{"id":6117,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6117"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"frases-da-semana-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-20\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Cavaco e S\u00f3crates v\u00e3o entender-se ou aniquilar-se.<\/p>\n<p>Clara Ferreira Alves<\/p>\n<p>\u00danica\/Expresso, 28-01-06<\/p>\n<p>O pa\u00eds precisa de sangue, suor e l\u00e1grimas. S\u00f3crates sabe disso, e ningu\u00e9m como Cavaco para explicar ao pa\u00eds as vantagens do sacrif\u00edcio.<\/p>\n<p>Constan\u00e7a Cunha e S\u00e1<\/p>\n<p>S\u00e1bado, 26-01-06<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da confian\u00e7a na rela\u00e7\u00e3o entre o Estado e os cidad\u00e3os (&#8230;) pode ser colocada mais ou menos assim. Em Portugal, cada cidad\u00e3o tem de provar ao Estado que \u00e9 honesto; na Inglaterra, para dar apenas um exemplo entre muitos outros poss\u00edveis, cada cidad\u00e3o \u00e9 honesto at\u00e9 se provar o contr\u00e1rio. Aqui, a sua palavra n\u00e3o vale; l\u00e1 \u00e9 a sua que vale. A dist\u00e2ncia entre uma atitude e outra traduz-se em toneladas de papel in\u00fatil, de procedimentos desnecess\u00e1rios, de custos sup\u00e9rfluos, de tempo perdido, que alimentam e justificam a pr\u00f3pria burocracia. O cidad\u00e3o paga, naturalmente, ao Estado na mesma moeda: sempre que pode, engana-o.  \u00c9 o que separa uma cultura liberal de uma cultura paternalista.(&#8230;) Repor a confian\u00e7a entre o Estado e os cidad\u00e3os envolve riscos. Pode mesmo ter um pre\u00e7o alto a curto prazo. Ter\u00e1 efeitos incomensur\u00e1veis no m\u00e9dio prazo. Mas n\u00e3o mereceu uma palavra no debate parlamentar. Haver\u00e1 um muro entre S\u00e3o Bento e o mundo?<\/p>\n<p>Teresa de Sousa<\/p>\n<p>P\u00fablico, 28-01-06<\/p>\n<p>A sociedade justa, enquanto tarefa pol\u00edtica, n\u00e3o \u00e9 encargo directo da Igreja, mas isso n\u00e3o significa que ela n\u00e3o deva contribuir para a \u201cpurifica\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o e prestar a pr\u00f3pria ajuda para fazer  com que aquilo que \u00e9 justo possa, aqui e agora, ser reconhecido e, depois, tamb\u00e9m realizado\u201d.<\/p>\n<p>Anselmo Borges, citando a enc\u00edclica de Bento XVI<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 29-01-06<\/p>\n<p>\u201cMedo\u201d expulsa crian\u00e7as das ruas das cidades. Meninos portugueses andam menos sozinhos que os n\u00f3rdicos. A culpa \u00e9 da inseguran\u00e7a dos pais e da pouca prepara\u00e7\u00e3o dos centros urbanos para acolher as crian\u00e7as. (&#8230;). \u201cConstruiu-se uma cultura do medo da utiliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico e temos pais com horror \u00e0 autonomia dos filhos\u201d.<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 29-01-06<\/p>\n<p>Entre o exerc\u00edcio do poder e a luta pela partilha de poder, entre a pol\u00edtica e a politiquice, os partidos esqueceram-se de que t\u00eam como objectivo o bem comum.<\/p>\n<p>In\u00eas Serra Lopes<\/p>\n<p>O Independente, 27-01-06<\/p>\n<p>Os partidos est\u00e3o demasiado expostos nas suas fraquezas, cada vez melhor se conhecem os seus mecanismos perversos (&#8230;). O que s\u00e3o hoje os partidos em Portugal? Estruturas particularmente desertificadas, pouco ou nada cred\u00edveis, com problemas na cabe\u00e7a, no tronco e nos membros.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pacheco Pereira<\/p>\n<p>P\u00fablico, 26-02-06<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cavaco e S\u00f3crates v\u00e3o entender-se ou aniquilar-se. 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Constan\u00e7a Cunha e S\u00e1 S\u00e1bado, 26-01-06 A quest\u00e3o da confian\u00e7a na rela\u00e7\u00e3o entre o Estado e os cidad\u00e3os (&#8230;) pode [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-6117","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6117","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6117"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6117\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6117"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6117"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6117"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}