{"id":6597,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6597"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"carnaval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/carnaval\/","title":{"rendered":"Carnaval!"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> O Carnaval proporciona, por tr\u00eas motivos especiais, o ressurgir de esperan\u00e7a (no futuro): pr\u00e9-anuncia a Primavera; d\u00e1 espa\u00e7o a m\u00e1scaras e incentiva o uso de disfarces.<\/p>\n<p>Associamos a ideia de Primavera ao verde, a cor da natureza, considerada cor neutra. O verde simboliza a esperan\u00e7a, \u00e9 calmante. O verde equilibra emocionalmente, acolhe e harmoniza, criando satisfa\u00e7\u00e3o e paz. Faz acreditar no futuro. Por isso, em cada verde h\u00e1 um sinal de esperan\u00e7a!<\/p>\n<p>No desporto, o verde \u00e9 cor preponderante. Nos desportos exteriores, quer seja sint\u00e9tico quer seja natural, encontra-se predominantemente nos relvados, nas sebes envolventes, na vegeta\u00e7\u00e3o, no canavial a que se recorre tantas vezes como balne\u00e1rio\u2026 Quando no interior, com o bom tempo que faz (somos defensores de que bom tempo \u00e9 aquele que \u201cfaz\u201d a seu tempo! No Inverno bom tempo \u00e9 chover!?), l\u00e1 est\u00e3o o verdete e o esverdeado que, pela humidade n\u00e3o tratada por falta de verbas, penetra nas estruturas! <\/p>\n<p>E h\u00e1 ainda os que ficam \u201cverdes\u201d de inveja!<\/p>\n<p>Depois surgem, em sentido amplo, as m\u00e1scaras! \u2013 ao que uma pessoa \u00e9  \u201clivremente obrigada\u201d para conseguir viver em sociedade!?<\/p>\n<p>A figura\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da m\u00e1scara \u00e9 algo fant\u00e1stico! Exige uma transversalidade fundamental no desenvolvimento das capacidades, do empreendorismo, da inova\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso ter coragem para n\u00e3o deixar cair a m\u00e1scara: apito dourado; corrup\u00e7\u00e3o (que n\u00e3o h\u00e1, trata-se de uma m\u00e1scara); \u201co que hoje \u00e9 verdade amanh\u00e3 \u00e9 mentira\u201d,\u2026e, se sairmos um pouco do fen\u00f3meno desportivo, a coisa n\u00e3o p\u00e1ra!<\/p>\n<p>Por fim o disfarce. A pessoa \u201cd\u00e1 a cara\u201d, mas disfar\u00e7a tudo o resto. Segundo alguns estudos (que ainda n\u00e3o foram feitos), todos poder\u00edamos desfilar em qualquer corso, cortejo de Carnaval. As rotinas di\u00e1rias, se estivermos atentos, est\u00e3o cheias de desfiles destes, \u00e9 um aut\u00eantico Carnaval. Quantas vezes, para n\u00e3o tirar satisfa\u00e7\u00f5es na pra\u00e7a p\u00fablica somos obrigados a disfar\u00e7ar que n\u00e3o ouvimos nem vemos!? Quantas vezes, sabendo que aquela multa, penaliza\u00e7\u00e3o ou censura n\u00e3o corresponde ao acto, para n\u00e3o agravar pagamos e calamos!? Quantas vezes, usamos o disfarce da hipocrisia para n\u00e3o enfrentar a verdade, o que d\u00f3i e pode provocar rupturas irrepar\u00e1veis?! Etc., etc\u2026.<\/p>\n<p>Os nossos disfarces\u2026 para que a terra se mova!<\/p>\n<p>Acreditamos que \u00e9 aqui que reside a origem do Carnaval; \u00e9 que logo a seguir vem a Quaresma, para purifica\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-6597","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-desporto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6597","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6597"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6597\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6597"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6597"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6597"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}