{"id":4465,"date":"2009-12-09T11:46:00","date_gmt":"2009-12-09T11:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4465"},"modified":"2009-12-09T11:46:00","modified_gmt":"2009-12-09T11:46:00","slug":"homenagem-aos-fundadores-do-museu-de-s-pedro-da-palhaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/homenagem-aos-fundadores-do-museu-de-s-pedro-da-palhaca\/","title":{"rendered":"Homenagem aos fundadores do Museu de S. Pedro da Palha\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>Padre Manuel Oliveira e Adelino Baptista v\u00e3o ser homenageados pelo Museu a que deram origem. Bispo de Aveiro estar\u00e1 presente na cerim\u00f3nia<\/p>\n<p>A Direc\u00e7\u00e3o do Museu da Palha\u00e7a, transcorridos doze anos sob a funda\u00e7\u00e3o formal do Museu (j\u00e1 estava a funcionar tempos antes, quando tal aconteceu), vai homenagear as duas figuras incontorn\u00e1veis e indissoci\u00e1veis que estiveram na sua g\u00e9nese: padre Manuel Oliveira e Adelino Baptista, ambos do outro lado da vida. Com justi\u00e7a e oportunidade.<\/p>\n<p> O evento, que ter\u00e1 a presen\u00e7a do bispo de Aveiro, D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos (e possivelmente ainda a do bispo em\u00e9rito, D. Ant\u00f3nio Marcelino, que outorgou a funda\u00e7\u00e3o), ter\u00e1 lugar no pr\u00f3ximo dia 13, domingo, a partir das 15 horas, na pr\u00f3pria igreja de Vila Nova, com dois momentos distintos, mas, sem d\u00favida, interligados: uma sess\u00e3o solene, tamb\u00e9m com a presen\u00e7a de autarcas, seguindo-se depois o descerramento dos retratos das duas figuras em apoteose e de um medalh\u00e3o comum.<\/p>\n<p>Nunca um armaz\u00e9m de coisas<\/p>\n<p>As raz\u00f5es deste justo evento s\u00e3o tr\u00eas: a maior, sem d\u00favida, \u00e9 a homenagem p\u00f3stuma. Uma segunda ser\u00e1 mostrar, na sua nova fei\u00e7\u00e3o, a igreja, que \u00e9 a base da constitui\u00e7\u00e3o e cons-tru\u00e7\u00e3o do Museu, podendo-se considerar como um dos grandes m\u00f3dulos, depois das obras de restauro, na sequ\u00eancia de alguma deteriora\u00e7\u00e3o; a terceira \u00e9 mostrar o restauro de alguns m\u00f3dulos.<\/p>\n<p>A data n\u00e3o tem significado especial. Houve dificuldade em escolher uma. \u201cTrata-se simplesmente de um acto de louvor, sem estar a olhar a datas\u201d \u2013 disse Ant\u00f3nio Cap\u00e3o. \u00c9 que se a data da funda\u00e7\u00e3o \u00e9 de 5\/11\/1996, j\u00e1 estava a funcionar h\u00e1 tempos, \u201c j\u00e1 haviam feito umas coisinhas\u201d\u2026 Diga-se que o Museu \u00e9 diocesano e assim foi decidido, para evitar tenta\u00e7\u00f5es da parte dos poderes pol\u00edticos.<\/p>\n<p> Caber\u00e1 ao escritor e fil\u00f3logo Ant\u00f3nio Cap\u00e3o, como director do Museu, fazer a interven\u00e7\u00e3o de fundo, depois da abertura pelo p\u00e1roco, padre Jos\u00e9 Augusto. A sua alocu\u00e7\u00e3o visar\u00e1 alertar para a necessidade da preserva\u00e7\u00e3o da estatu\u00e1ria existente, alguma envolta em brisas de mist\u00e9rio, quanto \u00e0 sua proveni\u00eancia. Uma das pe\u00e7as que mais o preocupa \u00e9 a imagem de S. Pedro. Pela antiguidade e com alguns maus tratos, motivados pelas sa\u00eddas \u00e0 rua em tempo de prociss\u00f5es. Por outro lado, n\u00e3o deixar\u00e1 de alertar, naturalmente, para o espa\u00e7o sagrado que constitui n\u00e3o s\u00f3 o templo em si, mas tamb\u00e9m o espa\u00e7o envolvente, que foi cemit\u00e9rio dos antepassados, no tempo do \u201cvelho curato\u201d, enquanto n\u00e3o surgiu o cemit\u00e9rio.<\/p>\n<p>Preocupado est\u00e1 tamb\u00e9m com a falta de espa\u00e7o, para expor todo o diverso e rico esp\u00f3lio, recolhido ao longo dos anos. \u00c9 t\u00e3o diminuto que a Biblioteca anda dividida entre o Museu e uma sala da JF, por empr\u00e9stimo. Ant\u00f3nio Cap\u00e3o defende, tenazmente, que \u201cum museu nunca pode ser um armaz\u00e9m de coisas\u201d, mas tem de ser rico cultu-ralmente e sob o aspecto social. E adianta: \u201cEstamos a pensar em lan\u00e7ar v\u00e1rias actividades relacionadas com o coleccionismo para as crian\u00e7as\u201d, mas tamb\u00e9m para outras faixas et\u00e1rias, de modo a criar la\u00e7os entre a institui\u00e7\u00e3o e a comunidade.<\/p>\n<p>Os retratos<\/p>\n<p>O segundo acto do mesmo evento (momento de emo\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias) ser\u00e1 o descerramento dos dois retratos: um de Adelino Baptista e outro do padre Manuel Oliveira, respectivamente pela vi\u00fava, Edma Vieira, e Bas\u00edlio Oliveira, o sobrinho mais pr\u00f3ximo de quem foi pastor de almas, na freguesia da Palha\u00e7a, por um per\u00edodo invulgar de meio s\u00e9culo. <\/p>\n<p>Os retratos ir\u00e3o ficar na parede do lado esquerdo, no corredor de acesso ao Museu, enquanto o medalh\u00e3o comum, a descerrar, em princ\u00edpio, por D. Ant\u00f3nio Marcelino, ir\u00e1 fazer mem\u00f3ria, no lado oposto e antes da porta da antiga sacristia (m\u00f3dulo da estatu\u00e1ria e paramentaria). <\/p>\n<p>Armor Pires Mota<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Manuel Oliveira e Adelino Baptista v\u00e3o ser homenageados pelo Museu a que deram origem. 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