{"id":5243,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5243"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"erros-gralhas-e-outros-imprevistos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/erros-gralhas-e-outros-imprevistos\/","title":{"rendered":"Erros, gralhas e outros imprevistos"},"content":{"rendered":"<p>O Nosso Jornal <!--more--> H\u00e1 uma regra universal no jornalismo: n\u00e3o h\u00e1 jornal sem erros. Os jornais s\u00e3o sempre feitos dentro de prazos apertados, mesmo os seman\u00e1rios, como o nosso. E por muito que se reveja, escapam sempre erros: ortogr\u00e1ficos, um ou outro gramatical, datas, nomes trocados&#8230; Mesmo nos grandes di\u00e1rios, que t\u00eam pessoas cuja \u00fanica fun\u00e7\u00e3o \u00e9 ler as not\u00edcias feitas pelos jornalistas antes de sa\u00edrem para a rua (os chamados \u201ccopydesk\u201d) e verificar os pormenores factuais, os erros surgem. Ainda h\u00e1 dias um jornal nacional trazia na capa um t\u00edtulo que chamava para as p\u00e1ginas 32 e 33, quando depois a not\u00edcia aparecia nas p\u00e1ginas 2 e 3. Um outro escrevia em letras gordas \u201cfazeria\u201d em vez de \u201cfaria\u201d. E na capa de um deles aparecia \u201ccomunidae\u201d em vez de \u201ccomunidade\u201d. Claro que os erros de uns n\u00e3o s\u00e3o desculpa para os erros dos outros. E a obriga\u00e7\u00e3o \u00e9 melhorar sempre. Mas talvez ajudem a compreender os ossos do of\u00edcio.<\/p>\n<p>No Correio do Vouga (como nos outros jornais), erros que n\u00e3o se encontram na leitura e releitura das not\u00edcias, antes de estarem impressas s\u00e3o detectados, ao primeiro olhar fortuito, depois do jornal ter sa\u00eddo para as bancas ou para a caixa de correio dos assinantes. \u00c9 a ironia pr\u00f3pria desta profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Numa das \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es, por exemplo, dizia-se na capa que a diocese de Aveiro fez, no passado, cinco peregrina\u00e7\u00f5es a F\u00e1tima. Quem lesse o artigo na p\u00e1gina 8 verificaria logo que foram seis (at\u00e9 estavam numeradas!). Falava-se no Pe. Lu\u00eds Carneiro, quando o seu nome \u00e9 (como uma leitora bem alertou) Carlos Carneiro, e ainda se trocava a data de um acontecimento. Erros lament\u00e1veis, com certeza. Erros que apelam a um melhoramento cont\u00ednuo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Nosso Jornal<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-5243","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5243","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5243"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5243\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5243"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5243"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5243"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}