{"id":5027,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5027"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"book-crossing-a-espontaneidade-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/book-crossing-a-espontaneidade-publica\/","title":{"rendered":"Book Crossing, a espontaneidade p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p>SITE <!--more--> O p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 cr\u00edtico, mas pensa espontaneamente. Na escolha do que l\u00ea, na pr\u00f3pria disposi\u00e7\u00e3o do seu bom gosto, \u00e9 guiado por variadas influ\u00eancias externas. Book Crossing \u00e9 um fen\u00f3meno particular de bom gosto, e efectivamente todo o p\u00fablico que o pratica segue um crit\u00e9rio espont\u00e2neo.  Assim\u2026 \u00e9 preciso ter aten\u00e7\u00e3o, porque a qualquer momento, pode passar-lhe um livro \u00e0 frente. Um livro usado, em bom estado e em tr\u00e2nsito, gra\u00e7as ao Book Crossing, um movimento que tenciona impulsionar o gosto pela literatura internacional e que tem um site oficial (www.bookcrossing. com) como base. O pr\u00f3prio movimento, quase de culto, define o Book Crossing como \u201c a pr\u00e1tica de deixar um livro num local p\u00fablico para que seja levado, para que outros o leiam, que depois dever\u00e3o agir da mesma forma\u201d, \u2018esquecendo-se\u2019 dele num banco de jardim, por exemplo. Na p\u00e1gina pode-se ficar a conhecer as regras do jogo, tornar-se membro, saber quais os livros mais procurados ou qual o seu percurso e conhecer os restantes membros da troca de livros. Portugal j\u00e1 conta com mais de cinco mil membros registados; seja um deles\u2026<\/p>\n<p>Nuno Martins<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SITE<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-5027","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5027","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5027"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5027\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5027"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5027"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5027"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}