{"id":4153,"date":"2009-11-04T11:55:00","date_gmt":"2009-11-04T11:55:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4153"},"modified":"2009-11-04T11:55:00","modified_gmt":"2009-11-04T11:55:00","slug":"livro-sobre-o-passado-das-paroquias-de-estarreja-e-murtosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/livro-sobre-o-passado-das-paroquias-de-estarreja-e-murtosa\/","title":{"rendered":"Livro sobre o passado das par\u00f3quias de Estarreja e Murtosa"},"content":{"rendered":"<p>O livro \u201cEstarreja e Murtosa nas Mem\u00f3rias Paroquiais de 1758\u201d , da autoria de Am\u00e9rico Oliveira e Filomeno Silva, editado pela Funda\u00e7\u00e3o Solheiro Madureira, transcreve e faz o contexto hist\u00f3rico das \u201cMem\u00f3rias Paroquiais\u201d que o Padre Lu\u00eds Cardoso, um oratoriano e membro da Academia Real de Historia, recolheu em todo o territ\u00f3rio nacional metropolitano, ap\u00f3s ter obtido do ent\u00e3o Secret\u00e1rio de Estado dos Neg\u00f3cios do Reino, Sebasti\u00e3o Jos\u00e9 de Carvalho e Mello (Marqu\u00eas do Pombal), a necess\u00e1ria autoriza\u00e7\u00e3o para que os p\u00e1rocos \u201cenviassem novas \u2013 descri\u00e7\u00f5es das suas freguesias com aquelas escrupulosas, e circunstanciadas miudezas e que, impressas lhes foram enviadas\u201d.<\/p>\n<p>Os autores do livro real\u00e7am que as \u201cMem\u00f3rias paroquiais\u201d de 1758 deram origem \u00e0 \u201cprimeira e mais completa descri\u00e7\u00e3o do pa\u00eds que, pelo seu valor de conjunto, ultrapassa todas as inquiri\u00e7\u00f5es e descri\u00e7\u00f5es realizadas ao longo da nossa hist\u00f3ria para obter informa\u00e7\u00f5es e conhecer o Reino, nomeadamente no que dizia respeito ao meio f\u00edsico, \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, \u00e0 sociedade, \u00e0 administra\u00e7\u00e3o, \u00e0s culturas de cada terra, \u00e0s devo\u00e7\u00f5es religiosas, aos p\u00e1rocos e ainda aos danos ocasionados pelo terramoto de 1755\u201d. A par disso, essa \u201cmem\u00f3rias paroquiais\u201d t\u00eam ainda a \u201cgrande vantagem de descrever a totalidade do espa\u00e7o num momento concreto e de curta dura\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de fazer uma descri\u00e7\u00e3o do meio f\u00edsico das par\u00f3quias que ent\u00e3o constitu\u00edam o concelho de Estarreja e do seu contexto em termos administrativos (civil, judici\u00e1rio, eclesi\u00e1stico, entre outros), o livro inventaria pormenorizadamente as institui\u00e7\u00f5es religiosas, com descri\u00e7\u00e3o dos templos (igrejas, capelas, orat\u00f3rios) e outros equipamentos de uso eclesi\u00e1stico, as confrarias e irmandades, as devo\u00e7\u00f5es religiosas das popula\u00e7\u00f5es, os rendimentos paroquiais e outros dados de relevante interesse hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>Na segunda parte do livro, s\u00e3o transcritas as \u201cmem\u00f3rias\u201d referentes a Avanca, Bedu\u00eddo, Bunheiro, Canelas, Estarreja, Fermel\u00e3, Murtosa, Pardilh\u00f3, Salreu e Veiros. <\/p>\n<p>Am\u00e9rico Oliveira e Filomeno Silva (residentes em Vila Nova de Gaia e em Arouca, respectivamente) t\u00eam forte liga\u00e7\u00e3o aos concelhos de Estarreja e Murtosa. Ambos, s\u00e3o autores de diversos livros de investiga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e t\u00eam desenvolvido ac\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito da hist\u00f3ria local, da etnografia, do ambiente e do patrim\u00f3nio constru\u00eddo.<\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro \u201cEstarreja e Murtosa nas Mem\u00f3rias Paroquiais de 1758\u201d , da autoria de Am\u00e9rico Oliveira e Filomeno Silva, editado pela Funda\u00e7\u00e3o Solheiro Madureira, transcreve e faz o contexto hist\u00f3rico das \u201cMem\u00f3rias Paroquiais\u201d que o Padre Lu\u00eds Cardoso, um oratoriano e membro da Academia Real de Historia, recolheu em todo o territ\u00f3rio nacional metropolitano, ap\u00f3s [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-4153","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4153"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4153\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}