{"id":6641,"date":"2006-04-03T14:44:00","date_gmt":"2006-04-03T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=6641"},"modified":"2006-04-03T14:44:00","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:00","slug":"correccao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/correccao\/","title":{"rendered":"Correc\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do Correio do Vouga (1 de Mar\u00e7o de 2006), na entrevista a D. Manuel Clemente, devido a um erro de formata\u00e7\u00e3o do texto, s\u00e3o-lhe atribu\u00eddas palavras (a segunda parte da pergunta) que, na verdade, pertencem ao entrevis-tador. Aqui deixamos a pergunta e a resposta em quest\u00e3o, com um pedido de desculpa ao entrevistado e aos leitores.<\/p>\n<p>\u201cCorreio do Vouga &#8211; A Igreja est\u00e1 disposta a dialogar com todos os sectores da sociedade, mesmo com aqueles que a ela se op\u00f5em nestas quest\u00f5es? Ultimamente, a prop\u00f3sito da Gaudium et Spes, tem-se falado muito da nova atitude eclesial perante o mundo&#8230; Mas, com quem defende \u201cquest\u00f5es fracturantes\u201d, como o casa-mento homossexual, o di\u00e1logo \u00e9 dif\u00edcil ou mesmo imposs\u00edvel&#8230;<\/p>\n<p>D. Manuel Clemente &#8211; O que a Gaudium et Spes fez foi sobretudo p\u00f4r a Igreja \u00e0 escuta e na interpreta\u00e7\u00e3o dos chamados sinais dos tempos. Mas os sinais dos tempos, como o Conc\u00edlio os encara, s\u00e3o os sinais dos tempos enquanto tempos do Esp\u00edrito. Ou seja, n\u00f3s acreditamos que o Esp\u00edrito de Deus, que \u00e9 a alma da Cria\u00e7\u00e3o, a pouco e pouco vai desdobrando as suas potencialidades em cada gera\u00e7\u00e3o humana. Quando falamos em gera\u00e7\u00e3o humana, estamos a falar de humanidade. E quando falamos de humanidade, ainda antes de uma posi\u00e7\u00e3o religiosa, ou seja, numa posi\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica, encaramo-la naquilo que \u00e9 a sua base geral: a alteridade masculino\/feminino&#8230;\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do Correio do Vouga (1 de Mar\u00e7o de 2006), na entrevista a D. Manuel Clemente, devido a um erro de formata\u00e7\u00e3o do texto, s\u00e3o-lhe atribu\u00eddas palavras (a segunda parte da pergunta) que, na verdade, pertencem ao entrevis-tador. Aqui deixamos a pergunta e a resposta em quest\u00e3o, com um pedido de desculpa ao [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-6641","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6641","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6641"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6641\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6641"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6641"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6641"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}