{"id":4444,"date":"2009-12-09T12:02:00","date_gmt":"2009-12-09T12:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4444"},"modified":"2009-12-09T12:02:00","modified_gmt":"2009-12-09T12:02:00","slug":"uma-pequena-parte-do-que-a-civilizacao-ocidental-deve-a-igreja-catolica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/uma-pequena-parte-do-que-a-civilizacao-ocidental-deve-a-igreja-catolica\/","title":{"rendered":"Uma pequena parte do que a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental deve \u00e0 Igreja cat\u00f3lica"},"content":{"rendered":"<p>Livro <!--more--> O que a Civiliza\u00e7\u00e3o Ocidental Deve \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica<\/p>\n<p>Thomas E. Woods Jr.<\/p>\n<p>Ed. Aletheia<\/p>\n<p>274 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>\u201cQuando se trata ridicularizar ou de parodiar a Igreja cat\u00f3lica, poucas coisas s\u00e3o consideradas excessivas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o e pela cultura popular americana\u201d, escreve Thomas E. Woods Jr. na abertura de \u201cO que a Civiliza\u00e7\u00e3o Ocidental Deve \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica\u201d (edi\u00e7\u00e3o da Aletheia). Quem diz cultura americana, diz europeia.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, quem conhece um pouco da hist\u00f3ria bimilenar da Igreja sabe que o seu contributo para o mundo \u00e9 enorme. Incomensur\u00e1vel. Ali\u00e1s, \u00e9 dif\u00edcil conhecer verdadeiramente a Hist\u00f3ria da Igreja sem se deixar envolver pela continuidade da mensagem crist\u00e3. Sem a admirar. Tal como, admito, \u00e9 dif\u00edcil conhecer verdadeiramente a Hist\u00f3ria da Igreja a partir do exterior, com base nos preconceitos prevalecentes.<\/p>\n<p>Mas este n\u00e3o \u00e9 um livro de hist\u00f3ria. \u00c9 um livro de apontamentos sobre os contributos do catolicismo para a continuidade da civiliza\u00e7\u00e3o entre Imp\u00e9rio Romano e Idade M\u00e9dia para o aparecimento das universidades, estilos de arquitectura, ci\u00eancia moderna, direito internacional, ci\u00eancia econ\u00f3mica, moral humanista, solidariedade social\u2026<\/p>\n<p>Ficamos a saber, por exemplo, que h\u00e1 trinta e cinco crateras da Lua com nomes de cientistas e matem\u00e1ticos jesu\u00edtas (que foram os que mais aproveitaram o telesc\u00f3pio de Galileu), ou que a ordem beneditina, al\u00e9m de ter dado \u00e0 Igreja 24 papas e 1500 santos e de ter acolhido no seus claustros 20 imperadores, 10 imperatrizes, 47 reis e 50 rainhas, s\u00f3 at\u00e9 ao s\u00e9culo XIV, secou p\u00e2ntanos, desviou rios para tornar os campos mais f\u00e9rteis, ensinou a cultivar, criou ind\u00fastrias. Provavelmente, ningu\u00e9m ter\u00e1 feito tanto pela unidade europeia como a sua rede de mosteiros, por onde circulavam livros, homens e t\u00e9cnicas. Foram centros de difus\u00e3o de sabedoria, num tempo que, preconceituosamente, foi apelidado de Idade das Trevas e tamb\u00e9m Idade M\u00e9dia. Era escolas superiores de agricultura.<\/p>\n<p>Este livro \u00e9 para quem gosta da Igreja. Para crentes que querem ter mais raz\u00f5es. Para descrentes sem preconceitos. Para quem n\u00e3o acredita mas quer \u201cver se\u201d. Para quem gosta de hist\u00f3ria. Para professores que de vez em quando s\u00e3o interpelados. Para quem est\u00e1 farto de ouvir falar do caso Galileu e da \u201cignor\u00e2ncia, repress\u00e3o e estagna\u00e7\u00e3o da Igreja\u201d. Para quem suspeita que n\u00e3o tenha sido bem assim. Para uma saud\u00e1vel apolog\u00e9tica. Para compreender muitas das aquisi\u00e7\u00f5es com que lidamos todos os dias. Na origem delas, pode bem estar um monge da Idade M\u00e9dia.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-4444","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4444","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4444"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4444\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4444"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4444"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4444"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}