{"id":4808,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=4808"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"cinco-verbos-para-as-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/cinco-verbos-para-as-ferias\/","title":{"rendered":"Cinco verbos para as f\u00e9rias"},"content":{"rendered":"<p>Cuidado de Si <!--more--> 1. Muitos de n\u00f3s j\u00e1 programaram as f\u00e9rias. Muitos de n\u00f3s ainda n\u00e3o programaram as f\u00e9rias. Independentemente do grupo a que pertencemos, \u00e9 bom que escolhamos, neste ver\u00e3o, pelo menos uma semana de tempo livre, de leveza l\u00fadica, que podemos apelidar como tempo de f\u00e9rias. Mas como viver esse tempo? Que fazer? Prop\u00f5em-se cinco verbos que podem orientar-nos neste ver\u00e3o: respirar, fortalecer-se, viajar, aprender, ser realista.<\/p>\n<p>2. RESPIRAR. As f\u00e9rias podem ser um tempo em que dizemos a n\u00f3s pr\u00f3prios \u00abpreciso de ar!\u00bb, em que adquirimos um ritmo mais livre e mais humano, em que inspiramos a plenos pulm\u00f5es a vida que nos rodeia. Deixemos o corpo respirar, dedicando-nos aos passeios, abandonando-nos ao relaxamento, ao sono restaurador e aos exerc\u00edcios respirat\u00f3rios. Respirar! Ar! Regressar ao essencial que nos mant\u00e9m agarrados \u00e0 vida. Tamb\u00e9m podem ser, as f\u00e9rias, um tempo para respirar ar novo nos relacionamentos interpessoais: dar espa\u00e7o ao di\u00e1logo que reconforta e confirma que \u00e9 bom estar juntos, que \u00e9 bom ter um projecto em comum.<\/p>\n<p>3. FORTALECER-SE. O segundo verbo para as f\u00e9rias convida-nos a desembara\u00e7ar-nos do sup\u00e9rfluo, do ru\u00eddo e dos maus h\u00e1bitos (de sono, alimentares).<\/p>\n<p>As f\u00e9rias n\u00e3o nos querem foli\u00f5es e p\u00e2ndegos, apesar de ser isto que ami\u00fade vivemos. H\u00e1 mais sabedoria em se ser regrado durante as f\u00e9rias (e na vida toda), preferindo estados de calma e serenidade, do que alinhar na festan\u00e7a ou no atordoamento. Teremos de perguntar-nos se o que fazemos do nosso tempo livre nos ajuda a aligeirar a exist\u00eancia ou se, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 um fardo pesado que lhe pomos em cima. Fortale\u00e7amos o corpo, o esp\u00edrito e os la\u00e7os afectivos.<\/p>\n<p>4. VIAJAR. F\u00e9rias que se prezem t\u00eam sempre uma viagem. Mas n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ir para longe. Pode bastar uma visita \u00e0 cidade mais pr\u00f3xima de n\u00f3s ou \u00e0 pr\u00f3pria cidade em que se vive. Ser\u00e1 que conhe-cemos bem as cidades em que vivemos? Os museus, as ruas, as pessoas, as casas, os monumentos, as belezas naturais?<\/p>\n<p>5. APRENDER. Nas f\u00e9rias? Um verbo que n\u00e3o nos deve assustar, sobretudo, se pensarmos que a vida \u00e9 a nossa mestra. As f\u00e9rias s\u00e3o por isso um tempo especial para fazer uma releitura do ano, uma esp\u00e9cie de auto-an\u00e1lise das experi\u00eancias feitas, dos fracassos sofridos, das conquistas alcan\u00e7adas: avalia-se o passado, projecta-se o futuro, numa postura de agradecimento pelo presente que se vive. Aprender talvez implique, tamb\u00e9m, ir \u00e0 estante dos livros comprados ao longo do ano, abri-los e decidir-se l\u00ea-los. Aprender, nas f\u00e9rias, pode t\u00e3o simplesmente exigir que nos mantenhamos atentos e observemos com cuidado tudo o que nos rodeia.<\/p>\n<p>6. SER REALISTA. O excesso de expectativas pr\u00e9-f\u00e9rias pode tornar-se uma triste decep\u00e7\u00e3o de p\u00f3s-ver\u00e3o. \u00abSer realista\u00bb significa p\u00f4r em perspectiva tudo o que se projecta fazer. Significa distanciamento em rela\u00e7\u00e3o ao \u00abonde\u00bb e ao \u00abo qu\u00ea\u00bb das f\u00e9rias, para valorizarmos o \u00abcomo\u00bb e o \u00abcom quem\u00bb. E j\u00e1 agora, por que n\u00e3o aproveitar as f\u00e9rias para fazer novos amigos, criar novas rela\u00e7\u00f5es ou ainda, para dar algum do seu tempo, tamb\u00e9m, \u00e0queles que n\u00e3o podem, simplesmente, sair de casa?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cuidado de Si<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-4808","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4808"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4808\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}