{"id":5486,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5486"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"a-arte-moderna-de-que-gosta-e-talvez-nao-saiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-arte-moderna-de-que-gosta-e-talvez-nao-saiba\/","title":{"rendered":"A arte moderna de que gosta (e talvez n\u00e3o saiba)"},"content":{"rendered":"<p>Bienal Internacional de Cer\u00e2mica Art\u00edstica de Aveiro <!--more--> Est\u00e1 a decorrer, at\u00e9 30 de Outubro, em v\u00e1rios espa\u00e7os da cidade, a VII Bienal Internacional de Cer\u00e2mica Art\u00edstica de Aveiro. Na apresenta\u00e7\u00e3o, Pedro Ribeiro da Silva, vereador da Cultura da C\u00e2mara Municipal de Aveiro, sublinhou o car\u00e1cter polic\u00eantrico da Bienal. Ver as cinco exposi\u00e7\u00f5es \u00e9 igualmente visitar cinco edif\u00edcios emblem\u00e1ticos de Aveiro. \u201cEsta estrat\u00e9gia de relacionamento arte-espa\u00e7o traduzir\u00e1, indubitavelmente, uma maior cumplicidade entre o visitante da exposi\u00e7\u00e3o, o habitante da cidade, os espa\u00e7os p\u00fablicos e os equipamentos de refer\u00eancia patrimonial, hist\u00f3rica e arquitect\u00f3nica, que constituem a paisagem urbana da cidade\u201d, escreve Pedro Ribeiro da Silva, no cat\u00e1logo da Bienal. Est\u00e3o em exposi\u00e7\u00e3o 50 obras, de 42 artistas, provenientes de nove pa\u00edses. Os cinco locais est\u00e3o abertos de segunda a domingo, das 14 \u00e0s 20h.<\/p>\n<p>Antiga Capitania do Porto de Aveiro<\/p>\n<p>Edif\u00edcio constru\u00eddo em 1830, para funcionar como f\u00e1brica de moagens de Jos\u00e9 Pinto Basto, fundador da Vista Alegre. As moagens eram accionadas por moinhos de mar\u00e9 e depois por m\u00e1quina a vapor. Foi escola industrial nos fins do s\u00e9c. XIX e serviu de habita\u00e7\u00e3o at\u00e9 ser vendida ao Minist\u00e9rio da Marinha, em 1925, que a\u00ed instalou a capitania.<\/p>\n<p>Uma obra: \u201cAlice Dan\u00e7a com o coelho\u201d. Autor: Anisabel. Materiais e t\u00e9cnica: Gr\u00e9s, porcelana e bolas de basalto branco, cozedura a 1250\u00ba C.<\/p>\n<p>Claustros da Santa Casa da Miseric\u00f3rdia<\/p>\n<p>Julga-se que a Miseric\u00f3rdia de Aveiro surgiu em 1498, quando as principais vilas e cidades do reino responderam ao apelo de D. Manuel. Igreja, salas e claustro, com projecto do arquitecto portuense Greg\u00f3rio Louren\u00e7o, foram inaugurados em 1609. A igreja da Miseric\u00f3rdia foi a primeira S\u00e9 de Aveiro.<\/p>\n<p>Uma obra: Tens\u00e3o. Autor: Vamelo. T\u00e9cnica: Modela\u00e7\u00e3o e conforma\u00e7\u00e3o de lastras de barro chamotado. Velatura de \u00f3sixo de mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Galeria dos Pa\u00e7os do Conselho<\/p>\n<p>O edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Conselho, desde o in\u00edcio sede do poder municipal, foi inaugurado em 1797, como mostra uma placa no pr\u00f3prio edif\u00edcio. Por\u00e9m, na altura, tinha outra val\u00eancia. O piso t\u00e9rreo, onde est\u00e1 actualmente a galeria, serviu em primeiro lugar como pris\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma obra: \u00c1gua de todos n\u00f3s \u2013 Instala\u00e7\u00e3o. Autor: As Seis do Barro. T\u00e9cnica: Modelagem escult\u00f3rica com placas e formas de gesso. Materiais: Argilas brasileiras, \u00f3xidos de ferro, cobre e mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Sal\u00e3o Nobre do Teatro Aveirense<\/p>\n<p>O Teatro Aveirense foi inaugurado em 1881 pela Companhia do Teatro Nacional de D. Maria II. Sofreu grandes obras no final dos anos 40 e foi adquirido pela C\u00e2mara Municipal em 1998. Em Junho de 2000, fechou portas para obras de moderniza\u00e7\u00e3o. Reabriu em 23 de Outubro de 2003.<\/p>\n<p>Uma obra: Sensa\u00e7\u00f5es. Autor: Jo\u00e3o Costa Gomes. T\u00e9cnica: Modela\u00e7\u00e3o e lastra. Materiais: Barro vermelho e barro branco, pregos e \u00f3xidos.<\/p>\n<p>Centro Cultural e de Congressos de Aveiro<\/p>\n<p>A Jer\u00f3nimo Pereira Campos foi fundada em 1896 para fazer tijolo e telha \u201ctipo Marselha\u201d. As actuais instala\u00e7\u00f5es foram  foram constru\u00eddas ap\u00f3s a I Guerra Mundial e recuperadas na d\u00e9cada de 1990, depois do abandono da f\u00e1brica.<\/p>\n<p>Na Sala 1 do CCC est\u00e1 \u201cO Beijo da \u00c1gua\u201d, dos espanh\u00f3is Mariano Poyatos, vencedor da Bienal anterior, e Jos\u00e9 Beas. Os canais de irriga\u00e7\u00e3o das montanhas de Val\u00eancia inspiraram \u201cuma hist\u00f3ria de amor entre o ser humano e a \u00e1gua\u201d \u2013 diz Poyatos \u2013, que revela \u201ca perda de comunica\u00e7\u00e3o entre as pessoas\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bienal Internacional de Cer\u00e2mica Art\u00edstica de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-5486","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5486","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5486"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5486\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5486"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5486"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5486"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}