{"id":45,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=45"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"exposicao-historiou-industria-da-conserva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/exposicao-historiou-industria-da-conserva\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o historiou ind\u00fastria da conserva"},"content":{"rendered":"<p>90 por cento da produ\u00e7\u00e3o destina-se \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o <!--more--> As conservas portuguesas n\u00e3o t\u00eam rival no mundo<\/p>\n<p>No navio-museu Santo Andr\u00e9, que se encontra atracado no Forte da Barra, esteve patente ao p\u00fablico, durante o m\u00eas de Agosto, a exposi\u00e7\u00e3o \u201cSaber, sabor, sa\u00fade em conserva\u201d, que historiou a ind\u00fastria da conserva de peixe em Portugal.<\/p>\n<p>Esta exposi\u00e7\u00e3o deu a conhecer aos visitantes a imensa variedade de conservas de peixe produzidas em Portugal e a sua qualidade. \u201cPor vezes, as pessoas t\u00eam uma ideia errada da alta qualidade das conserva de peixe que se fazem em Portugal\u201d, sublinhou Rubem Maia, presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Industriais de Conserva de Peixe.<\/p>\n<p>Em Portugal, fazem-se os mais variados tipos de conservas de peixe, como as tradicionais conservas de sardinha e de atum, at\u00e9 ao bacalhau, passando pelos filetes de cavala, anchovas, mexilh\u00f5es, caldeiradas de lulas, chocos e as diversas especialidades.<\/p>\n<p>Actualmente, o n\u00famero de f\u00e1bricas de conserva de peixe \u00e9 mais reduzido do que h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s, mas, como afirma R\u00faben Maia, \u201ca dimens\u00e3o mant\u00eam-se praticamente a mesma em termos de produ\u00e7\u00e3o nacional, embora com menor n\u00famero de unidades, mas a efici\u00eancia \u00e9 nitidamente superior\u201d, pelo que \u201cas conservas portuguesas n\u00e3o t\u00eam rival no mundo\u201d.<\/p>\n<p>As conservas de peixe s\u00e3o, no dizer do presidente da associa\u00e7\u00e3o dos industriais do sector, \u201cum dos produtos em que Portugal pode e deve apostar, porque \u00e9 um produto cem por cento portugu\u00eas, cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 em noventa por cento dedicada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o e que, de facto, \u00e9 uma actividade que tem de ser e deve ser apoiada, porque \u00e9 uma actividade industrial tradicional portuguesa com um grande valor acrescentado para Portugal, devido \u00e0s suas exporta\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>\u00c1lvaro Garrido, director do Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo, sublinhou que a exposi\u00e7\u00e3o evocou \u201ca mem\u00f3ria da ind\u00fastria conserveira em Portugal, que nesta zona n\u00e3o teve uma express\u00e3o t\u00e3o relevante quanto noutras zonas do pa\u00eds\u201d, ao mesmo tempo que lan\u00e7ou \u201cum olhar para o futuro, na medida em que a Associa\u00e7\u00e3o dos Industriais de Conservas de Peixe se juntou a esta exposi\u00e7\u00e3o, dando-lhe a perspectiva da relev\u00e2ncia econ\u00f3mica e social que a ind\u00fastria conserveira mant\u00e9m no \u00e2mbito da ind\u00fastria transformadora no sector da pesca\u201d.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o surgiu por iniciativa do deputado ilhavense Jorge Tadeu e foi promovida pela C\u00e2mara Municipal de \u00cdlhavo e pelo Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo, com o apoio da Associa\u00e7\u00e3o dos Industriais de Conservas de Peixe, da Direc\u00e7\u00e3o Geral das Pescas e do Museu Municipal de Portim\u00e3o, entre outras entidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>90 por cento da produ\u00e7\u00e3o destina-se \u00e0 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