{"id":4557,"date":"2009-12-09T17:34:00","date_gmt":"2009-12-09T17:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4557"},"modified":"2009-12-09T17:34:00","modified_gmt":"2009-12-09T17:34:00","slug":"o-banco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-banco\/","title":{"rendered":"O banco"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> A hist\u00f3ria do banco inicia-se num grande momento em que ocorreram tr\u00eas factos em simult\u00e2neo: o descanso, a articula\u00e7\u00e3o inferior e o lugar onde pousar as costas em posi\u00e7\u00e3o vertical!<\/p>\n<p>Da\u00ed para c\u00e1 tudo evoluiu rapidamente. Os materiais passaram a ser mais nobres (j\u00e1 n\u00e3o serve qualquer calhau, cepo ou burrico); o design mais ousado e funcional (h\u00e1 recosto, curvas ergon\u00f3micas,\u2026); o descanso at\u00e9 j\u00e1 \u00e9 activo (pelo menos, por esta via, compreende-se a falta de verticalidade que agora parece ser dispens\u00e1vel)!<\/p>\n<p>At\u00e9 a diversidade do conceito ganhou novos contornos e significa\u00e7\u00f5es. Desde os bancos apetecidos,  os (in)desejados mas necess\u00e1rios e os abomin\u00e1veis (mas aonde se pode ir ter).<\/p>\n<p>Os bancos apetecidos.<\/p>\n<p>Entre estes, por tudo o que somos por baptismo e cultura, ganha destaque o banco da Igreja, aquele onde nos sentamos mesmo. A\u00ed repousamos o corpo e a alma &#8211; parafraseando por simpatia o dualismo Paulino.<\/p>\n<p>H\u00e1, seguramente, imediatamente a seguir a estes, os dos transportes. Que bem se viaja, para qualquer lado, quando temos um bom assento!?<\/p>\n<p>E, a completar a lista deste primeiros, os bancos do jardim, t\u00e3o cantados e \u201csaboreados\u201d conforme as idades e as necessidades.<\/p>\n<p>Os (in)desejados.<\/p>\n<p>S\u00e3o os que usam o banco para troca de moeda. Desejado por quem est\u00e1, n\u00e3o tanto por quem precisa.<\/p>\n<p>Na medida em que ocorreu o surgimento da moeda, no per\u00edodo das grandes civiliza\u00e7\u00f5es, algumas pessoas passaram a oferecer servi\u00e7os em bancos. No entanto, esses servi\u00e7os eram bastante restritos, sendo inclusive, vistos com \u201cmaus olhos\u201d pela sociedade da \u00e9poca. <\/p>\n<p>Nas feiras da Europa Central, quando as pessoas chegavam com valores em ouro para trocar por outro produto, era o banqueiro que fazia a pesagem de moedas, avalia\u00e7\u00e3o da autenticidade e qualidade dos metais, em troca de uma comiss\u00e3o  &#8211; e aqui \u00e9 que est\u00e1 o bus\u00edlis!<\/p>\n<p>Hoje em dia, os bancos s\u00e3o organiza\u00e7\u00f5es altamente lucrativas, com sistemas de informa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias de alt\u00edssima qualidade. Controlados muitas vezes por quem l\u00e1 \u00e9 posto, independentemente do m\u00e9rito. E a ocasi\u00e3o\u2026<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, s\u00f3 vai ao banco quem n\u00e3o pode ser banqueiro!?<\/p>\n<p>Os abomin\u00e1veis.<\/p>\n<p>Os bancos dos r\u00e9us!<\/p>\n<p>Nada a dizer. Quem vai l\u00e1 parar n\u00e3o estar\u00e1 muito bem e, se estiver comprovadamente bem, sai de l\u00e1 muito mal tratado. Demorar\u00e1 muito at\u00e9 que se deixe de notar, ao fim das costas, que esteve sentado em tal banco.<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230;pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-4557","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4557","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4557"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4557\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4557"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4557"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4557"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}