{"id":3488,"date":"2009-09-16T09:33:00","date_gmt":"2009-09-16T09:33:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3488"},"modified":"2009-09-16T09:33:00","modified_gmt":"2009-09-16T09:33:00","slug":"formacao-permanente-ordinaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/formacao-permanente-ordinaria\/","title":{"rendered":"Forma\u00e7\u00e3o permanente ordin\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p>Uma das novidades, para mim absolutas, consolidando um reflex\u00e3o intuitiva mas n\u00e3o raciocinada, durante o recente Simp\u00f3sio do Clero, foi a clarifica\u00e7\u00e3o da Forma\u00e7\u00e3o Permanente: a extraordin\u00e1ria &#8211; constitu\u00edda pelas ac\u00e7\u00f5es programadas, de actualiza\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica e pastoral; e a ordin\u00e1ria &#8211; que consiste na constru\u00e7\u00e3o di\u00e1ria da identifica\u00e7\u00e3o do presb\u00edtero com Cristo, pela sua renova\u00e7\u00e3o interior, pela sua viv\u00eancia aprofundada do exerc\u00edcio do minist\u00e9rio, pelas formas de intimidade com Cristo (ora\u00e7\u00e3o, vida sacramental, estilo de vida quotidiano&#8230;), pela crescente proximidade das pessoas e envolv\u00eancia na sua sabedoria&#8230;<\/p>\n<p>Num dos seus di\u00e1logos com o Clero de Roma &#8211; o clero do seu Presbit\u00e9rio! -, o Santo Padre, respondendo a uma pergunta de um sacerdote, diz-lhe em determinado momento: \u201cNeste sentido, em resumo, concordo consigo: n\u00e3o basta pregar ou fazer pastoral com a bagagem preciosa adquirida no estudo da teologia. Ela \u00e9 importante e fundamental, mas deve ser personalizada: devemos partir do conhecimento acad\u00e9mico, que aprendemos e sobre o qual reflectimos, com uma vis\u00e3o pessoal da nossa vida, para chegarmos \u00e0s outras pessoas. Neste sentido, desejo dizer que \u00e9 importante, por um lado, concretizar com a nossa experi\u00eancia pessoal da f\u00e9, no encontro com os nossos paroquianos, a grande palavra da f\u00e9, mas tambem n\u00e3o perder a sua simplicidade.\u201d <\/p>\n<p>As grandes palavras da tradi\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, que dizem os grandes mestres da teologia, t\u00eam de ser envolvidas na nossa experi\u00eancia pessoal de Deus, para se tornarem an\u00fancio v\u00e1lido para o homem de hoje.<\/p>\n<p>E o Papa continua: \u201cDeus existe, n\u00e3o \u00e9 um ser baseado numa hip\u00f3tese, afastado, mas est\u00e1 pr\u00f3ximo, falou connosco, falou comigo. E assim dizemos simplesmente o que \u00e9, como se pode e se deve explicar e desenvolver. Mas n\u00e3o esque\u00e7amos que n\u00e3o propomos reflex\u00f5es, n\u00e3o propomos uma filosofia, mas propomos o an\u00fancio simples de Deus que agiu, e que tamb\u00e9m agiu comigo\u201d.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o cerne da Forma\u00e7\u00e3o Permanente ordin\u00e1ria, quotidiana: contemplar e reflectir as maravilhas de Deus em n\u00f3s, a nossa correspond\u00eancia a elas crescendo na identifica\u00e7\u00e3o com Cristo, e tornando esse testemunho o ve\u00edculo privilegiado do di\u00e1logo com as pessoas sobre as grandes verdades da F\u00e9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das novidades, para mim absolutas, consolidando um reflex\u00e3o intuitiva mas n\u00e3o raciocinada, durante o recente Simp\u00f3sio do Clero, foi a clarifica\u00e7\u00e3o da Forma\u00e7\u00e3o Permanente: a extraordin\u00e1ria &#8211; constitu\u00edda pelas ac\u00e7\u00f5es programadas, de actualiza\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica e pastoral; e a ordin\u00e1ria &#8211; que consiste na constru\u00e7\u00e3o di\u00e1ria da identifica\u00e7\u00e3o do presb\u00edtero com Cristo, pela sua renova\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-3488","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3488","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3488"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3488\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3488"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3488"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3488"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}