{"id":31,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=31"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"portugal-entre-os-paises-menos-corruptos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/portugal-entre-os-paises-menos-corruptos\/","title":{"rendered":"Portugal entre os pa\u00edses menos corruptos"},"content":{"rendered":"<p>\u00daltima coluna <!--more--> Normalmente, as estat\u00edsticas europeias e mesmo mundiais costumam posicionar Portugal em lugares nada agrad\u00e1veis. Por isto ou por aquilo, l\u00e1 est\u00e3o os portugueses a serem referenciados como dos menos bons, o que tem criado em muitos de n\u00f3s, certamente, um certo complexo de inferioridade. Felizmente, de quando em vez l\u00e1 surgem boas raz\u00f5es que nos acicatam para encetarmos com mais afinco caminhos de progresso e de auto-estima.<\/p>\n<p>Na passada semana veio mais um inqu\u00e9rito, dos muitos que se fazem a toda a hora, por tudo e por nada. Desta feita sobre os \u00edndices de corrup\u00e7\u00e3o. E o que diz? Apenas isto: Portugal est\u00e1 entre os pa\u00edses menos corruptos do mundo. E n\u00f3s por aqui sempre a protestarmos contra tudo e contra todos. Afinal, at\u00e9 somos bons em muitas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Para j\u00e1, ocupa o 25\u00ba lugar no \u00edndice mundial de corrup\u00e7\u00e3o no mais recente relat\u00f3rio da organiza\u00e7\u00e3o Transpar\u00eancia Internacional.<\/p>\n<p>O estudo mant\u00e9m os pa\u00edses n\u00f3rdicos no topo da lista dos que registam menor corrup\u00e7\u00e3o, estando a Finl\u00e2ndia no primeiro lugar, vindo outros depois, nomeadamente a Isl\u00e2ndia, a Dinamarca, a Nova-Zel\u00e2ndia e Singapura. <\/p>\n<p>\u00c0 frente de Portugal, que conseguiu a pontua\u00e7\u00e3o de 6,6, numa escala de zero (alto n\u00edvel de corrup\u00e7\u00e3o) a dez (alto n\u00edvel de transpar\u00eancia), est\u00e3o pa\u00edses como a Fran\u00e7a e a Espanha (com 6,9). Os mais corruptos s\u00e3o o Bangladesh, a Nig\u00e9ria e o Haiti.<\/p>\n<p>Esta classifica\u00e7\u00e3o, publicada todos os anos, \u00e9 baseada num c\u00e1lculo efectuado a partir da percep\u00e7\u00e3o do grau de corrup\u00e7\u00e3o de agentes empresariais, universit\u00e1rios e analistas de v\u00e1rios pa\u00edses.<\/p>\n<p>F.M.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00daltima coluna<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-31","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}