{"id":3675,"date":"2009-09-09T11:18:00","date_gmt":"2009-09-09T11:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3675"},"modified":"2009-09-09T11:18:00","modified_gmt":"2009-09-09T11:18:00","slug":"apresentacao-de-livro-sobre-frei-pedro-dias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/apresentacao-de-livro-sobre-frei-pedro-dias\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o de livro sobre Frei Pedro Dias"},"content":{"rendered":"<p>Sexta-feira, pelas 18 horas, na Igreja Matriz de Aradas, o Bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Francisco, ir\u00e1 apresentar um livro, da autoria de Amaro Neves, com edi\u00e7\u00e3o da Junta de Freguesia de Aradas, sobre S\u00e3o Pedro Dias \u2013 o Santo de Aradas, tamb\u00e9m conhecido por \u201cSanto de Aveiro\u201d, por ter sido acolhido, enquanto jovem, no mosteiro de S. Domingos.<\/p>\n<p>Pedro Dias nasceu em Aradas, no ano de 1458, e morreu em \u00c9vora, no dia 8 de Janeiro de 1528. Como frade da Ordem de S. Domingos, viveu inicialmente no mosteiro dominicano de Aveiro e depois em \u00c9vora. Devido \u00e0 sua humildade, ora\u00e7\u00e3o, esp\u00edrito de sacrif\u00edcio, caridade, obedi\u00eancia e bom exemplo, ganhou o apre\u00e7o dos seus contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Na cidade de \u00c9vora, o \u201cdom da profecia\u201d e a aura de \u201cm\u00edstico\u201d manifestada por Frei Pedro Dias levaram a que o povo o \u201ccanonizasse\u201d como \u201cvener\u00e1vel\u201d, \u201csanto pai dos pobres\u201d ou \u201csanto irm\u00e3o\u201d, tendo tamb\u00e9m ficado conhecido por Pedro Bom ou Pedro Dominicano. Como tal, consta no Hagiol\u00f3gio Romano, com festa lit\u00fargica marcada em 9 de Janeiro.<\/p>\n<p>A convite do historiador Amaro Neves e da Junta de Freguesia de Aradas, o artista pl\u00e1stico Marcos Muge restaurou uma antiga escultura em madeira de S. Pedro Dias, datada possivelmente da segunda metade do s\u00e9culo XVI, ou seja, executada poucas d\u00e9cadas ap\u00f3s a morte do Santo de Aradas, mas significativamente alterada em \u00e9poca posterior.<\/p>\n<p>Marcos Muge restaura imagem<\/p>\n<p>Sobre a interven\u00e7\u00e3o que efectuou, Marcos Muge sublinha que consistiu na remo\u00e7\u00e3o dos repintes de natureza oleosa (pintura que modificou o original h\u00e1bito dominicano de Frei Pedro Dias por um mais alegre\u201d e \u201ccolorido), repondo a primitiva pintura, o que em termos hist\u00f3ricos e patrimoniais valoriza substancialmente esta escultura, tanto mais que possivelmente ser\u00e1 a \u00fanica imagem existente do santo de Aradas. <\/p>\n<p>De real\u00e7ar que ao remover as pinturas posteriores, Marcos Muge encontrou a pintura original que mostra um frade com h\u00e1bito dominicano. Na base, sob as camadas de tinta, surgiu um conjunto de letras, em que eram leg\u00edveis as palavras Pe(d)ro (B)om. Na imagem inicial, o santo tem olhos azuis, os quais, com a pintura posterior, passaram a castanhos.<\/p>\n<p>Cardoso Ferreira <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sexta-feira, pelas 18 horas, na Igreja Matriz de Aradas, o Bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Francisco, ir\u00e1 apresentar um livro, da autoria de Amaro Neves, com edi\u00e7\u00e3o da Junta de Freguesia de Aradas, sobre S\u00e3o Pedro Dias \u2013 o Santo de Aradas, tamb\u00e9m conhecido por \u201cSanto de Aveiro\u201d, por ter sido acolhido, enquanto jovem, no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-3675","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3675","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3675"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3675\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3675"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3675"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3675"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}