{"id":5232,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5232"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"revigoremos-a-nossa-fe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/revigoremos-a-nossa-fe\/","title":{"rendered":"Revigoremos a nossa f\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> A Imprensa, a R\u00e1dio e a TV t\u00eam noticiado que, nos pa\u00edses libertos da tirania marxista, ou onde ela est\u00e1 em vias de extin\u00e7\u00e3o, a revitaliza\u00e7\u00e3o da f\u00e9 cat\u00f3lica, que durante tantos anos foi perseguida e silenciada, \u00e9 um facto t\u00e3o evidente e generalizado que nem os materialistas deixam de se mostrar surpreendidos e preocupados.<\/p>\n<p>Julgavam os carrascos do esp\u00edrito que a pretensa infalibilidade das teorias e utopias de seus \u00eddolos, tais como Engels, Marx e L\u00e9nine, eram dados adquiridos, mas todos podem ver qual a consist\u00eancia daquelas fantasiosas pretens\u00f5es.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que, no ch\u00e3o assolado pelas hordas da nova gera\u00e7\u00e3o de humanos e mong\u00f3is, irrompeu bem viva a f\u00e9 religiosa que as popula\u00e7\u00f5es escravizadas haviam conservado em seus cora\u00e7\u00f5es e por cuja extin\u00e7\u00e3o os deicidas consumiram muitos esfor\u00e7os, ocasionaram sofrimentos e fizeram m\u00e1rtires em escala nunca antes vista na Hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n<p>\u00c9 raro haver entre os crist\u00e3os ocasi\u00e3o ou tempo para uma conversa sobre a religi\u00e3o ou para salutar reflex\u00e3o sobre os fundamentos da sua f\u00e9 e sobre as implica\u00e7\u00f5es do compromisso moral tomado por quem tenha aderido a Jesus Cristo e veja n\u2019Ele o seu Salvador e Redentor.<\/p>\n<p>At\u00e9 parece haver um acordo t\u00e1cito para conservar ausente ou mesmo alapar a dimens\u00e3o religiosa do homem, como se ela n\u00e3o fosse uma realidade; muitas vezes nota-se uma grande reserva ou faz-se um sil\u00eancio calculado, sempre que se propor-ciona a abordagem de assuntos relacionados com a f\u00e9.<\/p>\n<p>Penso que esse alheamento \u00e9 devido quase sempre \u00e0 ignor\u00e2ncia religiosa, ao receio de incorrer em disparates sobre mat\u00e9ria pouco conhecida ou em que se est\u00e1 mal seguro. Mas a verdade \u00e9 que se usa de muita desenvoltura e ousadia, quando se trata de comentar ou ajuizar as ac\u00e7\u00f5es da Igreja ou dos seus elementos mais representativos ou respons\u00e1veis, especialmente quando eles contrariam ou n\u00e3o favorecem atitudes e pretens\u00f5es moldadas \u00e0 fei\u00e7\u00e3o e ao gosto de cada um.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que n\u00e3o me refiro aos encontros, simp\u00f3sios, reuni\u00f5es, congressos e outras ac\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, onde geralmente se empenham apenas aqueles poucos crist\u00e3os que procuram viver com seriedade o compromisso assumido para com Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Fora disso, quando durante uma conversa acontece surgir qualquer refer\u00eancia de cariz religioso, \u00e9 frequente ouvir logo um dos presentes afirmar com aparente seguran\u00e7a: \u201cEu c\u00e1 tenho a minha f\u00e9!\u201d<\/p>\n<p>Tais crist\u00e3os procedem como se professassem uma f\u00e9 diferente da que foi confiada \u00e0 guarda da Igreja; como se ela n\u00e3o fosse um dom para partilhar e comunicar alegremente com seus semelhantes.<\/p>\n<p>Como dom gratuito de Deus, a f\u00e9 cresce na medida da nossa ades\u00e3o a Jesus Cristo, seu Filho, que tomou a condi\u00e7\u00e3o humana para nos revelar o amor do Pai e para com Ele reconciliar a natureza humana deca\u00edda. Como Pai amoroso, Deus busca-nos ou chama-nos de mil modos, convidando-nos a partilhar a sua felicidade e vida divinas. Revigoremos pois a nossa f\u00e9 e sejamos crist\u00e3os adultos!<\/p>\n<p>Carlos da Costa Campos e Oliveira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-5232","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5232","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5232"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5232\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5232"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5232"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5232"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}