{"id":5033,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5033"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"frases-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-3\/","title":{"rendered":"FRASES"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 arma mais terr\u00edvel do que o suicida decidido a matar e morrer, sobretudo se viver no nosso bairro ou na nossa cidade. Podemos fazer explodir todas as mochilas abandonadas \u2013 n\u00e3o todos os que trazem uma mochila \u00e0s costas. Podemos revistar os que entram nos avi\u00f5es \u2013 n\u00e3o os que correm para apanhar o metro. Podemos registar quem conversa com quem \u2013 n\u00e3o podemos ouvir as suas conversas. O que mostra como \u201cestar entre n\u00f3s\u201d e \u201ccontra n\u00f3s\u201d \u00e9 terr\u00edvel.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Manuel Fernandes<\/p>\n<p>P\u00fablico, 14-07-05<\/p>\n<p>Um dia algu\u00e9m perceber\u00e1 que \u00e9 mais simples atacar no aeroporto de Lisboa do que em Londres, pesar\u00e1 os pr\u00f3s e os contras do impacto publicit\u00e1rio e escolher\u00e1 Lisboa, ou um evento lisboeta, para dar uma li\u00e7\u00e3o aos \u2018novos cruzados\u2019, ou seja, n\u00f3s. \u00c9 s\u00f3, parafraseando a frase certeira sobre Londres, uma quest\u00e3o e \u2018quando\u2019.<\/p>\n<p>Pacheco Pereira<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 14-07-05<\/p>\n<p>Que a desintegra\u00e7\u00e3o cultural e civilizacional \u2013 muito mais do que a marginalidade ou a pobreza \u2013 possa produzir uma duplicidade t\u00e3o monstruosa \u00e9, sem duvida, um dos impactos mais perturbantes do terrorismo contempor\u00e2neo. (&#8230;) O desastre da aventura iraquiana est\u00e1 a minar a capacidade de resposta ocidental \u00e0 amea\u00e7a terrorista e incendeia a paix\u00e3o assassina e suicid\u00e1ria dos \u2018loucos de Al\u00e1\u2019 dentro da casa que Bush e Blair desejavam proteger a todo o custo. O cavalo de Tr\u00f3ia saiu da caixa de Pandora. Em Londres, os terroristas eram cidad\u00e3os brit\u00e2nicos para quem o inimigo mora ao lado e viaja com eles, todos os dias, de metro ou autocarro.<\/p>\n<p>Vicente Jorge Silva<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 16-07-05<\/p>\n<p>Os portugueses est\u00e3o \u00f3rf\u00e3os de Portugal. N\u00e3o sabem para onde vai o seu pa\u00eds, sentem-se perdidos e desorientados. Perderam a f\u00e9 na democracia.<\/p>\n<p>D. Duarte<\/p>\n<p>O Independente, 17-07-05<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 grave e estrutural, mas os portugueses n\u00e3o est\u00e3o mobilizados nem preocupados com a competitividade. As pessoas querem \u00e9 passar mais tempo na praia.<\/p>\n<p>Fernando Ulrich<\/p>\n<p>Expresso, 16-07-05<\/p>\n<p>Os cat\u00f3licos que podem e gostam \u2013 como toda a gente que pode e gosta \u2013 v\u00e3o para f\u00e9rias no Ver\u00e3o. Os padres \u2013 que j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o muitos \u2013 t\u00eam que se desdobrar para atender os que ficam e os que v\u00e3o. A organiza\u00e7\u00e3o das par\u00f3quias e capelanias n\u00e3o se encontra coordenada com essa movimenta\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 17-07-05\u00ab<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 arma mais terr\u00edvel do que o suicida decidido a matar e morrer, sobretudo se viver no nosso bairro ou na nossa cidade. Podemos fazer explodir todas as mochilas abandonadas \u2013 n\u00e3o todos os que trazem uma mochila \u00e0s costas. 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