{"id":6470,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6470"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"crise-da-seguranca-social-sete-sugestoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/crise-da-seguranca-social-sete-sugestoes\/","title":{"rendered":"Crise da Seguran\u00e7a Social  &#8211; Sete sugest\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>1. N\u00e3o se conhecem respostas satisfat\u00f3rias para a crise da Seguran\u00e7a Social. Os governos e outras entidades v\u00eam actuando \u00e0s apalpadelas. Nalguns pa\u00edses, registam-se solu\u00e7\u00f5es que parecem positivas a curto prazo, mas nada garante que sejam consistentes e duradoiras.<\/p>\n<p>Neste contexto, bastante problem\u00e1tico, recomenda-se que cada cidad\u00e3o e cada fam\u00edlia adopte as orienta\u00e7\u00f5es que lhe proporcionem a necess\u00e1ria previd\u00eancia. Com tal objectivo deixam-se aqui estas sugest\u00f5es de ordem pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>1\u00aa- Confiar na Seguran\u00e7a Social (p\u00fablica). Ela vai manter-se provavelmente, porque \u00e9 necess\u00e1ria e tamb\u00e9m porque \u00e9 defendida por for\u00e7as pol\u00edticas de todo o leque partid\u00e1rio. Al\u00e9m disso, observa-se um trabalho regular de viabiliza\u00e7\u00e3o, apesar de insufici\u00eancias e desvios diversos.<\/p>\n<p>2\u00aa- N\u00e3o confiar incondicionalmente na Seguran\u00e7a Social. Se \u00e9 certo que, provavelmente, ela se manter\u00e1 no futuro, \u00e9 mais certo que ficar\u00e1 bastante aqu\u00e9m das expectativas nela depositadas.<\/p>\n<p>3\u00aa- Cumprir a legisla\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 Seguran\u00e7a Social e contribuir para que esse cumprimento se expanda o mais poss\u00edvel. Quanto maior for o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o e quanto mais ela melhorar, mais sustent\u00e1vel ficar\u00e1 o sistema de Seguran\u00e7a Social.<\/p>\n<p>4\u00aa- Recorrer a modalidades de previd\u00eancia complementares da Seguran\u00e7a Social. Para quem disponha de rendimentos suficientes, justificam-se: o recurso a sistemas de poupan\u00e7a e de aplica\u00e7\u00f5es financeiras; a inscri\u00e7\u00e3o em mutualidades (ou associa\u00e7\u00f5es de socorros m\u00fatuos); o recurso a seguros privados; e a perten\u00e7a institucional (por exemplo, a associa\u00e7\u00f5es de bombeiros,  a miseric\u00f3rdias, a outras institui\u00e7\u00f5es particulares de solidariedade, a cooperativas de habita\u00e7\u00e3o, de consumo ou outras, a associa\u00e7\u00f5es de desenvolvimento local&#8230;).<\/p>\n<p>5\u00aa- Desenvolver a cultura e a pr\u00e1tica do trabalho. N\u00e3o nos esque\u00e7amos de que, ao longo da hist\u00f3ria, o trabalho foi sempre o meio por excel\u00eancia de prevenir e vencer a pobreza. O trabalho inclui n\u00e3o s\u00f3 a actividade tipicamente laboral, mas tamb\u00e9m a iniciativa e o estudo ou forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>6\u00aa- Preservar e enriquecer a fam\u00edlia como espa\u00e7o de entreajuda.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das sugest\u00f5es acabadas de referir, destinadas \u00e0 ac\u00e7\u00e3o pessoal e familiar, justifica-se acrescentar uma outra para o n\u00edvel de freguesia. Trata-se da cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os locais, ou comunit\u00e1rios, de solidariedade, caracterizados por dois objectivos fundamentais: erradicar as situa\u00e7\u00f5es de car\u00eancias inadmiss\u00edveis; e promover o desenvolvimento integral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. N\u00e3o se conhecem respostas satisfat\u00f3rias para a crise da Seguran\u00e7a Social. 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