{"id":5969,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=5969"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"gaspar-albino-mostra-percurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/gaspar-albino-mostra-percurso\/","title":{"rendered":"Gaspar Albino mostra \u201cPercurso\u201d"},"content":{"rendered":"<p>De uma pintura feita aos nove anos at\u00e9 aos trabalhos \u201cconclu\u00eddos h\u00e1 dois dias\u201d. Este \u00e9 o arco temporal de \u201cPercurso\u201d, exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos de Gaspar Albino, patente na Galeria Morgados da Pedricosa.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o se trata de uma retrospectiva da vida art\u00edstica do autor aveirense, nascido em 1930, vencedor de um concurso de desenho a n\u00edvel mundial, na sua juventude, e fundador do CETA (C\u00edrculo Experimental de Teatro de Aveiro) e da AveiroArte, que organiza esta exposi\u00e7\u00e3o. \u00c9 antes uma mostra representativa dos estilos, t\u00e9cnicas e temas do artista, numa exposi\u00e7\u00e3o comissariada pela esposa, Claudete.<\/p>\n<p>Estilos: o abstracto, com uma obra que, segundo o autor, ter\u00e1 sido \u201ca primeira pintura abstracta feita em Aveiro\u201d, ou o neo-realista, que o aproxima de J\u00falio Resende e Pomar \u2013 escreve Jeremias Bandarra no folheto da exposi\u00e7\u00e3o. T\u00e9cnicas: o \u00f3leo sobre tela, o desenho a tinta, a aguarela, o acr\u00edlico, o lin\u00f3leo. Temas&#8230; N\u00e3o ser\u00e1 antes tema? Sim, Aveiro \u00e9 o tema principal de Gaspar Albino. Na abertura da exposi\u00e7\u00e3o, no \u00faltimo s\u00e1bado, o artista agradeceu aos amigos \u2013 eram muitos, incluindo autarcas da gest\u00e3o anterior e da actual e o governador civil \u2013 e disse, emocionado: \u201cAgrade\u00e7o acima de tudo, \u00e0 minha terra, Aveiro, por tudo\u201d. E \u00e9 maioritariamente Aveiro que se admira na obra de Gaspar Albino.<\/p>\n<p>Aveiro na forma dos seus ilustres, como no lin\u00f3leo de M\u00e1rio Sacramento; Aveiro nos moliceiros omnipresentes (foi um moliceiro que pintou aos nove anos); Aveiro nas figuras t\u00edpicas da peixeira, do sali-neiro; Aveiro num quadro aparentemente abstracto mas que \u00e9 feito, afinal, das curvas de uma canastra; Aveiro na arte de x\u00e1vega. \u201cArte de x\u00e1vega, porque x\u00e1vega \u00e9 substantivo e n\u00e3o adjectivo\u201d, esclareceu, para depois rematar: \u201cE quem anda no mar sabe como s\u00e3o substantivos os trabalhos do mar!\u201d Aveiro numa s\u00e9rie de dois quadros em que predomina o azul e em que a linha do horizonte foi abolida, como se n\u00e3o houvesse fronteiras entre a Ria e o c\u00e9u. Talvez seja mesmo essa a mensagem de Gaspar Albino. H\u00e1 continuidade entre a Ria de Aveiro e o c\u00e9u.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o, na Galeria Morgados da Pedricosa (Av. Princesa Santa Joana, 8), pode ser vista at\u00e9 4 de Janeiro de 2006 (excepto nos dias 24, 25 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro), das 14 \u00e0s 19h.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De uma pintura feita aos nove anos at\u00e9 aos trabalhos \u201cconclu\u00eddos h\u00e1 dois dias\u201d. Este \u00e9 o arco temporal de \u201cPercurso\u201d, exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos de Gaspar Albino, patente na Galeria Morgados da Pedricosa. Mas n\u00e3o se trata de uma retrospectiva da vida art\u00edstica do autor aveirense, nascido em 1930, vencedor de um concurso de desenho [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-5969","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5969","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5969"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5969\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5969"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5969"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5969"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}