{"id":5397,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5397"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"nao-fiques-fora-do-banquete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/nao-fiques-fora-do-banquete\/","title":{"rendered":"N\u00e3o fiques fora do banquete!"},"content":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra XXVIII Domingo do Tempo Comum &#8211; A <!--more--> A liturgia deste domingo utiliza a imagem do \u201cbanquete\u201d para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim, que Deus quer oferecer a todos os seus filhos e filhas. Na nossa vida corrente, quando queremos homenagear algu\u00e9m ou celebrar um grande acontecimento, fazemos um banquete. Porque o comer e o beber juntos, em ambiente fraterno, \u00e9 fonte de muita alegria e felicidade, \u00e9 que o povo b\u00edblico deu ao banquete um valor sagrado. Ele \u00e9 s\u00edmbolo da Alian\u00e7a e entra nos grandes acontecimentos dos povos e da rela\u00e7\u00e3o de Israel com Deus. A pr\u00f3pria eucaristia foi institu\u00edda no interior de um banquete. \u00c0 eucaristia chamamos \u201csagrado banquete\u201d.<\/p>\n<p>Na primeira leitura, Isa\u00edas anuncia o \u201cbanquete\u201d que um dia Deus, na sua pr\u00f3pria casa, vai oferecer a todos os povos. Isto significa que Deus tem, para n\u00f3s, um projecto de vida, de amor e de festa, porque somos pessoas amadas por Ele, com um amor eterno e incondicional. \u00c9 importante que tomemos consci\u00eancia desta realidade, para que ela projecte luz, serenidade e confian\u00e7a na nossa vida quotidiana. A n\u00f3s, basta-nos aceitar o convite de Deus para participar neste \u201cbanquete\u201d, isto \u00e9, basta-nos aceitar viver em comunh\u00e3o com Ele, para que, na nossa vida, saibamos dar prioridade ao amor, testemunhar os valores do Reino e construir, aqui e agora, um mundo novo, onde brote a justi\u00e7a, a solidariedade, o amor e a partilha, a todos os n\u00edveis. <\/p>\n<p>O evangelho utiliza tamb\u00e9m a imagem do \u201cbanquete\u201d, como exemplo, para designar a felicidade escatol\u00f3gica, isto \u00e9, aquela felicidade eterna, a que somos chamados no fim da nossa vida sobre a terra, e que come\u00e7a desde agora e aqui. Esta felicidade adv\u00e9m-nos da participa\u00e7\u00e3o no \u201cbanquete\u201d celeste oferecido a todos, mulheres e homens, pobres e ricos, crist\u00e3os e pag\u00e3os, pecadores e fi\u00e9is. \u00c9 um banquete universal! N\u00e3o h\u00e1 nenhuma condi\u00e7\u00e3o humana que nos possa impedir de ter acesso a este \u201cbanquete\u201d, se n\u00f3s quisermos \u201cagarrar\u201d o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo n\u00e3o podem distrair-nos dos desafios de Deus. A op\u00e7\u00e3o pela participa\u00e7\u00e3o no \u201cbanquete\u201d, que fizemos no dia do nosso baptismo, \u00e9 um compromisso s\u00e9rio, que deve ser vivido de forma coerente.<\/p>\n<p>Na segunda leitura, Paulo apresenta-nos o exemplo de uma comunidade que aceitou o convite do Senhor e vive na din\u00e2mica do Reino. \u00c9 uma comunidade generosa e solid\u00e1ria, verdadeiramente empenhada na viv\u00eancia do amor e no testemunho do evangelho diante de todos, pela partilha dos seus bens com os mais necessitados. Por outro lado, S. Paulo convida-nos ao desprendimento e \u00e0 alegria, tanto na pobreza como na abund\u00e2ncia, porque n\u00e3o s\u00e3o as coisas materiais que nos aproximam ou afastam de Deus. O essencial \u00e9 a nada nos apegarmos, porque s\u00f3 o Senhor \u00e9 a nossa seguran\u00e7a; s\u00f3 Ele \u00e9 verdadeiramente rico e magn\u00e2nimo para fazer face a todas as nossas necessidades. E, quantas vezes, estas s\u00e3o, sobretudo, de natureza espiritual e afectiva!<\/p>\n<p>Leituras do XXVIII Domingo Comum<\/p>\n<p>Is 25,6-10a; Sl 23 (22); Fl 4,12-14.19-20; Mt 22,1-14<\/p>\n<p>Deolinda Serralheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 Luz da Palavra XXVIII Domingo do Tempo Comum &#8211; A<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-5397","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5397","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5397"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5397\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}