{"id":6011,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6011"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"como-carregar-baterias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/como-carregar-baterias\/","title":{"rendered":"Como carregar baterias"},"content":{"rendered":"<p>LIVRO <!--more--> \u201cA auto-estima \u00e9 como uma bateria que gere a vida dos adolescentes e jovens\u201d, diz-se, na badana deste conjunto de fichas. Por isso, quando a bateria est\u00e1 em baixo, a vida n\u00e3o corre bem. \u00c9 preciso carreg\u00e1-la (a bateria). \u00c9 o que se prop\u00f5e fazer este conjunto de 101 fichas das Edi\u00e7\u00f5es Salesianas, porque \u00e9 poss\u00edvel aumentar a auto-estima, essa capacidade de enfrentar com atitude positiva os desafios que a vida traz.<\/p>\n<p>As fichas est\u00e3o agrupadas em m\u00f3dulos e abarcam as \u00e1reas mais importantes da vida dos jovens: \u201cEu e eu\u201d; \u201cEu no grupo de amigos\u201d; \u201cEu na fam\u00edlia\u201d; \u201cEu e o meu corpo\u201d; \u201cEu e o meu tempo livre\u201d. Cada ficha diz a que idade se destina, aponta o objectivo, descreve a actividade. Por vezes, as actividades parecem inconsequentes, por terminarem com \u201cpartilha em grupo\u201d. Talvez fossem necess\u00e1rias pistas de orienta\u00e7\u00e3o ou an\u00e1lise das conclus\u00f5es por parte do animador, embora a partilha de experi\u00eancias seja um aspecto essencial, para o jovem perceber que n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 no seu modo de pensar e agir, e o livro  n\u00e3o pretende que o agente educativo imponha \u201cregras ou f\u00f3rmulas m\u00e1gicas\u201d.<\/p>\n<p>Estamos perante um instrumento de trabalho muito \u00fatil para animadores de grupos de jovens. Muitas das din\u00e2micas servem igualmente para fortalecer o grupo em qualquer momento da sua caminhada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LIVRO<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-6011","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6011","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6011"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6011\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6011"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6011"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6011"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}