{"id":5759,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5759"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"sinodo-recepcao-do-concilio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sinodo-recepcao-do-concilio\/","title":{"rendered":"S\u00ednodo &#8211; recep\u00e7\u00e3o do Conc\u00edlio"},"content":{"rendered":"<p>Revisitar o S\u00ednodo Diocesano <!--more--> Um Conc\u00edlio, como j\u00e1 o disse, s\u00f3 se conclui quando \u00e9 assimilado pela Igreja, quando as suas conclus\u00f5es, propostas ou decretos, t\u00eam acolhimento pela pr\u00e1tica consequente da fam\u00edlia dos crist\u00e3os. De um Conc\u00edlio marcado pela comunh\u00e3o eclesial, uma das formas mais eloquentes dessa recep\u00e7\u00e3o \u00e9 o esfor\u00e7o da caminhada em conjunto &#8211; a caminhada sinodal, o s\u00ednodo. <\/p>\n<p>A Diocese de Aveiro fez uma caminhada sinodal, h\u00e1 dez anos conclu\u00edda, no que respeita \u00e0 sua fase de reflex\u00e3o e conclus\u00f5es. Ainda mal come\u00e7ado um ano pastoral, sob o lema \u201cA Igreja ao servi\u00e7o da pessoa e da sociedade\u201d, parece-me oportuno \u201crevisitar o Conc\u00edlio\u201d nas express\u00f5es que, a partir dele, o S\u00ednodo Diocesano desenhou, como um caminho longo a percorrer, na identidade da Igreja local e no servi\u00e7o da mesma \u00e0 pessoa e \u00e0 sociedade concretas da \u00e1rea da Diocese de Aveiro. <\/p>\n<p>Poder\u00e1 ser um exame de consci\u00eancia\u2026 com prop\u00f3sitos firmes de emenda, ou confirma\u00e7\u00e3o de caminhos percorridos, com ajuste de perspectivas e serenidade para acolher o que j\u00e1 percebemos, em vez de reinventarmos o que est\u00e1 j\u00e1 t\u00e3o claro, \u00e0 espera de pr\u00e1tica coerente.<\/p>\n<p>O S\u00ednodo apresenta como o \u201cgrande objectivo pastoral, integrador de todos os outros\u201d, no que respeita \u00e0 Igreja Diocesana, o seguinte: \u201cA Igreja Diocesana \u00e9 chamada, diariamente, pela ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo e pela vida das pessoas e da sociedade, a viver e a promover, de modo org\u00e2nico, a COMUNH\u00c3O que Deus quis fazer com os homens e a MISS\u00c3O iniciada por Jesus Cristo Salvador, tornando-as vis\u00edveis e operativas em todas as comunidades, movimentos, organismos e estruturas pastorais, e exprimindo-se, assim, como Igreja de disc\u00edpulos e de irm\u00e3os, que, fi\u00e9is ao Esp\u00edrito renovador, se sentem servidores dos homens com crit\u00e9rios evang\u00e9licos\u201d.<\/p>\n<p>Duas reflex\u00f5es\/interroga\u00e7\u00f5es me ocorrem. A primeira sobre a dupla escuta e acolhimento que o S\u00ednodo reclama: \u00e0 ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo; \u00e0 vida e problemas concretos das pessoas e da sociedade, os permanentes e os novos. Importa perguntarmo-nos se se tornou mais not\u00f3ria a santidade da Igreja que somos &#8211; j\u00e1 que a santidade \u00e9 a express\u00e3o palp\u00e1vel do acolhimento da ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. Importa questionarmo-nos se as estruturas pastorais, as comunidades, os movimentos permaneceram dentro do templo e dos gabinetes ou se fizeram eco da descida \u00e0 rua, sobretudo se as par\u00f3quias se tornaram a Igreja mais pr\u00f3xima das casas das pessoas. Qual \u00e9 o balan\u00e7o?&#8230;<\/p>\n<p>A segunda ser\u00e1 sobre a visibilidade do reflexo que a comunh\u00e3o eclesial ter\u00e1 tido na realiza\u00e7\u00e3o do objectivo da Revela\u00e7\u00e3o &#8211; Deus estabelecer comunh\u00e3o com os homens &#8211; tornando-se, desse modo, fermento de unidade e coopera\u00e7\u00e3o entre pessoas e grupos, de solidariedade entre povos, de acolhimento e integra\u00e7\u00e3o inter-cultural e inter-religiosa. Que contributo, ainda, podemos ter dado para que a miss\u00e3o salvadora de Jesus Cristo tenha sido vis\u00edvel na eleva\u00e7\u00e3o da dignidade da pessoa humana, na defesa da vida, na projec\u00e7\u00e3o transcendente da textura da dram\u00e1tica humana quotidiana. Que balan\u00e7o tamb\u00e9m?&#8230; <\/p>\n<p>Querubim Silva<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revisitar o S\u00ednodo Diocesano<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-5759","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5759","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5759"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5759\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5759"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5759"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5759"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}