{"id":3888,"date":"2009-11-04T09:59:00","date_gmt":"2009-11-04T09:59:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=3888"},"modified":"2009-11-04T09:59:00","modified_gmt":"2009-11-04T09:59:00","slug":"sempre-viva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sempre-viva\/","title":{"rendered":"Sempre viva!"},"content":{"rendered":"<p>A Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica (AC) vai celebrar, no s\u00e1bado e domingo, com Jornadas de revis\u00e3o de vida, os setenta e cinco anos da sua presen\u00e7a e vida em Portugal.<\/p>\n<p>A Igreja do nosso Pa\u00eds viveu, cresceu, robusteceu-se, penetrou no cerne da vida familiar, da vida social, da vida cultural, da vida laboral, por este fermento de renova\u00e7\u00e3o, de abertura, de capacita\u00e7\u00e3o de milit\u00e2ncia. <\/p>\n<p>Formaram-se l\u00edderes, desenvolveram-se compet\u00eancias de interven\u00e7\u00e3o, aprofundou-se a vida espiritual numa din\u00e2mica eminentemente secular. Tudo isto gerou um patrim\u00f3nio humano assinal\u00e1vel, que ainda hoje marca presen\u00e7a, de forma clara, em \u00e1reas da vida eclesial e c\u00edvica.<\/p>\n<p>As confus\u00f5es pol\u00edticas e sociais dos anos sessenta e setenta perturbaram as rotas de muitos dos militantes dos Movimentos. Ouvimos, nos nossos dias, com alguma frequ\u00eancia, esta express\u00e3o: \u201ceu sou de forma\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica\u201d. E isso quer dizer que militaram em AC. S\u00f3 que os exageros do radicalismo desviaram os par\u00e2metros da milit\u00e2ncia. <\/p>\n<p>Muitos procuraram, em estruturas pol\u00edticas e sindicais, o espa\u00e7o de respira\u00e7\u00e3o e \u201cliberdade\u201d que as estruturas eclesiais pareceram cercear-lhes. Uma outra \u201cestrat\u00e9gia pastoral\u201d poderia ter permitido manter a marca cat\u00f3lica no empenho de muitos deles nas causas p\u00fablicas. N\u00e3o que o r\u00f3tulo seja importante. Mas \u00e9 prov\u00e1vel que a fidelidade \u00e0 AC potenciasse o vigor e a alegria do compromisso.  <\/p>\n<p>Certo \u00e9 que o m\u00e9todo formativo e de interven\u00e7\u00e3o da AC n\u00e3o perdeu a validade. Dentro e fora da Igreja muitos o plagiam, porque \u00e9 \u00fanico e inesgot\u00e1vel. E, por isso mesmo, a AC permanece actual, \u00fanica, insubstitu\u00edvel e inesgot\u00e1vel. Apesar da oposi\u00e7\u00e3o que sofre por parte de muitas pessoas da Igreja, de vis\u00e3o curta e obstinado apego a esquemas facilitistas, apesar da dificuldade de \u201crecrutamento\u201d porque \u00e9 exigente e persistente o caminho que percorre, continua a singrar. Bem distante &#8211; \u00e9 certo &#8211; dos tempos de massas, mas vertebradora de personalidades de t\u00eampera e geradora de fermento de qualidade a impregnar discretamente grupos e comunidades. <\/p>\n<p>Est\u00e1 viva e recomenda-se! A Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica surgiu num tempo pr\u00f3prio, mas tem ess\u00eancia para ser permanente, se inculturar, semear os valores do Evangelho em todas as idades, ambientes e culturas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica (AC) vai celebrar, no s\u00e1bado e domingo, com Jornadas de revis\u00e3o de vida, os setenta e cinco anos da sua presen\u00e7a e vida em Portugal. A Igreja do nosso Pa\u00eds viveu, cresceu, robusteceu-se, penetrou no cerne da vida familiar, da vida social, da vida cultural, da vida laboral, por este fermento de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[],"class_list":["post-3888","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3888","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3888"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3888\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}