o emergir uma certa sensa\u00e7\u00e3o de vazio ou de incerteza, realidade que se constitui como uma nova forma de pobreza e \u00e0 qual n\u00e3o nos podemos furtar a responder \u00e0 sua emerg\u00eancia. De facto, o chamamento ao seguimento radical de Cristo introduz na vida uma finalidade maior \u201cdo que esta terra\u201d (cf. 1 Cor 15, 19), a qual d\u00e1 uma nova forma de enfrentar as dificuldades pr\u00f3prias da juventude e o documento do S\u00ednodo expl\u00edcita.<\/p>\n<p><strong>4. O nosso compromisso<\/strong><br \/>\n<strong>para com o Semin\u00e1rio <\/strong><br \/>\n<strong>de Aveiro<\/strong><br \/>\nO discernimento vocacional necessita de meios concretos. Se por um lado, a Semana de Ora\u00e7\u00e3o pelos Semin\u00e1rios nos lembra a necessidade de rogarmos ao Senhor que nos conceda homens capazes de entregar a vida para serem sinais do Bom pastor (e o mesmo podemos afirmar da vida de consagra\u00e7\u00e3o feminina), por outro, lembra-nos o cuidado na promo\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es ao sacerd\u00f3cio nas nossas par\u00f3quias e comunidades. \u00c9 neste espa\u00e7o e tempo que muitos dos rapazes, que frequentam os semin\u00e1rios, se interrogam pelo sentido de vida.<\/p>\n<p><strong>O Semin\u00e1rio de Aveiro<\/strong><br \/>\nA comunidade do Semin\u00e1rio de Aveiro conta, este ano letivo, com cinco rapazes entre o 10.\u00ba e 12.\u00ba ano, estando ainda dois no semin\u00e1rio de Caparide e tr\u00eas no Semin\u00e1rio dos Olivais e um estagi\u00e1rio, tendo j\u00e1 terminado os estudos teol\u00f3gicos.<\/p>\n<p><strong>O Pr\u00e9-semin\u00e1rio<\/strong><br \/>\nComo etapa pr\u00e9via \u00e0 admiss\u00e3o ao Semin\u00e1rio existe o pr\u00e9-semin\u00e1rio, o qual acompanha cerca de 50 rapazes entre o 5.\u00ba e o 12.\u00ba ano. Recorda-se ainda que se est\u00e1 a estimular a cria\u00e7\u00e3o de um grupo para acompanhar aqueles com mais de 18 anos e que se v\u00e3o interrogando pelo seu sentido de vida e n\u00e3o excluem a hip\u00f3tese do minist\u00e9rio ordenado.<\/p>\n<p><strong>As par\u00f3quias e as <\/strong><br \/>\n<strong>comunidades crist\u00e3s<\/strong><br \/>\nImporta em todo o caso procurar acompanhar e suscitar nas nossas comunidades \u2013 os respons\u00e1veis dos servi\u00e7os ou mediante um animador vocacional \u2013 todos aqueles que mostram interesse em querer conhecer o semin\u00e1rio. Neste sentido, gostaria de convidar todos a participar na vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o pelo Semin\u00e1rio no pr\u00f3ximo dia 18 de novembro, pelas 21h30, a decorrer na igreja paroquial de S\u00e3o Bernardo, Aveiro, e no dia seguinte, 19, na Eucaristia na igreja do Semin\u00e1rio de Aveiro, pelas 16h00. S\u00e3o duas datas importantes na promo\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es ao presbiterado na Diocese de Aveiro.<\/p>\n<p><strong>Vamos ajudar<\/strong><br \/>\n<strong>o nosso Semin\u00e1rio<\/strong><br \/>\n\u00c9 nesta semana que se realiza o ofert\u00f3rio para os semin\u00e1rios diocesanos, o qual \u00e9 imprescind\u00edvel para a sustenta\u00e7\u00e3o do percurso formativo do nosso semin\u00e1rio. Apelo a que os arciprestados ou pessoas de boa vontade fundem bolsas de estudo em ordem \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos futuros sacerdotes.<br \/>\nFa\u00e7amos nossa a ora\u00e7\u00e3o proposta para esta semana, pedindo ao Senhor da messe que mande oper\u00e1rios para a sua messe.<\/p>\n<p><em>Deus, nosso Pai, <\/em><br \/>\n<em>que pela Vossa Palavra <\/em><br \/>\n<em>tudo criastes e tudo sustentais, <\/em><br \/>\n<em>n\u00f3s Vos damos gra\u00e7as <\/em><br \/>\n<em>pelo dom do Vosso Filho, Jesus, <\/em><br \/>\n<em>Palavra viva e reconciliadora. <\/em><br \/>\n<em>N\u00b4Ele manifestais o esplendor da Vossa gl\u00f3ria, <\/em><br \/>\n<em>para que, acreditando n\u00b4Ele, <\/em><br \/>\n<em>vivamos segundo a Palavra <\/em><br \/>\n<em>que nos cria de novo.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00f3s Vos bendizemos <\/em><br \/>\n<em>pelo dom do minist\u00e9rio sacerdotal, <\/em><br \/>\n<em>pelo qual associais aos primeiros disc\u00edpulos, <\/em><br \/>\n<em>que acreditaram em Jesus, outros companheiros <\/em><br \/>\n<em>que continuam a servir \u00e0 humanidade <\/em><br \/>\n<em>o alimento da Palavra, <\/em><br \/>\n<em>o banquete da Eucaristia<\/em><br \/>\n<em>e a via da Reconcilia\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00f3s Vos pedimos pelos seminaristas <\/em><br \/>\n<em>e seus educadores, <\/em><br \/>\n<em>para que abram os cora\u00e7\u00f5es \u00e0 Palavra <\/em><br \/>\n<em>e a vivam com desassombro, <\/em><br \/>\n<em>dando testemunho da Vossa alegria no mundo.<\/em><\/p>\n<p><em>Maria, m\u00e3e de Jesus e nossa m\u00e3e,<\/em><br \/>\n<em>v\u00f3s que conheceis as necessidades humanas <\/em><br \/>\n<em>e ensinais a viver como diz o vosso Filho, <\/em><br \/>\n<em>abri novos cora\u00e7\u00f5es para a disponibilidade <\/em><br \/>\n<em>de viver ao servi\u00e7o da alegria. <\/em><br \/>\n<em>Maria, repeti hoje aos nossos cora\u00e7\u00f5es: <\/em><br \/>\n<em>\u201cFazei o que Ele vos disser\u201d. \u00c1men.<\/em><\/p>\n<p><strong>D. Ant\u00f3nio Moiteiro<\/strong><br \/>\n<em>Bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Igreja portuguesa celebra entre os dias 12 a 19 de Novembro a semana de ora\u00e7\u00e3o pelos semin\u00e1rios. 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