{"id":5757,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5757"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"carmelo-de-cristo-redentor-fez-22-anos-e-esta-jovem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/carmelo-de-cristo-redentor-fez-22-anos-e-esta-jovem\/","title":{"rendered":"Carmelo de Cristo Redentor fez 22 anos e est\u00e1 jovem"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 22 anos as Irm\u00e3s Carmelitas regressaram a Aveiro. Foi no dia 22 de Novembro de 1983, festa de Cristo Rei, que abriu o Carmelo de Cristo Redentor, na casa paroquial de Eirol, onde as Irm\u00e3s estivam sete anos, em condi\u00e7\u00f5es muito limitadas, mas a viver num clima de alegria e de entrega total \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o na Igreja Diocesana. Foi significativo e louv\u00e1vel o interesse de toda a Diocese na constru\u00e7\u00e3o do novo convento. Tinha-se constru\u00eddo a Casa Diocesana pouco tempo antes. Mesmo assim, as par\u00f3quias, com o seu bispo e os seus p\u00e1rocos, porque haviam entendido o alcance da presen\u00e7a eclesial e espiritual das Carmelitas, foram sempre generosas. S. Bernardo, que foi o lugar de acolhimento, com o Padre F\u00e9lix, primou e comandou. Semana a semana, o Correio do Vouga dava not\u00edcias. A generosidade tamb\u00e9m \u00e9 contagiosa.<\/p>\n<p>Outros amigos, de longe e de perto, se foram juntando. A Diocese de Col\u00f3nia, na Alemanha, esteve presente at\u00e9 ao fim. O seu Bispo, Cardeal Meinsner, visitou o convento em constru\u00e7\u00e3o e quis oferecer, al\u00e9m do mais, a capela.<\/p>\n<p>O convento tem agora 17 Irm\u00e3s. Morreu uma da primeira hora, mas vieram outras. Um ter\u00e7o delas s\u00e3o naturais da Diocese. <\/p>\n<p>Cada dia, batem \u00e0 porta do Carmelo pessoas a pedir ora\u00e7\u00f5es e conselhos. Todos sabem que as Irm\u00e3s est\u00e3o ali para louvar a Deus, servindo a todos, em Seu nome.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo dia 9, as Rel\u00edquias de Santa Teresinha estar\u00e3o no Carmelo e a\u00ed ficar\u00e3o durante a noite, at\u00e9 regressarem \u00e0 S\u00e9 catedral. Ela \u00e9 da Fam\u00edlia e as suas Irm\u00e3s querem tamb\u00e9m beber da sua fidelidade e da sua entrega.<\/p>\n<p>Sem o Carmelo de Cristo Redentor, a nossa Diocese seria mais pobre. Que todos vejam ali um apelo a ir mais longe nos caminhos de Deus. A vida do Carmelo ultrapassa as paredes do Convento. Ser\u00e1 que todas as par\u00f3quias e todos os crist\u00e3os de Aveiro o conhecem e reconhecem.<\/p>\n<p>As Irm\u00e3s naturais da Diocese s\u00e3o de Couto Esteves, Calv\u00e3o, Pessegueiro do Vouga, Fonte de Ange\u00e3o, Estarreja, Fermentelos\u2026 Deus vai passando e torna mais acess\u00edvel a felicidade de O seguir. Esta \u00e9 a prova. Pode verificar-se que ali se respira alegria e paz, dedica\u00e7\u00e3o e generosidade, amor e esperan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 22 anos as Irm\u00e3s Carmelitas regressaram a Aveiro. Foi no dia 22 de Novembro de 1983, festa de Cristo Rei, que abriu o Carmelo de Cristo Redentor, na casa paroquial de Eirol, onde as Irm\u00e3s estivam sete anos, em condi\u00e7\u00f5es muito limitadas, mas a viver num clima de alegria e de entrega total \u00e0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-5757","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5757","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5757"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5757\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5757"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5757"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5757"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}