{"id":3540,"date":"2009-09-16T10:44:00","date_gmt":"2009-09-16T10:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3540"},"modified":"2009-09-16T10:44:00","modified_gmt":"2009-09-16T10:44:00","slug":"exercito-da-louvor-ao-p-e-cesar-fernandes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/exercito-da-louvor-ao-p-e-cesar-fernandes\/","title":{"rendered":"Ex\u00e9rcito d\u00e1 louvor ao P.e C\u00e9sar Fernandes"},"content":{"rendered":"<p>O P.e C\u00e9sar Fernandes, que actualmente \u00e9 vig\u00e1rio paroquial das par\u00f3quias da Gafanha da Nazar\u00e9 e da Gafanha da Encarna\u00e7\u00e3o, recebeu no domingo, 13 de Setembro, em Sintra, um louvor do Minist\u00e9rio da Defesa Nacional \/ Ex\u00e9rcito Portugu\u00eas pela sua carreira militar.<\/p>\n<p>No louvor assinado pelo general Jos\u00e9 Lu\u00eds Pinto Rama-lho, chefe do Estado-Maior do Ex\u00e9rcito, pode ler-se que o P.e C\u00e9sar serviu de \u201cforma eficiente, dedicada e competente\u201d, ao longo de 27 anos \u201cas tropas p\u00e1ra-quedistas, inicialmente na For\u00e7a A\u00e9rea e posteriormente no Ex\u00e9rcito\u201d.<\/p>\n<p>O diploma de louvor destaca o servi\u00e7o \u201cno campo humano, religioso, social e cultural\u201d deste sacerdote nascido em Calv\u00e3o, no dia 24 de Agosto de 1952, e ordenado padre no dia 23 de Setembro de 1979. Refere que o P.e C\u00e9sar teve um importante papel cultural entre os militares, dinamizando bibliotecas e colaborando na revista \u201cB\u00f3ina Verde\u201d e sublinha na sua conduta \u201cum verdadeiro sacerd\u00f3cio\u201d. \u201cFoi sempre a voz e o apoio amigo, pronto a escutar, a apoiar e a aconselhar. Sereno, de uma lealdade \u00edmpar e possuidor de qualidades de abnega\u00e7\u00e3o e sacrif\u00edcio exemplares, bem como de uma not\u00e1vel resist\u00eancia f\u00edsica, procurou estar sempre presente nos momentos dif\u00edceis, participando sempre devidamente equipado nos diversos exerc\u00edcios conjuntos e combinados\u201d.<\/p>\n<p>O diploma real\u00e7a que o P.e C\u00e9sar teve \u201cac\u00e7\u00e3o marcante\u201d em miss\u00f5es no exterior do pa\u00eds, nomeadamente entre 1996 e 2007, em sete for\u00e7as destacadas na B\u00f3snia-Herzegovina e no Kosovo, onde os militares portugueses integraram for\u00e7as de manuten\u00e7\u00e3o da paz. Contribuiu \u201cpara a preserva\u00e7\u00e3o da uni\u00e3o e estabilidade no seio das Unidades, sobretudo quando tiveram que ultrapassar situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, na sequ\u00eancia da ocorr\u00eancia de baixas. Neste dom\u00ednio, o seu desempenho foi fulcral e inestim\u00e1vel, quer no acompanhamento dos militares feridos, evacuados ou n\u00e3o, quer no apoio \u00e0s fam\u00edlias que perderam entes queridos\u201d.<\/p>\n<p>O P.e C\u00e9sar reformou-se no posto de tenente-coronel. Agora as lutas s\u00e3o outras. Passam principalmente pela dinamiza\u00e7\u00e3o da vida crist\u00e3 entre as pessoas das Gafanhas da Nazar\u00e9 e da Encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n<p>Militares portugueses nos Balc\u00e3s<\/p>\n<p>As tropas portuguesas eram apreciadas pelas popula\u00e7\u00f5es dos Balc\u00e3s, afirma o capel\u00e3o militar na reforma do Ex\u00e9rcito, mas no activo da vida pastoral. \u201cOlhavam para n\u00f3s com muito respeito. Queriam conhecer a nossa hist\u00f3ria e os nossos costumes. Tivemos \u00abdias abertos\u00bb em que os populares puderam entrar nas nossas instala\u00e7\u00f5es. Diversas vezes oferecemos alimentos, bolas e equipamentos desportivos, que faziam as del\u00edcias de crian\u00e7as e jovens\u201d, relata.<\/p>\n<p>A manuten\u00e7\u00e3o da paz n\u00e3o esteve, contudo, isenta de perigos. Recorda o P.e C\u00e9sar que \u201cnas primeiras miss\u00f5es, as previs\u00f5es de baixas eram pessimistas\u201d. Felizmente os n\u00famero tr\u00e1gicos n\u00e3o se confirmaram, mas houve alguns mortos e feridos devido \u00e0s minas deixadas pela guerra. O sacerdote lembra-se de alguns \u201cmomentos de tens\u00e3o\u201d, como quando foi necess\u00e1rio negociar com um l\u00edder s\u00e9rvio que barrava a passagem, na B\u00f3snia. Por outro lado, os militares portugueses tiveram que se habituar a um h\u00e1bito local: os casamentos, anivers\u00e1rios e outras festas comemoravam-se com rajadas de metralhadoras para o ar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O P.e C\u00e9sar Fernandes, que actualmente \u00e9 vig\u00e1rio paroquial das par\u00f3quias da Gafanha da Nazar\u00e9 e da Gafanha da Encarna\u00e7\u00e3o, recebeu no domingo, 13 de Setembro, em Sintra, um louvor do Minist\u00e9rio da Defesa Nacional \/ Ex\u00e9rcito Portugu\u00eas pela sua carreira militar. 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