{"id":3348,"date":"2010-12-09T10:26:00","date_gmt":"2010-12-09T10:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3348"},"modified":"2010-12-09T10:26:00","modified_gmt":"2010-12-09T10:26:00","slug":"gas-natural-da-ria-de-aveiro-pode-vir-a-ser-explorado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/gas-natural-da-ria-de-aveiro-pode-vir-a-ser-explorado\/","title":{"rendered":"G\u00e1s natural da Ria de Aveiro pode vir a ser explorado"},"content":{"rendered":"<p>J\u00e1 foram identificados seis campos de g\u00e1s. Embora relativamente pequenos, poder\u00e3o vir a ser explorados economicamente.<\/p>\n<p>Um grupo de investigadores vai apresentar um projecto para estudar os campos de g\u00e1s existentes na ria de Aveiro e o seu poss\u00edvel aproveitamento para consumo dom\u00e9stico, dando sequ\u00eancia aos levantamentos geof\u00edsicos efectuados por esse grupo, coordenado por Lu\u00eds Menezes Pinheiro, do departamento de Geoci\u00eancias e do Laborat\u00f3rio Associado CESAM, da Universidade de Aveiro (UA).<\/p>\n<p>Em 1967, ainda antes da funda\u00e7\u00e3o da UA, foi reportada pela primeira vez a exist\u00eancia de campos de g\u00e1s nesta zona, quando da abertura de um po\u00e7o junto de uma casa em constru\u00e7\u00e3o em Vagos, tendo sido comprovada, mais recentemente, num artigo cient\u00edfico publicado numa revista internacional por este grupo de investiga\u00e7\u00e3o, em 2006.<\/p>\n<p>J\u00e1 identificaram seis campos de g\u00e1s no fundo da laguna, na sequ\u00eancia de levantamentos geof\u00edsicos realizados ao longo dos canais de navega\u00e7\u00e3o. An\u00e1lises realizadas, posteriormente, provaram que o g\u00e1s libertado \u00e9 biog\u00e9nico, isto \u00e9, \u201cformado devido \u00e0 decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica por bact\u00e9rias, e \u00e9 essencialmente composto por metano (o principal componente do g\u00e1s natural)\u201d, explicou Lu\u00eds Menezes Pinheiro, que real\u00e7ou ainda o facto desses campos serem relativamente pequenos. Mesmo assim, ainda existe a possibilidade desse g\u00e1s natural poder ser explorado economicamente. Para isso, afirma o investigador: \u201cPrimeiro, temos de ver que quantidades \u00e9 que h\u00e1, para depois testarmos como podemos recuperar esse g\u00e1s e ver se o conseguimos aproveitar\u201d.<\/p>\n<p>A equipa de investigadores liderada por Lu\u00eds Menezes Pinheiro pretende cartografar estes campos de g\u00e1s e estudar a sua evolu\u00e7\u00e3o ao longo do tempo, come\u00e7ando, no in\u00edcio de 2011, a fazer medi\u00e7\u00f5es de fluxos. De seguida, a UA pretende desenvolver prot\u00f3tipos de pequenos reactores para o aproveitamento deste g\u00e1s em instala\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas. <\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 foram identificados seis campos de g\u00e1s. Embora relativamente pequenos, poder\u00e3o vir a ser explorados economicamente. Um grupo de investigadores vai apresentar um projecto para estudar os campos de g\u00e1s existentes na ria de Aveiro e o seu poss\u00edvel aproveitamento para consumo dom\u00e9stico, dando sequ\u00eancia aos levantamentos geof\u00edsicos efectuados por esse grupo, coordenado por Lu\u00eds [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-3348","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3348"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3348\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}