{"id":647,"date":"2010-02-10T11:42:00","date_gmt":"2010-02-10T11:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=647"},"modified":"2010-02-10T11:42:00","modified_gmt":"2010-02-10T11:42:00","slug":"trabalho-bracal-qualificado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/trabalho-bracal-qualificado\/","title":{"rendered":"Trabalho bra\u00e7al qualificado"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Por estes dias, afigura-se altamente preocupante o que t\u00eam dito sobre o nosso pa\u00eds. E quando falamos de pa\u00eds, entendemos que n\u00e3o \u00e9 a por\u00e7\u00e3o territorial em que nos aconchegamos; pa\u00eds s\u00e3o as pessoas e as institui\u00e7\u00f5es que as servem, que nos devem ajudar a viver (de prefer\u00eancia fundamentadamente, etapa a etapa, um pouco mais) felizes!<\/p>\n<p>Vive-se com medo; medo do desconhecido e do que n\u00e3o se conhece. Quem vir\u00e1 a\u00ed e o que vir\u00e1 por a\u00ed?!<\/p>\n<p>J\u00e1 desconfiamos de tudo e de todos. <\/p>\n<p>D\u00e1 a ideia que ningu\u00e9m age com sentido de responsabilidade e, quando se acredita que \u00e9 poss\u00edvel tal facto (que h\u00e1 pessoas com capacidade, seriedade e vontade respons\u00e1veis) ao servi\u00e7o do bem comum, parece papalvo ou anjinho &#8211; no mais pejorativo dos sentidos.<\/p>\n<p>E ningu\u00e9m consegue inverter isto?!<\/p>\n<p>Tr\u00eas situa\u00e7\u00f5es caricatas.<\/p>\n<p>Portugal est\u00e1 endividado, dizem as inst\u00e2ncias internacionais, nem interessa quais. E n\u00e3o interessa porque para o comprovar basta que cada portugu\u00eas veja o que deve\u2026 Depois v\u00eam as manobras para enganar o parceiro, quer seja o deve quer seja o haver! Continuamos com uma contabilidade de merceeiro, de tapa-buracos?! Aquela ideia do que \u00e9 p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 de ningu\u00e9m\u2026 temos \u00e9 de trabalhar!<\/p>\n<p>O Dr. Bas\u00edlio Horta, presidente da Ag\u00eancia Portuguesa para o Investimento, afirmou, no in\u00edcio da semana, que a tend\u00eancia que se deseja incutir no investimento em Portugal n\u00e3o \u00e9 do trabalho bra\u00e7al, da m\u00e3o-de-obra barata. O importante \u00e9 o investimento que desenvolve profissionais qualificados. Muito bem! N\u00e3o podemos estar mais de acordo. Apenas uma pequena reserva de preocupa\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 que teremos tanta qualifica\u00e7\u00e3o para t\u00e3o not\u00e1vel investimento?! <\/p>\n<p>E ainda, em continua\u00e7\u00e3o, a terceira caricatura. Os nossos maiores divulgadores de Portugal (a malta do futebol), aqueles que est\u00e3o um pouco pelo mundo por vias relativamente baratas, s\u00e3o os primeiros a divulgar uma imagem contr\u00e1ria \u00e0 que defende o Dr. Bas\u00edlio Horta?! N\u00e3o \u00e9 que passam o tempo a dizer que n\u00f3s resolvemos as nossas dificuldades \u00e0 custa de trabalho bra\u00e7al?!<\/p>\n<p>S\u00e1 Pinto contra Artur Jorge, o seleccionador! Um pouco de todos no Euro 2000, em Inglaterra, ap\u00f3s a grande penalidade de Abel Xavier no jogo com a Fran\u00e7a! Jo\u00e3o Pinto no Mundial da Coreia-Jap\u00e3o! Scolari contra o jogador da S\u00e9rvia, Dragutinovic, em 2008! Pepe, central luso, num jogo do seu clube (s\u00f3 o Real Madrid) com o Getafe! S\u00e1 Pinto contra Liedson (avan\u00e7ado da Selec\u00e7\u00e3o Portuguesa presente no Mundial 2010)! Carlos Queir\u00f3s e Jorge Baptista numa \u201cconversa\u201d de homens, pouco antes do Sorteio do Euro 2012! \u2026e ainda uns oper\u00e1rios, por a\u00ed nuns t\u00faneis de est\u00e1dios, cheios de trabalhadores em cal\u00e7\u00f5es, que at\u00e9 pareciam jogadores de futebol!<\/p>\n<p>Os primeiros a ultrapassar a crise (qual crise) seremos n\u00f3s, os Portugueses. M\u00e3os \u00e0 obra!<\/p>\n<p>Todos para o Alentejo, Baixo Vouga, Tejo, Mondego,\u2026 Minho! Todos estes bra\u00e7ais qualificados, a trabalhar no desenvolvimento sustent\u00e1vel da nossa floresta, horticultura, floricultura&#8230; E batatais! Somos mesmo bons \u00e9 de bra\u00e7o!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 <\/p>\n<p>&#8230;pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-647","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=647"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=647"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=647"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=647"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}