{"id":4368,"date":"2009-11-18T12:00:00","date_gmt":"2009-11-18T12:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4368"},"modified":"2009-11-18T12:00:00","modified_gmt":"2009-11-18T12:00:00","slug":"igreja-interveniente-em-nome-do-evangelho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/igreja-interveniente-em-nome-do-evangelho\/","title":{"rendered":"Igreja interveniente em nome do Evangelho"},"content":{"rendered":"<p>Livro <!--more--> nterven\u00e7\u00e3o da Igreja na sociedade portuguesa contempor\u00e2nea<\/p>\n<p>Georgino Rocha<\/p>\n<p>Gr\u00e1fica de Coimbra 2<\/p>\n<p>284 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Com o subt\u00edtulo de \u201cContributos para a emerg\u00eancia da democracia; leitura de um percurso com luzes e sombras\u201d, o padre da diocese de Aveiro Georgino Rocha acaba de publicar uma obra que mostra o papel geral da Igreja cat\u00f3lica no desenvolvimento portugu\u00eas desde h\u00e1 mais de um s\u00e9culo. D. Manuel Clemente escreve no pref\u00e1cio que a obra \u201caponta os momentos axiais da rela\u00e7\u00e3o Igreja\/Estado, desde os amb\u00edguos tempos anteriores ao 5 de Outubro [de 1910], em que o car\u00e1cter oficial do catolicismo portugu\u00eas n\u00e3o lhe garantia suficiente liberdade interna e externa (quer nas nomea\u00e7\u00f5es pastorais e na vida religiosa, quer na rela\u00e7\u00e3o com Roma, por exemplo)\u201d\u2026 ao p\u00f3s-25 de Abril de 1974 e \u00e0 sensibilidade p\u00f3s-moderna, \u201cque diluiu e subjectivizou a religiosidade com o correlativo enfraquecimento da organiza\u00e7\u00e3o e da milit\u00e2ncia apost\u00f3lica anteriores\u201d.<\/p>\n<p>O volume divide-se em duas grandes partes. Os primeiros seis cap\u00edtulos, como o pr\u00f3prio autor explica, \u201capresentam os acontecimentos e as pessoas numa sequ\u00eancia hist\u00f3rica, relevante, cronol\u00f3gica\u201d. Os cap\u00edtulos t\u00eam os seguintes t\u00edtulos: \u201cDa Concordata de 1848 \u00e0 Rerum Novarum\u201d; \u201cDa Rerum Novarum ao advento da Rep\u00fablica\u201d; \u201cDa 1.\u00aa Rep\u00fablica \u00e0 Revolta de 1926\u201d; \u201cO Estado Novo: implementa\u00e7\u00e3o, consolida\u00e7\u00e3o e desmantelamento\u201d; \u201cDa revolu\u00e7\u00e3o do 25 de Abril ao fim do s\u00e9culo XX: a democracia em constru\u00e7\u00e3o\u201d; \u201cA sociedade portuguesa no in\u00edcio do mil\u00e9nio e magist\u00e9rio da Igreja 2000-2004\u201d.<\/p>\n<p>A segunda parte, diz Georgino Rocha, visa aprofundar aspectos decorrentes da primeira, \u201csobretudo em per\u00edodos hist\u00f3ricos densos\u201d, e \u201coferecer uma vis\u00e3o sistematizada da Pastoral Social na sua \u00abfun\u00e7\u00e3o mediadora\u00bb da Igreja na sociedade portuguesa\u201d, al\u00e9m de real\u00e7ar o paradigma da ac\u00e7\u00e3o da Igreja no mundo que \u00e9 o documento conciliar Gaudium et Spes. Os temas dos cap\u00edtulos s\u00e3o: \u201cCatolicismo social portugu\u00eas\u201d; \u201cCat\u00f3licos na transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica (1973-1982)\u201d; \u201cPastoral Social e fun\u00e7\u00e3o da C\u00e1ritas\u201d; e \u201cGaudium et Spes: o paradigma conciliar\u201d.<\/p>\n<p>Este livro interessa\u2026<\/p>\n<p>\u2026a quem quer conhecer as preocupa\u00e7\u00f5es sociais da Igreja cat\u00f3lica no \u00faltimo s\u00e9culo e meio;<\/p>\n<p>\u2026a quem admira figuras como Abel Varzim, Aristides Sousa Mendes ou Joaquim Alves Correia;<\/p>\n<p>\u2026a quem quer compreender a ac\u00e7\u00e3o da Igreja em per\u00edodos de r\u00e1pidas mudan\u00e7as como o 5 de Outubro de 1910, o 28 de Maio de 1926, ou o 24 de Abril de 1974;<\/p>\n<p>\u2026a quem quer conhecer mais sobre o Conc\u00edlio Plen\u00e1rio Portugu\u00eas, as semanas sociais ou os documentos sociais dos bispos portugueses;<\/p>\n<p>\u2026a que quer fundamentar o seu agir social na \u00e9poca actual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-4368","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4368","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4368"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4368\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4368"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4368"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4368"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}