{"id":5321,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5321"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"tamanha-beleza-so-se-observa-uma-vez-na-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/tamanha-beleza-so-se-observa-uma-vez-na-vida\/","title":{"rendered":"Tamanha beleza s\u00f3 se observa uma vez na vida"},"content":{"rendered":"<p>Mem\u00f3ria CV &#8211; H\u00e1 105 anos <!--more--> No pr\u00f3ximo dia 3 de Outubro, ser\u00e1 vis\u00edvel em Aveiro, como em boa parte de Portugal, um eclipse solar (ver p\u00e1g. 3). A esse prop\u00f3sito, m\u00e3o amiga fez chegar ao CV o relato de um eclipse total do Sol no dia 28 de Julho de 1900. O acontecimento atraiu \u00e0 regi\u00e3o, principalmente a Ovar, onde o fen\u00f3meno se manifestou na sua maior intensidade, \u201cas mais gradas figuras do reino e os mais afamados astr\u00f3nomos do mundo\u201d. Diz o relato da \u00e9poca que \u201co efeito produzido nas aves foi pouco sens\u00edvel\u201d, mas \u201cas abelhas que andavam fora recolheram-se com a sombra aos corti\u00e7os, voltando ao ar livre apenas volveu a luz a alegrar a terra. Tamb\u00e9m, como no Porto e noutras povoa\u00e7\u00f5es, o nosso povo soltou gritos no meio da escurid\u00e3o, talvez receoso de que se acabasse o mundo\u201d. Eram duas da tarde.<\/p>\n<p>Mas o mundo n\u00e3o acabou. E passados 105 anos, com muitos outros fen\u00f3menos astron\u00f3micos pelo meio, vamos poder assistir \u00e0 passagem da Lua em frente ao Sol. \u201cTamanha beleza \u2013 diz  o relato centen\u00e1rio \u2013 observa-se uma vez na vida\u201d. Ou talvez duas. Um eclipse anular como este (ver-se-\u00e1 um anel luminoso a rodear o disco negro da lua) voltar\u00e1 a ser vis\u00edvel em 2028.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mem\u00f3ria CV &#8211; H\u00e1 105 anos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-5321","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5321","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5321"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5321\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5321"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5321"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5321"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}