{"id":5804,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5804"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"o-que-e-mais-importante-e-gratificante-num-doutoramento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-que-e-mais-importante-e-gratificante-num-doutoramento\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 mais importante e gratificante num doutoramento?"},"content":{"rendered":"<p>Inqu\u00e9rito <!--more--> A \u00faltima semana foi celebrada em todo o pa\u00eds como \u201cSemana da Ci\u00eancia e Tecnologia\u201d. O Correio do Vouga interrogou duas cientistas rec\u00e9m-doutoradas, n\u00e3o sobre as descobertas feitas (dif\u00edceis de entender para o cidad\u00e3o comum), mas sobre o significado do trabalho desenvolvido. Raquel Silva defendeu a tese \u201cReconstru\u00e7\u00e3o molecular de uma altera\u00e7\u00e3o ao c\u00f3digo gen\u00e9tico\u201d, na \u00e1rea da Biologia, enquanto Ana Dias investigou sobre \u201cPropriedades Termodin\u00e2micas de Misturas L\u00edquidas Substituintes do Sangue\u201d, na \u00e1rea da Qu\u00edmica. Ambos os doutoramentos foram feitos na Universidade de Aveiro.<\/p>\n<p>Raquel Monteiro Silva, 28 anos, Vagueira<\/p>\n<p>Fazer um doutoramento ensina-nos a acreditar em n\u00f3s e a procurar ser cada vez melhor, a expandir os nossos limites. Ser cientista, ou investigador, \u00e9 um caminho dif\u00edcil que se vai trilhando por etapas, mas sem realmente ser conclu\u00eddo, pois queremos sempre saber mais, ir mais al\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00c9 gratificante, a n\u00edvel pessoal e profissional, pensar que contribu\u00edmos de algum modo para o progresso do conhecimento e, com ele, ajudamos a construir um mundo melhor, uma sociedade mais evolu\u00edda e tolerante.<\/p>\n<p>Ana Dias, 27 anos, Aveiro<\/p>\n<p>O mas importante num doutoramento \u00e9 contribuir de alguma forma para o bem-estar comum. Claro que, quando este objectivo \u00e9 atingido, um resultado paralelo \u00e9 a satisfa\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o pessoal de quem se atreveu a entrar nesse caminho. O mais gratificante para mim \u00e9 a liberdade de seguir a pr\u00f3pria curiosidade, desenvolvendo capacidades de avalia\u00e7\u00e3o, persist\u00eancia, orienta\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o, no meio de muitas surpresas (boas e m\u00e1s). E, no fim de tudo, encontrar num outro qualquer canto do mundo algu\u00e9m que se interessa pelo que fizemos, pelo \u201ctempo que perdemos\u201d, e que se mostra interessado em discutir, a maior parte das vezes de forma construtiva, o resultado do nosso trabalho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inqu\u00e9rito<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-5804","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5804","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5804"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5804\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5804"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5804"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5804"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}