{"id":369,"date":"2010-01-20T11:37:00","date_gmt":"2010-01-20T11:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=369"},"modified":"2010-01-20T11:37:00","modified_gmt":"2010-01-20T11:37:00","slug":"teatro-vulcao-de-abel-neves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/teatro-vulcao-de-abel-neves\/","title":{"rendered":"Teatro: &#8220;Vulc\u00e3o&#8221;, de Abel Neves"},"content":{"rendered":"<p>Submissa quanto pode, e deve ser, Valdete vive os seus dias nas garras de um monstro, o seu marido Samuel. Antes de casar, sonhou com ele um amor feliz, mas depois o nascimento de um filho cego revela a natureza bizarra do seu homem. Obcecado com a ideia do exterm\u00ednio, de acabar com os fracos, Samuel recolhe todos os c\u00e3es que encontra e atira-os \u00e0 morte, construindo perto da casa um po\u00e7o semelhante ao dos antigos fojos de lobo (muros que, nos montes, encurralavam os lobos para buracos, onde depois eram exterminados). Uma noite, entrega o seu pequeno filho \u00e0 m\u00e1fia do tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os e, muito provavelmente tamb\u00e9m, \u00e0 morte. Valdete resiste ao mart\u00edrio, \u00e0 viola\u00e7\u00e3o e, sempre na esperan\u00e7a de poder saber onde est\u00e1 o seu querido filho, aceita continuar a vida junto do homem que odeia.<\/p>\n<p>\u201cVulc\u00e3o\u201d, de Abel Neves, com encena\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Grosso e Cust\u00f3dia Gallego no papel principal. Co-produ\u00e7\u00e3o do Teatro Nacional D. Maria II e ACE \/ Teatro do Bolh\u00e3o. Dia 23 de Janeiro, \u00e0s 21h45, no Teatro Aveirense. Bilhetes a 12 euros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Submissa quanto pode, e deve ser, Valdete vive os seus dias nas garras de um monstro, o seu marido Samuel. Antes de casar, sonhou com ele um amor feliz, mas depois o nascimento de um filho cego revela a natureza bizarra do seu homem. Obcecado com a ideia do exterm\u00ednio, de acabar com os fracos, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[67],"tags":[],"class_list":["post-369","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ver-ouvir-sair"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/369","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=369"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/369\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=369"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=369"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=369"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}