{"id":3775,"date":"2009-09-23T10:48:00","date_gmt":"2009-09-23T10:48:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3775"},"modified":"2009-09-23T10:48:00","modified_gmt":"2009-09-23T10:48:00","slug":"festa-dos-amigos-e-vizinhos-animou-o-rossio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/festa-dos-amigos-e-vizinhos-animou-o-rossio\/","title":{"rendered":"Festa dos Amigos e Vizinhos animou o Rossio"},"content":{"rendered":"<p>M\u00fasica, teatro, pintura ao vivo, exposi\u00e7\u00f5es, passeios de p\u00f3nei, artesanato urbano e muita anima\u00e7\u00e3o de rua foram os ingredientes principais da Festa dos Amigos e Vizinhos, que decorreu no Rossio de Aveiro e zonas lim\u00edtrofes no passado s\u00e1bado<\/p>\n<p>No s\u00e1bado, o Rossio conheceu uma anima\u00e7\u00e3o pouco vulgar nos \u00faltimos tempos, n\u00e3o pelo n\u00famero de participantes e visitantes, mas pela diversidade da oferta, numa programa\u00e7\u00e3o que incluiu ac\u00e7\u00f5es iniciadas noutros concelhos (Ovar e Costa Nova, \u00cdlhavo) e que aqui terminaram, e que se estendeu \u00e0 vizinha Pra\u00e7a Melo Freitas.<\/p>\n<p>Pelo palco passaram grupos musicais e ranchos folcl\u00f3ricos, e ainda pe\u00e7as de teatro e de fantoches, numa programa\u00e7\u00e3o muito variada e heterog\u00e9nea, porque tamb\u00e9m os p\u00fablicos eram diversificados.<\/p>\n<p>Os visitantes foram convidados a participar nas actividades, sobretudo o p\u00fablico mais jovem, que tinha diferentes ofertas, desde a pintura ao vivo at\u00e9 \u00e0 possibilidade de passeios de p\u00f3nei disponibilizados pela Escola Equestre de Aveiro \/ Quinta Pedag\u00f3gica. <\/p>\n<p>M\u00e1rio Silva, o conhecido pintor de Coimbra, esteve algumas horas a pintar ao vivo, preparando v\u00e1rias telas que pretende levar a Cuba, onde ir\u00e1 expor a convite da aveirense Galeria Sacramento. No recinto que as galerias Sacramentos animaram no Rossio havia ainda outros p\u00f3los de interesse, como as exposi\u00e7\u00f5es de fotografia de Carlos Duarte e de Rui Bela e a presen\u00e7a de alguns artistas pl\u00e1sticos, entre os quais, o aveirense Quintas e o figueirense Filinto Viana, para al\u00e9m dos jovens a pintar ao vivo.<\/p>\n<p>No stand dos Amigos da Avenida, os visitantes podiam conhecer os objectivos visados por este grupo informal que, durante meio ano, animou a zona dos \u201cArcos\u201d, no centro da cidade e que chamou a aten\u00e7\u00e3o para o estado da Avenida Dr. Louren\u00e7o Peixinho (e zona envolvente) e para as potencialidades que ela pode desencadear no futuro. Nesse espa\u00e7o estava dispon\u00edvel o \u201cManifesto pelo espa\u00e7o p\u00fablico\u201d (que pode ser consultado em http:\/\/manifestopelacidade.blogs.sapo.pt), foi apresentado o projecto \u201cAqui! Here\u201d (http:\/\/aqui2009.blogs.sapo.pt) e o atelier \u201cFazer um projecto para a Avenida\u201d (http:\/\/projectoavenida.blogs.sapo.pt).<\/p>\n<p>Os livros tamb\u00e9m foram ao Rossio, levados pela Livraria Bucholz e pela Nova Acr\u00f3pole, enquanto a m\u00fasica esteve presente atrav\u00e9s do Grupo C\u00e9nico das Barrocas, do Grupo de Xailes de Aveiro, do Grupo Folcl\u00f3rico de Esgueira, do Coral da ARCEL, da Oficina de M\u00fasica de Aveiro e da Escola Riff.<\/p>\n<p>No final da tarde, tamb\u00e9m a \u201cRainha\u201d D. Maria II deslocou-se ao Rossio, no regresso da sua visita a Ovar, ap\u00f3s uma viagem de barco pela Ria de Aveiro. A receb\u00ea-la estiveram as autoridades da cidade que lhe entregaram as chaves de Aveiro.<\/p>\n<p>Como uma verdadeira festa de amigos e vizinhos, o Rossio foi palco de um piquenique colectivo.<\/p>\n<p>Cardoso Ferreira<\/p>\n<p>Seis meses de eventos<\/p>\n<p>No ano em que a cidade de Aveiro assinala os 1050 anos da primeira refer\u00eancia escrita a Aveiro (959) e os 250 anos da sua eleva\u00e7\u00e3o \u00e0 categoria de cidade (1759), surgiram os Amigos da Avenida, um grupo informal de amigos que congregou associa\u00e7\u00f5es, entidades oficiais (da C\u00e2mara Municipal \u00e0 Universidade) e, sobretudo, cidad\u00e3os aveirenses, na organiza\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o de anima\u00e7\u00e3o de rua.<\/p>\n<p>Entre Mar\u00e7o e o passado s\u00e1bado, a Pra\u00e7a Melo Freitas, junto aos \u201cArcos\u201d, foi o palco privilegiado para as ac\u00e7\u00f5es deste grupo, as quais inclu\u00edram eventos de \u00e1reas t\u00e3o diversas como m\u00fasica (dos mais variados estilos), pintura, anima\u00e7\u00e3o de rua, entre muitos outros espect\u00e1culos em que o p\u00fablico era tamb\u00e9m participante. Mas a ac\u00e7\u00e3o dos Amigos da Avenida tamb\u00e9m entrou por outras \u00e1reas, tendo participado em col\u00f3quios, encontros e debates sobre a cidade.<\/p>\n<p>As actividades foram programadas para decorrerem na Primavera e no Ver\u00e3o, per\u00edodo em que as condi\u00e7\u00f5es climat\u00e9ricas normalmente s\u00e3o mais favor\u00e1veis aos eventos de rua, pelo que agora, com o in\u00edcio do Outono, os Amigos da Avenida \u201cinvernam\u201d com a certeza do objectivo cumprido e na esperan\u00e7a que a semente que lan\u00e7aram desponte da terra e cres\u00e7a vi\u00e7osa na pr\u00f3xima Primavera.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00fasica, teatro, pintura ao vivo, exposi\u00e7\u00f5es, passeios de p\u00f3nei, artesanato urbano e muita anima\u00e7\u00e3o de rua foram os ingredientes principais da Festa dos Amigos e Vizinhos, que decorreu no Rossio de Aveiro e zonas lim\u00edtrofes no passado s\u00e1bado No s\u00e1bado, o Rossio conheceu uma anima\u00e7\u00e3o pouco vulgar nos \u00faltimos tempos, n\u00e3o pelo n\u00famero de participantes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[45],"tags":[],"class_list":["post-3775","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-regioes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3775","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3775"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3775\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3775"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3775"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3775"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}