{"id":6393,"date":"2006-10-04T15:03:00","date_gmt":"2006-10-04T15:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6393"},"modified":"2006-10-04T15:03:00","modified_gmt":"2006-10-04T15:03:00","slug":"palavras-que-o-vento-nao-leva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/palavras-que-o-vento-nao-leva\/","title":{"rendered":"Palavras que o vento n\u00e3o leva"},"content":{"rendered":"<p>Livro <!--more--> \u201cPalavras, leva-as o vento\u201d, diz o povo. Mas h\u00e1 algumas que ficam, como estas que constam das quase quinhentas reflex\u00f5es que o Pe Jo\u00e3o Gon\u00e7alves escreveu de Novembro de 1994 a Julho de 2006.<\/p>\n<p>\u201cEm Di\u00e1logo 2\u201d (nos 25 anos de sacerd\u00f3cio do autor, foi publicado o primeiro \u201cEm Di\u00e1logo\u201d) re\u00fane as reflex\u00f5es do anterior p\u00e1roco da S\u00e9, publicadas todas as semanas na primeira p\u00e1gina do \u201cDi\u00e1logo\u201d, o boletim de quatro p\u00e1ginas que \u00e9 distribu\u00eddo no final das missas dominicais da par\u00f3quia da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Esta obra foi oferecida pela par\u00f3quia, de surpresa, no final da cerim\u00f3nia em que o autor deixou de ser p\u00e1roco da Gl\u00f3ria, sucedendo-lhe o Pe Manuel Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Sobre o seu conte\u00fado, D. Ant\u00f3nio Marcelino afirma, na abertura da obra, que \u201co que assim se escreve, de modo despretensioso e simples, acorda e alimenta a f\u00e9, por ser palavra que n\u00e3o se pretende impor, mas oportunidade sugerida pelos textos lit\u00fargicos, que se proporciona a quem quer que seja e l\u00ea e acolhe de cora\u00e7\u00e3o aberto\u201d.<\/p>\n<p>As reflex\u00f5es, sempre do mesmo tamanho, l\u00eaem-se num minuto, como certamente sabe quem frequenta a par\u00f3quia. N\u00e3o se perde tempo ao l\u00ea-las. Dirigem-se a cada crist\u00e3o (e n\u00e3o aos paroquianos da Gl\u00f3ria, em particular). Na concis\u00e3o das 200 palavras que cada uma comporta, est\u00e1 uma reflex\u00e3o serena, profunda, ao sabor do evangelho, que fica a ressoar na mente ou no cora\u00e7\u00e3o. Quer um exemplo? Veja o texto publicado na \u00faltima p\u00e1gina deste jornal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Livro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-6393","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6393","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6393"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6393\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6393"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6393"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6393"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}