{"id":6244,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6244"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"mestres-pintores-da-vista-alegre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/mestres-pintores-da-vista-alegre\/","title":{"rendered":"&#8220;Mestres pintores da Vista Alegre&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Livro &#8211; Tributo \u00e0 arte de pintar porcelana <!--more--> O livro \u00abMestres pintores da Vista Alegre\u00bb, da autoria de Alberto Faria Frasco, re\u00fane as biografias dos sete \u00abmestres pintores\u201d que, ao longo de 180 anos, trabalharam naquela f\u00e1brica de porcelana. A obra foi apresentada ao p\u00fablico ilhavense no Museu Mar\u00edtimo de \u00cdlhavo.  <\/p>\n<p>Alberto Faria Frasco, um engenheiro qu\u00edmico que esteve ligado ao grupo Vista Alegre durante cinquenta anos, e onde desempenhou o cargo de director, mostrou-se apreensivo com o futuro da empresa, preocupa\u00e7\u00e3o j\u00e1 manifestada no livro, quando escreveu \u201ca esperan\u00e7a no renascimento da pintura da Vista Alegre \u00e9 hoje mais t\u00e9nue do que nunca. O encerramento da Escola de Desenho e Pintura, onde se formaram todos os grandes pintores cer\u00e2micos da Vista Alegre, feriu gravemente esta esperan\u00e7a. Oxal\u00e1 eu me engane e que a pintura da Vista Alegre, a exemplo do que j\u00e1 sucedeu no passado, consiga renascer das cinzas, para continuar a criar arte e beleza, honrando um passado de que todos os portugueses justamente se orgulham\u201d.<\/p>\n<p>Com o livro, o autor homenageia \u201cn\u00e3o s\u00f3 os mestres mas tamb\u00e9m todos os pintores que contribu\u00edram, com o seu trabalho, para a grandeza da Vista Alegre. S\u00e3o testemunhos que ficam de uma arte que se julgava eterna, mas que hoje se sente cansada e envelhecida em todo o mundo e, a meu ver, se mostra incapaz de lutar pela sua sobreviv\u00eancia. Venceu-a, na minha opini\u00e3o, a moderna tecnologia da decora\u00e7\u00e3o e os crit\u00e9rios econ\u00f3micos que a ela presidem. J\u00e1 poucos s\u00e3o capazes de apreciar e valorizar a arte de um pintor cer\u00e2mico. A luta \u00e9 dif\u00edcil e desigual e, dessa luta, a Arte sair\u00e1, muito provavelmente, derrotada\u201d.<\/p>\n<p>O autor define o que \u00e9 um \u201cmestre de pintura\u201d, ao dizer que \u201cdos grandes artistas pintores da Vista Alegre alguns alcan\u00e7aram, por m\u00e9rito pr\u00f3prio, a categoria de mestre de pintura que, na Vista Alegre, corresponde \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas dos seus m\u00e9ritos art\u00edsticos mas tamb\u00e9m pedag\u00f3gicos. N\u00e3o se trata de uma categoria profissional, mas de um grau de excel\u00eancia art\u00edstica concedido a muito poucos ao longo de 180 anos de vida da Vista Alegre\u201d.<\/p>\n<p>Com cerca de 350 p\u00e1ginas, e com centenas de fotografias, este livro, editado pela \u00abFigueirinhas\u00bb, apresenta as biografias dos sete mestres de pintura que trabalharam na Vista Alegre, os quais s\u00e3o: Victor Fran\u00e7ois Chartier Rousseau, Gustave Fortier, Joaquim Jos\u00e9 de Oliveira, Duarte Jos\u00e9 de Magalh\u00e3es, \u00c2ngelo Sim\u00f5es Chuva, Palmiro da Silva Peixe e Armando Oliveira Pimentel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro &#8211; Tributo \u00e0 arte de pintar porcelana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-6244","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6244"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6244\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}