{"id":6119,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6119"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"sal-de-aveiro-e-de-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/sal-de-aveiro-e-de-qualidade\/","title":{"rendered":"Sal de Aveiro \u00e9 de qualidade"},"content":{"rendered":"<p>Revela estudo efectuado pela UA <!--more--> Um estudo da Universidade de Aveiro, realizado no \u00e2mbito do Projecto \u201cSal \u2013 Sal do Atl\u00e2ntico\u201d, revela que o sal aveirense \u201c\u00e9 pr\u00f3prio para consumo humano, tanto do ponto de vista microbiol\u00f3gico como qu\u00edmico, n\u00e3o havendo distin\u00e7\u00e3o relevante entre as diferentes marinhas\u201d.<\/p>\n<p>Segundo esse estudo, \u201ca humidade e a mat\u00e9ria insol\u00favel s\u00e3o os dois par\u00e2metros em que o sal marinho de Aveiro se encontra mais afastado dos limites admitidos, pelo que podem e devem ser melhorados\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA composi\u00e7\u00e3o vol\u00e1til do sal marinho de Aveiro mostrou que a informa\u00e7\u00e3o sobre as caracter\u00edsticas de aroma associadas a este produto podem ser eventuais marcadores da origem do sal de Aveiro. Esta an\u00e1lise poder\u00e1 dar indica\u00e7\u00e3o sobre a envolvente ambiental das salinas, nomeadamente a presen\u00e7a de compostos poluentes, podendo a sua monitoriza\u00e7\u00e3o e despiste ser importante para conquistar a confian\u00e7a dos consumidores\u201d, pode ler-se neste documento, que real\u00e7a o facto: \u201cno sal de Aveiro n\u00e3o foram encontrados poluentes acima dos permitidos por lei\u201d.<\/p>\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o do sal sob o ponto de vista qu\u00edmico e microbiol\u00f3gico foi efectuada pelos Departamentos de Qu\u00edmica e de Biologia. As an\u00e1lises sedimentol\u00f3gicas foram realizadas pelo Departamento de Geoci\u00eancias. <\/p>\n<p>Estas \u00faltimas an\u00e1lises visaram efectuar uma avalia\u00e7\u00e3o granulom\u00e9trica (tamanho m\u00e9dio dos gr\u00e3os que constituem o sedimento de fundo das salinas), geoqu\u00edmica (elementos qu\u00edmicos presentes nos sedimentos) e mineral\u00f3gica (identifica\u00e7\u00e3o de minerais presentes). A conclus\u00e3o dessas an\u00e1lises foi que \u201ctodos os par\u00e2metros se encontram dentro dos limites admitidos, n\u00e3o evidenciando contamina\u00e7\u00e3o significativa, pelo que se podem considerar como sedimentos de boa qualidade\u201d.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia ambiental das marinhas<\/p>\n<p>O Projecto \u201cSal \u2013 Sal Atl\u00e2ntico \u2013 Revaloriza\u00e7\u00e3o da identidade das salinas do Atl\u00e2ntico, recupera\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o do potencial biol\u00f3gico, econ\u00f3mico e cultural das zonas h\u00famidas costeiras\u201d, coordenado pelo Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro, tamb\u00e9m estuda outras quest\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim, o Departamento de Biologia est\u00e1 a fazer a avalia\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia faun\u00edstica e flor\u00edstica actual das salinas de Aveiro, e ensaios de medidas de gest\u00e3o dirigidas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da diversidade e abund\u00e2ncia. O estudo pretende avaliar o n\u00famero de esp\u00e9cies e de indiv\u00edduos que usam as salinas, as condi\u00e7\u00f5es em que o fazem e as caracter\u00edsticas do habitat que determinam esse uso, a fim de tentar propor algumas medidas de gest\u00e3o e de novos usos potenciais. Como as marinhas s\u00e3o habitats artificiais, esse estudo contribuir\u00e1 para o projecto da reconstru\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de habitats artificiais utiliz\u00e1veis pelas aves.<\/p>\n<p>A UNAVE est\u00e1 a actualizar o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e a base de dados do salgado, com o levantamento da ocupa\u00e7\u00e3o das marinhas, tanto as activas como as usadas para piscicultura, dos locais de captura de \u00e1gua para o abastecimento das marinhas e do fluxo das mar\u00e9s para a defini\u00e7\u00e3o do ambiente geogr\u00e1fico e agro-industrial que condiciona o salgado de Aveiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revela estudo efectuado pela UA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[63],"tags":[],"class_list":["post-6119","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-aveiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6119","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6119"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6119\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6119"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6119"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}