{"id":3041,"date":"2010-11-17T10:18:00","date_gmt":"2010-11-17T10:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3041"},"modified":"2010-11-17T10:18:00","modified_gmt":"2010-11-17T10:18:00","slug":"voltar-ao-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/voltar-ao-mar\/","title":{"rendered":"Voltar ao Mar!"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Todos os dias s\u00e3o fonte de inspira\u00e7\u00e3o para partilhar apenas um olhar sobre as coisas. A Cimeira da NATO, que ocorrer\u00e1 em Lisboa, merecer\u00e1 a nossa aten\u00e7\u00e3o. No dia em que escrevo [16 de Novembro], valer\u00e1 a pena salientar o que seguramente faz de Portugal um membro da Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte (sigla que deriva do ingl\u00eas North Atlantic Treaty Organization) com particular preponder\u00e2ncia: o mar!<\/p>\n<p>Hoje [16] celebra-se o Dia Nacional do Mar. Uma data comemorativa da Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado como o Dia Nacional do Mar!<\/p>\n<p>O Mar continua, insiste o Presidente da Rep\u00fablica, a ser a nossa porta para o Mundo. Deveria ser \u2013 acrescentamos n\u00f3s!<\/p>\n<p>Apontamos quatro boas raz\u00f5es para a ele voltar.<\/p>\n<p>Desde logo, como primeira raz\u00e3o, por termos um territ\u00f3rio t\u00e3o grande que faz de n\u00f3s um pa\u00eds enorme! Como est\u00e1 submerso n\u00e3o lhe ligamos muito. Mas, na verdade, a riqueza que as nossas \u00e1guas possuem (em fauna, em flora, em energia, em corredores de navega\u00e7\u00e3o,\u2026) s\u00e3o elementos suficientes para ser considerados! Valeria a pena classificar esses canais de circum-navega\u00e7\u00e3o como SCUT! Depois, instalavam-se uns p\u00f3rticos\u2026 j\u00e1 estava; mais receita!<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m uma segunda raz\u00e3o, a hist\u00f3rica. Sempre que nos fizemos ao mar, consolid\u00e1mos a nossa independ\u00eancia! S\u00f3 perdeu quem ficou em terra, como o \u201cVelho do Restelo\u201d. Sair para o Atl\u00e2ntico e abrir novos mundos ao mundo continua actual\u00edssimo. N\u00e3o \u00e9 uma sa\u00edda de explorador, o que defendemos. \u00c9 descobrir ou redescobrir a aquacultura, a agricultura, o turismo,\u2026 que entre n\u00f3s ou nos pa\u00edses pr\u00f3ximos podemos investir, crescer juntos. N\u00e3o nos parece que seja muito rent\u00e1vel pensar investir, para produzir, em pa\u00edses do espartilho continental!<\/p>\n<p>A terceira raz\u00e3o, o (Beira) Mar da nossa Regi\u00e3o, da nossa cidade!<\/p>\n<p>Com ou sem problemas de Direc\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um mist\u00e9rio, que tem rosto, como \u00e9 evidente, no percurso que est\u00e1 a ser feito nestas duas \u00faltimas \u00e9pocas. Como com t\u00e3o pouco se faz muito e com dignidade?! Tudo o resto, deve ser resolvido pelos s\u00f3cios. Fixamos no que se v\u00ea, no salta \u00e0 evid\u00eancia, e tem de ser sublinhado.<\/p>\n<p>Por fim, o n\u00edvel do mar! Est\u00e1 perigosamente a subir, \u00e9 preciso dedicar-lhe mais e melhor aten\u00e7\u00e3o! Sobre isto n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida nenhuma que ou vamos l\u00e1 ou vem ele para c\u00e1!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230;pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-3041","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3041","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3041"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3041\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3041"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3041"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3041"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}